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Este blog foi desenvolvido para discutir, informar e difundir os desafios do marketing no mundo atual, ajudando a realização da venda com excelência.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

CRISE! E DAÍ?

[Em toda crise há uma oportunidade.] Vista esta camisa!

crise_10 Para enfrentar o período de crise financeira sem sentir maiores turbulências, os pequenos empresários brasileiros devem apostar na gestão financeira. O conselho é do diretor-administrativo-financeiro do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Carlos Alberto Santos.

Em qualquer situação, a gestão das empresas tem que ser muito firme, profissionalizada e voltada para um controle estrito de fluxo caixa, de redução de custos e de aumento da competitividade dos pequenos negócios. Sem isso, o pequeno negócio não sobrevive mesmo se não tivéssemos essas preocupações no horizonte“, afirma.

Ele diz que os pequenos empresários já sentem os efeitos das restrições de crédito, mas isso não está causando maiores problemas para as empresas. “Nada tão dramático que leve a uma falta de linhas de crédito ou de capital de giro“, afirma. Segundo o diretor, os empréstimos com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) não foram afetados.

Para Santos, o momento não é de pessimismo. Ele acredita que a economia do país já sofreu impactos maiores com crises de menores proporções. “Hoje temos uma crise no centro do sistema e as repercussões no Brasil não têm sido tão graves como foram com crises muito menores, como a da Ásia, por exemplo. Isso me dá motivos para ser otimista“.

O diretor considera que o momento de crise pode ser uma boa oportunidade para setores que estavam sob forte concorrência dos produtos importados ou que diminuíram as exportações por causa da taxa de câmbio desfavorável.

O diretor do Sebrae aprova as ações do governo federal para minimizar os efeitos da crise, tanto a injeção de recursos no sistema financeiro como a continuidade das políticas de investimento, em especial das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). “Essas ações fazem com que o quadro se estabilize e as pequenas empresas são favorecidas com isso“, disse.

As micro e pequenas empresas empregam 60% da população economicamente ativa e são responsáveis por 20% do Produto Interno Bruto (PIB). De acordo com o Sebrae, 98% das empresas registradas são consideradas micro e pequenas empresas, por terem faturamento bruto anual de até R$ 2,4 milhões.

Fonte: Agência Brasil

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Vendas no varejo do país sobem

Marketing & Varejo

Comércio brasileiro conseguiu fechar, em 2008, com saldo positivo de 9,1%. Leia mais detalhes sobre os resultados do setor.

O comércio brasileiro conseguiu reduzir em dezembro o ritmo de queda das vendas e fechou 2008 com saldo positivo, graças ao forte desempenho do setor no início do ano passado, mostraram dados divulgados na última terça-feira (17/02).

As vendas do varejo em dezembro ficaram 0,3 por cento abaixo do que o verificado em novembro. Apesar de marcar a terceira queda mensal consecutiva, o recuo foi menor do que o estimado por economistas consultados pela Reuters, que esperavam uma queda de 1 por cento, de acordo com a mediana de 21 projeções. As estimativas variaram de queda de 5,7 por cento a alta de 0,8 por cento.

A receita nominal no período caiu 0,6 por cento, segundo informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em comunicado.

Na comparação com dezembro de 2007, o desempenho do setor foi positivo. As vendas cresceram 3,9 por cento, enquanto a receita registrou um avanço de 9,6 por cento.

O resultado das vendas neste tipo de comparação também ficou melhor do que o esperado por analistas, que projetavam um avanço de 3,2 por cento, de acordo com a mediana de 24 estimativas, que variaram de queda de 0,1 por cento a alta de 5,6 por cento.

Em 2008, como um todo, as vendas do setor cresceram 9,1 por cento, abaixo dos 9,7 por cento de alta apurados em 2007, enquanto as receitas nominais avançaram 15,1 por cento.

"O segmento de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo registrou expansão de 5,5 por cento no volume de vendas em 2008, em relação ao ano anterior, resultado que levou a responder por 29 por cento da taxa anual do varejo", afirmou o IBGE.

Por Rodrigo Viga Gaier e Renato Andrade
Fonte: Reuters

A crise segundo "Einstein"

"Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da  noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar "superado". Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que as soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la"

(Albert Einstein )

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Como manter as vendas do e-commerce em tempos de crise?

Dailton Felipini

Particularmente não gosto da palavra crise. Acho que ela amplifica excessivamente uma situação de desaquecimento econômico que é normal no capitalismo. De qualquer modo, esta foi a pergunta muito pertinente que me foi feita por um jornalista esta semana. A questão me fez refletir que o e-commerce no Brasil é tão recente que este é o primeiro momento de forte desaquecimento econômico a ser enfrentado. Ainda é cedo para avaliar como as vendas on-line vão se comportar nessa conjuntura, mas o resultado global de 2008 indicou um crescimento de 30% em relação ao ano anterior, o que continua a ser um resultado excelente, porém menor do que o crescimento anual médio de 40% apresentado nos últimos sete anos.

Mas, afinal, o que um lojista virtual pode fazer para tentar manter o ritmo de vendas, nessa conjuntura desfavorável? Seguem algumas recomendações:

Não deixe de investir na divulgação de sua loja.

Na conjuntura desfavorável, existe uma tendência natural dos comerciantes em cortar gastos, principalmente em publicidade. Isso diminui a oferta de  anúncios disputando a atenção do consumidor, consequentemente, aqueles  comerciantes que mantem sua presença através de anúncios com ofertas vantajosas acabam se destacando e ganhando novos clientes, que seriam mais difíceis de conquistar em outros tempos. Atenção! É preciso investir em publicidade, mas sempre de forma a maximizar o retorno do investimento. Para isso é fundamental comparar custos entre canais de divulgação que ofereçam resultados equivalentes. Exemplo: por que pagar 50 centavos por um clique, se é possível trazer um visitante de perfil equivalente por 20 centavos o clique? Novas tecnologias, como o Google Adsense, possibilitam o acesso a milhares de pequenos e médios sites com espaço publicitário de baixo custo e público altamente segmentados.

Priorize ações que ofereçam uma melhor relação custo/benefício.

Existem ações de marketing que muitas vezes são preteridas pelos gestores pelo fato de não trazerem resultado imediato. Mas, afinal, seu empreendimento vai continuar existindo independentemente da direção e força do vento que estiver soprando. E você poderia estar colhendo hoje o resultado de ações realizadas há meses ou anos atrás. Pense em ações de baixo custo e que geram retorno lento, porém constante. Exemplo: uma newsletter mensal para seus clientes e prospects oferecendo conteúdo de valor relacionado à sua área de atuação e, naturalmente, expondo discretamente seus produtos e serviços. O custo de implantação e gerenciamento de uma newsletter é baixo e ela vai gerar relacionamento, conhecimento de marca, fidelização e vendas de longo prazo.

Avalie o valor dos produtos oferecidos.

É exatamente nos momentos de “cinto apertado”, como o atual, que o consumidor toma decisões mais racionais sobre o quê, e onde, comprar. Analise suas oferta friamente e veja se ela realmente oferece valor ao comprador. Do ponto de vista do consumidor, valor de um produto ou serviço é a relação entre o benefício oferecido e que ele vai pagar para obtê-lo. Se a balança não pender para o lado do benefício, ele provavelmente não comprará de você. É claro que toda a abordagem mercadológica utilizada vai influenciar nessa avaliação e na decisão de comprar, porém, somente na primeira compra porque a partir daí, e no longo prazo, o que vai prevalecer é o valor real oferecido pelo produto. É por esse motivo que empresas vencedoras não pensam apenas no curto prazo.

Indique este artigo!

Dailton Felipini é mestre e graduado em administração de empresas pela Fundação Getúlio Vargas em São Paulo. Professor de comércio eletrônico na Universidade Mackenzie. Especialista em e-commerce, consultor e editor do site www.e-commerce.org.br.

sábado, 14 de fevereiro de 2009

BOLDNESS FRANCHISING – A MODA MASCULINA EM EXPANSÃO

Assistente de Exportação-1

A Boldness, é a mais nova marca a ingressar no Sistema de Franquias e estará expandindo seus negócios a partir do mês de abril de 2009. Sua experiência no segmento de moda jovem masculina lhe credencia para ser em breve uma rede forte na região.

Inicialmente terá como prioridade implantar parcerias através de franquias na região Nordeste, principalmente nas capitais dos estados do Maranhão – São Luiz; Piauí – Teresina; Rio Grande do Norte – Natal; Paraíba – João Pessoa; Pernambuco – Recife; Alagoas – Maceió; Sergipe – Aracajú; Bahia – Salvador.

E o momento não poderia ser melhor… Momento em que muitos procuram alternativas para investir com mais segurança e risco minimizados pela eficiência e aplicação do “know how” do franqueador. O Sistema de Franchising, segundo Artur Grynbaum, presidente da ABF continua em crescimento “A crise no mercado financeiro favorece o setor, pois os investidores procuram por segurança e a franquia é o tipo de negócio que está sob o controle direto do investidor”, declara. A expectativa para 2009 também é de crescimento, a ABF espera uma alta entre 12% e 13% no faturamento.

A consultoria da Boldness Franchising está sob a responsabilidade de Gualber Calado  consultor especialista com MBA em Marketing Estratégico e Sistema de Franchising. Gualber Calado já está no mercado de Franquias no Ceará há mais de 10 anos, e tem em seu portfólio franquias como CNA Idiomas, TuttiLeve – comidas leves, Belttty - moda gospel, WhiteStone – granitos, PoliMax, entre outras.

Com três lojas próprias na capital cearense a Boldness está sempre a frente e buscando a harmonia entre o casual e o funcional para o homem urbano. A Boldness Menswear estampa modernidade e bem estar em todos os seus produtos. Cada coleção firma ainda mais este posicionamento e demonstra que, muito mais do que roupas, Boldness significa um conceito.
E é por isso que hoje a marca Boldness se identifica com o homem ousado, atual, preparado para todas as ocasiões e que não dispensa o conforto e o estilo para cada momento.

Informações:

Boldness Franchising – Av. Monsenhor Tabosa, 253 - Praia de Iracema Cep: 60.165-010 Fortaleza Ceará – Telefone: (85) 3219-0934
E-Mail: boldnessfranchising@hotmail.comwww.boldness.com.br

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

A FORÇA DE UMA MARCA

Por Maria Isabel Montañés*
Quem atua como operador do Direito sempre está sujeito a  sucessivos sustos às sentenças e decisões  do Judiciário, por vezes hilárias. Contudo, também nos surpreendemos com as estratégias formuladas por advogados a fim de exonerar as marcas, seus titulares, de ações trabalhistas e fiscais.

Recentemente, em uma venda de marca, cuja empresa detentora possuía dívidas trabalhistas, um julgado do Superior Tribunal de Justiça transferiu a responsabilidade dos débitos ao comprador da marca. Estaria perfeitamente claro se a venda tivesse ocorrido durante o trâmite processual, denotando fraude contra os credores, mas se a transação ocorreu antes do inicio do litígio, não vejo como esta transferência de responsabilidade possa ser correta.

Tal sentença não estaria contra preceitos constitucionais, ato jurídico perfeito, direito adquirido e a segurança jurídica?
Mais uma vez, e não me canso de ratificar, a marca é o maior patrimônio de qualquer empresa. Há alguns anos, escritório da Cone Sul Marcas e Patentes, teve a oportunidade de participar da avaliação da marca Stella Barros em seu processo da massa falida. Nos anos 90, esta marca estava no seu apogeu, ninguém ia à Disney Word se não por meio da Stella Barros Turismo. Todavia, por percalços administrativos, nos mais tarde a empresa estava falida e desacreditada no mercado, ninguém mais queria ser seu usuário. Os protestos eram inúmeros e a sua falência foi requerida.

Pode-se imaginar que a marca tenha sido totalmente destruída, mas não foi o que aconteceu. O Síndico da massa falida, pretendendo angariar recursos financeiros, pôs a marca à venda. Ela foi avaliada e vendida por R$ 90.000,00. É pouco para uma marca deste gabarito? Possivelmente sim. Mas qual é o bem que está completamente destruído, ninguém querendo mais ouvir falar dele, e ainda consegue faturar este valor? Com certeza somente as marcas podem fazê-lo. Quem a adquiriu precisou guardá-la por um certo período, iniciou suas atividades modestamente, e pode se tornar  tão ou mais fortes que antes. Que maravilha!
Ainda existem aqueles que compram marcas com imagem maculadas, para se assegurarem que nunca mais voltarão ao mercado como seus concorrentes, tudo é uma questão de estratégia empresarial.

Recentemente, tomar conhecimento da volta  ao mercado da Mesbla e do Mappin, marcas que estão armazenadas  indelevelmente na mente  e no coração da geração Jovem Guarda, empresas que eram verdadeiras potências, foram as primeiras lojas de magazine onde podia-se encontrar de tudo e um pouco mais. Mas faliram ou as fizeram falir, não importa, o importante é que estão de volta, para a felicidade dos consumidores, mediante estratégias engenhosas dos advogados e um problema enorme para o Judiciário. Mas, assim é o mundo jurídico, tem-se saída para tudo.

Refletindo sobre o reaparecimento destas marcas, fica a dúvida: o consumidor ainda é o mesmo? E a função social da marca? Será que o consumidor, agora, muito mais exigente, que se preocupa com a ecologia mundial, com a procedência social da marca e que prima pela ética, ou será que tanto faz? Será que não importa os trabalhadores que tiveram seus empregos negados, seus direitos esquecidos? Conseguirão essas marcas  se perpetuar no tempo, a ponto de superar todas as divulgadas jurídicas e sociais e voltar a assumir seus antigos postos no rol das grandes marcas? É esperar para ver.

O  fundamental de todas estas histórias  é  que o empresário tenha consciência cada vez maior  do valor patrimonial de sua marca, que jamais se esqueça de sua responsabilidade sobre a imagem da marca. Se for positiva poderá levá-lo às alturas empresariais, mas também pode arruiná-lo do dia para a noite. Proteção da marca é também consciência ética.

Por: Montañés, Maria Isabel - 11/02/2009

Maria Isabel Montañés - É agente da Propriedade Industrial e diretora da Cone Sul Marcas e Patentes.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

O fim dos esquilos cegos

Por Marcelo Cherto

Em períodos de abundância, como o que atravessamos nos últimos anos, até um esquilo cego encontra uma noz aqui, outra ali, e assim vai vivendo.

Traduzindo: com grana sobrando no mercado, qualquer um vende qualquer coisa... mesmo que trabalhe mal.

Em tempos de vacas magras, como os que se anunciam, vai vender e crescer quem realmente se preparar para isso... inclusive contando com os canais certos, estruturados da forma adequada e geridos com o máximo de efetividade.

Daqui para a frente, vai vender qum for profissional. E fizer o que resolve.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Mercado brasileiro de tecnologia movimentou R$ 60,2 bilhões em 2008

IDG Now!

O mercado de tecnologia brasileiro movimentou 60,2 bilhões de reais em 2008, afirma estudo da IT Data e do Instituto Sem Fronteiras. O número revela crescimento de 11% sobre os resultados de 2007.

Do total, segundo o levantamento, 49 bilhões estão relacionados a investimentos de empresas e 11,2 bilhões são relativos a compras de pessoas físicas.

O mercado corporativo não sofreu o impacto da crise em seu orçamento no ano passado - pelo contrário, cresceu 10%, priorizando projetos de governança, ERP (Enterprise Resource Planning) e BI (Business Inteligence).

Mas a crise afetou os investimentos para este ano. Um levantamento com 400 Chief Information Officers aponta que o orçamento para 2009 será quase o mesmo de 2008, o que interrompe cinco anos de crescimento acima de 10% no mesmo, devido ao desfavorecimento do dólar.

No caso das compras de pessoas físicas, o crescimento em 2008 foi de 14% em relação a 2007, mas poderia ter ultrapassado os 20% sem a crise econômica.

Homens e mulheres são diferentes na hora de gastar e de pagar, diz TeleCheque

Info Money Pessoal

SÃO PAULO - Pesquisa divulgada nesta quinta-feira (29) pela TeleCheque aponta que, do total de brasileiros endividados, 57,08% são mulheres. Para a gerente da Instituição, Cláudia Maciel, o dado não surpreende: "os homens são mesmo mais controlados na hora de gastar. Eles são mais racionais nesse quesito".

Porém, Cláudia conta que, mais do que evidenciar que os homens planejam mais seus gastos, os números revelam que grande parte das mulheres independentes possuem dificuldade em gerir suas finanças.

"Das 57,08% das endividadas, mais de 44% são solteiras. Esse é o preço que muitas mulheres pagam por serem independentes. Elas trabalham, são maduras, mas muitas vezes fica difícil gerenciar a renda com os gastos", afirma.

Gastos e pagamentos

A gerente conta ainda que, na hora de gastar, o vilão do orçamento de homens e mulheres é o mesmo: o vestuário. "Esse é o lugar onde ambos os sexos mais gastam: as lojas de roupas".

Porém, ela conta que há diferenças em outros gastos. "Homem gosta de carros e objetos eletrônicos, mulher é mais guiada pela vaidade: roupas, produtos de beleza e perfume". E completa: "Elas compram mais pela emoção, se deixam levar pelos sentimentos e chegam a comprar para suprimir alguma frustração. Eles compram por status e poder. Não é à toa que a maioria dos homens têm como sonho de consumo um carro poderoso".

Cláudia afirma ainda que esses gastos devem mudar nos próximos meses. "A crise financeira está mais evidente agora, com as manchetes dos jornais estampando o grande número de demissões que estão ocorrendo em todo o mundo, por exemplo. Assim, os gastos devem mudar e ficarão focados em itens de primeiras necessidade. Acreditamos que, ao fim do primeiro trimestre desse ano, vamos constatar que o maior índice de endividamento estará em itens ligados à alimentação".

E, na hora de pagar as contas, a gerente afirma que os homens são mais organizados. "Quando parcelam suas compras, por exemplo, eles anotam seus gastos e sabem quanto vai vir na fatura do cartão de crédito no final do mês. Muitas mulheres não fazem isso, o que faz com que, na hora que a conta chega, não se tenha a quantidade necessária para pagar. Isso gera endividamento e inadimplência".

domingo, 25 de janeiro de 2009

Circula por aí... Nova maneira de se contratar a pessoa para a função certa.

Após numerosos estudos, um grupo de psicólogos encontrou um método infalível para que uma empresa consiga contratar as pessoas certas para cada cargo ou função. É o seguinte:

1- Coloque todos os candidatos juntos num galpão.

2- Disponibilize 200 tijolos para cada um.

3- Não dê orientação alguma sobre o que fazer.

4- Tranque-os lá.

5- Após seis horas, volte e verifique o que cada um fez.

Os psicólogos que desenvolveram o método estão convencidos de que:

1 - Os que tiverem contado os tijolos, contrate como Contadores.

2 - Os que tiverem contado e, sem seguida, recontado os tijolos, certamente darão ótimos Auditores.

3 - Os que tiverem espalhado os tijolos, não há dúvida: são Engenheiros.

4 - Os que tiverem arrumado os tijolos de maneira muito estranha, difícil de entender, coloque no Planejamento e Controle de Produção.

5 - Os que estiverem jogando tijolos uns nos outros, coloque em Operações.

6 - Os que estiverem dormindo, coloque na Segurança.

7 - Aqueles que houverem picado os tijolos em pedacinhos e estiverem tentando montá-los novamente, devem ir direto para o departamento de Tecnologia da Informação.

8 - Os que estiverem sentados sem fazer nada ou batendo papo-furado, devem assumir alguma função na área de Recursos Humanos.

9 - Os que disserem que fizeram de tudo para diminuir o estoque mas a concorrência está desleal e será preciso reduzir o preço dos tijolos e conceder maiores facilidades aos compradores, são Vendedores natos. Devem seguir direto para o Comercial.

10 - Os que já tiverem saído, contrate como Gerentes.

11 - Os que estiverem olhando pela janela com o olhar perdido no infinito, devem trabalhar em Planejamento Estratégico.

12 - Os que estiverem conversando entre si com as mãos nos bolsos, demonstrando que nem sequer tocaram nos tijolos e jamais o fariam, é melhor cumprimentar com muito respeito, pois certamente serão contratados como Diretores.

13 - Os que tiverem levantado um muro e se escondido atrás dele vão para o Departamento de Marketing.

14 - Os que afirmarem não estar vendo tijolo algum na sala, são Advogados. Devem ir diretamente para o Departamento Jurídico.

15 - Os que reclamarem que os tijolos 'estão uma porcaria, sem identificação, sem padronização e com medidas erradas', coloque no Controle de Qualidade.

16 - Os que estiverem chamando os demais de 'companheiros', é melhor dispensar imediatamente, antes que criem um novo sindicato.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Em tempos de crise, crie estratégias diferenciadas de preço

Por Federico Amory*
Poucas empresas estão dando à variável preço a importância que merece. A grande maioria acredita, ou pelo menos age como se acreditasse, que basta se igualar aos principais concorrentes para continuar sobrevivendo. E param por aí.
Para seu negócio sobreviver no meio de tantas ofertas e vantagens que seus concorrentes oferecem para seus clientes, é preciso criar e saber implantar estratégias diferenciadas de preço. Mas como criar essas vantagens competitivas?
Recentemente, um empresário perguntou como poderia fazer para sair de uma vez por todas das crescentes “guerras de preços”, pois já não agüentava mais baixar seus custos, comprometendo cada vez mais a qualidade, o desempenho da organização e a sua própria sobrevivência. Em outras palavras a empresa estava se afundando.
Somente através da diferenciação e dos custos controlados (não significa baixar custos arbitrariamente), é possível erguer-se perante as empresas que sobrevivem “apagando incêndios”. Estes são atributos que, independentemente do tamanho e da época, sua empresa pode desenvolver gradativamente.
Essa ponderação é confirmada por uma pesquisa realizada recentemente para achar o chamado Índice de Prestígio da Marca Corporativa (IPMC), na qual foram
avaliados cinco quesitos: Qualidade dos Produtos e Serviços, Admiração e Confiança, Responsabilidade Social e Ambiental, Inovação e, ainda, Histórico e Evolução. Além de avaliar quanto cada marca se identificava com esses quesitos, os entrevistados apontaram qual a importância que eles davam a cada um desses aspectos.
A Qualidade dos Produtos e Serviços foi apontada como o atributo mais importante. Isso mostra que, se o produto não tiver a qualidade desejada, não adianta mascarar a reputação com outros atributos. Isso é valor percebido pelo cliente, significa diferenciação.
De maneira geral, na perspectiva do cliente, o núcleo da estratégia consiste na criação de uma proposição de valor sustentável envolvendo: preço, qualidade, disponibilidade dos produtos, sortimento, funcionalidade, serviço, parceria e imagem de marca. Quando um empresário opta por conquistar clientes somente na base do preço, está praticamente indo no sentido contrário, pois não demorará muito e não terá mais condições, nem recursos, para defender seu IPMC.
Desenvolver a diferenciação e controlar os custos não é tarefa fácil. Exige uma orientação profissional, uma liderança comprometida com resultados, uma metodologia testada e comprovada, o aproveitamento do potencial criativo e inovador dos membros da organização e a tecnologia da informação compatível.
Três variáveis influenciam a definição de preços: valor percebido pelo cliente, conhecimento dos principais concorrentes e gestão de custos eficaz.
Em primeiro lugar é preciso ter cuidado com estratégias baseadas em descontos e outros incentivos para alavancar as vendas. Se estas não forem criadas com conhecimento do quanto varia a lucratividade da empresa, sem objetivos e critérios claros, sustentados e integrados a um plano estratégico, podem provocar muitos problemas no futuro. A maioria dos problemas organizacionais e de desempenho fraco (ou negativo) tem sua origem em decisões impulsivas, arbitrárias e amadoras de seus líderes, assim como na falta de visão e de reação oportuna às mudanças.
A maioria das empresas define o seu preço de venda baseada unicamente em seu custo de aquisição, acrescentando a este uma porcentagem arbitrária, aquela que lhe foi passada pelos ancestrais ou a que vem aplicando desde que a empresa era pequena, e então, chega um momento em que o dinheiro começa a escoar entre os dedos, não se sabe para onde está indo e, então, começa-se a pagar as contas com atraso, pois não se tem a mesma disponibilidade financeira de antigamente. Por que isso acontece? A principal causa está no desconhecimento dos custos. Muito provavelmente os custos fixos e/ou variáveis cresceram, absorvendo o que antigamente era o lucro, os quais mantinham a empresa saudável financeiramente.
Um dos temas que se tem discutido muito é a inovação na gestão e a sustentabilidade do negócio. Ter um negócio sustentável significa controlar diariamente os índices de lucratividade de cada um dos seus produtos e serviços e, para isso, a eficácia e eficiência do modelo de apuração de custos tem um papel muito importante. Essa é a primeira área que deve ser avaliada e aperfeiçoada para se ter condições internas de criar estratégias diferenciadas de preços.
Por que hoje são mais importantes as estratégias diferenciadas de preço?

  1. Clientes mais exigentes, porque estão melhor informados;
  2. Concorrência globalizada;
  3. Ampliação das opções dos clientes e dos concorrentes, através da internet;
  4. Pouca importância dada ao desempenho interno da organização e à gestão de custos;
  5. Concorrência mais agressiva;
  6. Aproveitamento indevido (ou pobre) das novas tecnologias;
  7. Aplicação de estratégias baseadas em crenças antigas, as quais não mais correspondem à nossa realidade atual;
  8. A falha na identificação das causas reais das quedas em vendas.
As estratégias diferenciadas de preço são o modelo de gestão do negócio que parte de uma seleção de clientes, identifica e cria o que este valoriza e está disposto a pagar e reorganiza seus processos e custos, eliminando o que não agrega valor e investindo em estratégias inovadoras, que nascem da administração participativa e diretrizes identificadas no processo de planejamento estratégico.
Para finalizar, considere o seguinte: seu concorrente pode colocar os mesmos preços e até um pouco abaixo dos seus, pode imitar as campanhas promocionais e de publicidade que você cria, pode, inclusive, treinar seus funcionários para a melhoria do atendimento, comprar um software de última geração para a gestão do negócio etc. Agora, tem uma coisa que vai ser difícil de imitar: o controle dos custos.

Amory, Federico em 09/12/2008

Federico Amory - É o líder principal da Eficaz Consultoria de Gestão (Amory Serviços S/C Ltda) (www.empresa-eficaz.com.br/ ), consultor, palestrante e escritor de artigos de vendas e gestão por resultados. E-mail: amory@empresa-eficaz.com.br

Fundador da Datasul adquire 2ª companhia em 6 meses

O executivo Miguel Abuhab, que fundou a Datasul há 30 anos e no ano passado promoveu sua fusão com a Totvs, anunciou nesta terça-feira sua segunda aquisição em seis meses.
O executivo comprou 100% do controle da Vivacadena, fornecedora holandesa de sistemas de gestão da cadeia de suprimentos, por 5,5 milhões de euros.
O negócio foi realizado por meio da Agentrics, empresa norte-americana especializada em serviços da cadeia de suprimentos focada no varejo, que o executivo adquiriu por 50 milhões de dólares em agosto de 2008.
Com clientes como Nike, Snap on Tools, WE Europe e Premier Foods, a Vivacadena fornece um software e também serviços de consultoria para ajudar as empresas a executar estratégias em sua cadeia de abastecimento.
Abuhab criou a M. Abuhab Participações S.A. (MAP), que já controla a NeoGrid no segmento de sistemas para automatizar a cadeia de suprimentos. Nos últimos anos, a Neogrid foi fortalecida com as compras da Xplan Business Solutions, em 2006, e da Mercador (do Grupo Telefônica), em 2007.
"A negociação com a Vivacadena reforça nossa estratégia de expansão no exterior. Meu objetivo é exportar conhecimento ao exterior e trazer novas soluções ao mercado brasileiro", explicou Miguel Abuhab, em comunicado à imprensa.

Fonte: Reuters
21/01/2009

Dicas comportamental

POR ABRAHAM SHAPIRO.

Há uma razão por que as coisas acontecem?

É questão de crer. Cada fato da vida, mesmo os que parecem isolados, envolve um número de conexões com muitos outros fatos menores ou maiores. Quando todas as conexões acontecem, então o entendimento é revelado. Não é aleatório. Há uma lei que rege isto.

Qual a razão dos meus desequilíbrios pessoais?

Eu mesmo; e minhas escolhas; deixar-me governar por minhas ansiedades; permitir que minhas fraquezas dominem; desprezar a segurança das minhas próprias forças. Quando sou desafiado e ofendido, logo revido com desafios e ofensas. Passado um tempo, vejo os benefícios que perdi por não ter-me calado. Alguém me disse, certa vez: "Há dois remédios para o mal: o tempo e o silêncio".

"Tudo tem um tempo". Nada acontece antes ou depois que seja o seu tempo de acontecer. O homem, por seu livre arbítrio, pode fazer muitas coisas.

Mas elas só terão efeito a seu devido tempo, pois, tudo tem um propósito. Se eu não entendo qual seja este propósito, devo parar, pôr-me de lado, refletir e aprender. Isto perdurará até que todos os fatos conectados ao fato principal aconteçam. Então, o propósito será revelado e o entendimento vem.

Quando me sobrevém algo desagradável inesperadamente, melhor que a revolta ou a contrariedade é a espera.

Aguardar horas, dias, meses pode ser difícil, sim. Mas é remédio. Traz cura. A razão? Quem espera vê os desdobramentos dos fatos conectados e periféricos. Assim, esperar é bom.

As pessoas nos julgam.

Elas se esquecem de quem são – ou do que são. Elas se esquecem de sua própria condição de rés. Mas condenam. Dão-se o direito de emitir um veredicto sumário e, com isso, interferem no trajeto daqueles a quem julgam. Daí nascem conflitos graves. Como agir frente a isto? Com calma. Refletir sobre as possíveis razões – evidentes ou não – deste julgamento ter ocorrido. Há razões até para uma pedra que se chutou no caminho. Melhor é aguardar o momento oportuno da resposta do que perder-se na ansiedade de fazê-lo já. Confiar em D-us. Saber e esperar pela justiça do Justo.

E-le é quem julga os falsos juízes deste mundo.

A melhor opção é blindar os sentimentos pessoais e não expô-los a qualquer um. O mesmo se dá em relação a opiniões, pensamentos e reflexões a quem não concernem. A melhor convivência social é aquela em que as pessoas não abrem assuntos íntimos e fatos de suas vidas. Para cada um, seus próprios assuntos. Jamais se deve importar temas de outros relacionamentos ou ambientes para dentro desta convivência. Sabedoria é colocar cada assunto em seu devido lugar e hora.

Equilibre-se.

Chame sua própria atenção com severidade, se preciso for. Focalize-se sobre sua conduta e ajuste-a a seus valores e princípios maiores. Não se exponha a situações que os comprometam. Antes disso, porém, saiba quais são os seus valores e princípios. Enumere-os, recite-os em voz alta e mantenha-os diante de si permanentemente.

Seja humilde a ponto de saber convictamente que o poder de D-us está sobre todos os governos e todos os julgamentos. Ainda que todos os homens lhe julguem e lhe condenem, a única palavra que imperará é a do Todo-Poderoso. A E-le pertence o dito final. E saiba que E-le poderá emitir uma sentença diametralmente oposta àquilo que decidiram os homens.

O que vêem os homens?

Somente o que é visível. Animais veem diferente. Alguns menos, outros mais. Contra os homens, porém, pesa um agravante: muitas vezes não veem tudo o que é visível. As pessoas são tendenciosas, deixam-se guiar por crenças e premissas não provadas. Apenas crêem. E é com isso que julgam. Mas o Rei tudo vê. E-le vê o que está dentro e fora do mundo dos fatos. E-le vê intenções e objetivos. E-le reconhece acidentes de percurso e sabe porque ocorreram. Só E-le vê completamente. Por isso, a sabedoria diz: " Espera n'E-le!"

Tudo mudou de um momento para outro? Tudo parecia bem, mas agora virou de cabeça para baixo? Não aja ainda. Não pressuponha que você sabe tudo, pois, não sabe. Lembre-se: há uma razão para isso ter ocorrido. E se sobreveio a você, esta razão tem a ver com você. Deixar tudo se acomodar por si não concorda com a lógica deste mundo. Nós estamos no Mundo das Ações, portanto, algo deverá ser feito com respeito a isto.

Uma atitude.

A questão é: "quando?" Não é já. Até que seja hora, reúna mais conhecimentos. Entenda antes de agir. Entenda, ao menos, o que for possível entender para planejar bem o que fazer. Evite ao máximo errar.

Agir de imediato amplifica as chances de erro. Além disso, nunca se esqueça que tudo pode mudar de um momento para outro. O motivo? Há forças desconhecidas atuando em proporções que você desconhece. Há situações e conclusões que, por enquanto, estão só no pensamento dos outros. Até que venha mais luz sobre isso, qualquer atuação poderá ser fonte de novos problemas.

Abraham Shapiro é consultor e coach de líderes. Tem resultados na interação entre as áreas de vendas e marketing. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é: simplicidade. Contatos: shapiro@shapiro.com.br ou (43) 8814-1473

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Comércio varejista no Ceará cresce 2,9%

Índice é obtido na comparação entre os meses de outubro e novembro de 2008. Entre os estados com acréscimo, o Ceará ocupa a segunda colocação

As vendas do comércio varejista no País caíram 0,7% em novembro de 2008, ante outubro, na série com ajuste sazonal, segundo o IBGE. No entanto, nos resultados regionais, sete unidades da federação tiveram variações positivas. Entre eles, o Ceará, que registrou crescimento de 2,9%. Os outros acréscimos aconteceram no Piauí (3,0%) e em Rondônia (1,7%).
Em relação aos resultados negativos, 20 estados assinalaram quedas. As maiores reduções foram no Rio Grande do Norte (-3,7%), Maranhão (-3,6%), em Sergipe (-3,3%) e no Tocantins (-3,0%).
Na comparação com novembro de 2007, as vendas aumentaram 5,1%. As vendas do varejo acumularam alta de 9,8% de janeiro a novembro de 2008 e o mesmo porcentual no acumulado de 12 meses.
O IBGE divulgou também uma revisão no resultado das vendas do comércio varejista em outubro ante setembro de 2008, de queda de 0,3% apresentada anteriormente para queda de 0,9%. Os técnicos do instituto explicam que a mudança resultou da introdução de novos dados na série com ajuste sazonal, de acordo com a metodologia utilizada na pesquisa.

Fonte: Redação O POVO Online e Agência Estado

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Crise? Que crise?

Internet ignora crise e registra alta de 30% nas vendas

Folha Online

O comércio eletrônico fechou 2008 com faturamento de R$ 8,2 bilhões, 30% acima de 2007, de acordo com a e-bit, empresa especializada no setor.

Antes da crise, a previsão era chegar a 35% de alta, o que mostra que as vendas não foram tão impactadas pela turbulência no mercado financeiro. Nesse cálculo não entram veículos, passagens aéreas e leilões.

O diretor da e-bit, Pedro Guasti, diz que a alta nas vendas na internet se deve à "esperteza do consumidor". "A rede é um meio que oferece múltiplos tipos de informação para os usuários, que acabam se sentindo mais seguros", afirma o executivo, em nota.

No ano passado, 3,7 milhões de consumidores fizeram sua primeira compra pela internet, o que ajudou a incrementar as vendas on-line. Entre os fatores que contribuíram para a chegada de novos consumidores está a entrada de grandes varejistas na rede. "A fidelidade de alguns consumidores faz com que eles associem a marca da loja física à da loja virtual", diz Guasti.

Para 2009, a expectativa é que o crescimento fique entre 20% e 25%, em relação ao ano passado, chegando a um faturamento de R$ 10 bilhões.

Domínio dos laptops pode tornar PCs de mesa obsoletos

Portal Exame - Por Kelvin Soh

TAIPÉ (Reuters) - A era do computador de mesa parece ter acabado depois que as vendas de seu primo mais portátil, o laptop, dispararam e os consumidores passaram cada vez mais a procurar máquinas leves e com design bonito para uso em casa, cafés ou a caminho do trabalho.

Não havia um único computador de mesa entre os 10 mais vendidos da lista de PCs e hardware da Amazon.com, no final de semana anterior ao Natal. Na lista, sete laptops apareciam.

Foi mais um sinal de que o antigo domínio dos computadores de mesa está desaparecendo, conforme os avanços nos sistemas de comunicação sem fio e a queda nos preços fazem dos laptops a opção preferencial para milhões de usuários no mundo.

"Tanto em termos de preço quanto de desempenho, os laptops são tão competitivos, agora, que surpreende que não tenham sido capazes de ultrapassar os computadores de mesa ainda mais cedo", disse Peter Lin, analista da iSuppli.

"A capacidade de navegar sem fio pela Internet em lugares públicos, a necessidade de poder carregar o escritório consigo quando a pessoa viaja e linhas de laptop cada vez mais amplas resultaram em uma redução nas vendas de computadores de mesa", afirmou.

Os laptops atingiram um marco no terceiro trimestre de 2008, quando pela primeira vez registraram vendas superiores às dos computadores de mesa, de acordo com o grupo de pesquisa iSuppli.

Com nível de preço inicial de 300 dólares para alguns modelos básicos, os laptops devem reforçar sua posição em 2009. A projeção é que respondam por cerca de 55 por cento dos embarques totais de computadores, de acordo com o grupo de pesquisa IDC.

Muitas das empresas que aguardam ansiosamente pela era do laptop estão em Taiwan, que responde pela fabricação de cerca de 80 por cento dos laptops vendidos no mundo. Entre elas estão as duas maiores produtoras terceirizadas do mundo, a Quanta e a Compal Electronics, e duas das marcas de laptop mais agressivas, a Acer e a Asustek.

Enquanto essas empresas registram alta em sua participação de mercado, as duas maiores fabricantes mundiais de computadores, Hewlett-Packard e Dell, estão perdendo participação.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Futebol e Marketing são as bases para o sucesso da Roxos e Doentes

Por Thiago Terra
thiago@mundodomarketing.com.br

A paixão pelo futebol é uma característica do povo brasileiro independente da região. Assim como o grito da torcida no estádio lotado, o futebol inspira executivos a criarem negócios movidos pela paixão. Visando atender exclusivamente o torcedor de futebol, a Roxos e Doentes completa 10 anos em 2009 de envolvimento com o torcedor do esporte mais popular do país. Para eles, o esporte é um negócio lucrativo.

Investindo principalmente no ponto-de-venda, a empresa é responsável por 33 lojas oficiais de diversos clubes no Brasil, incluindo as itinerantes que circulam pelas cidades oferecendo produtos originais dos times locais. O posicionamento da empresa é baseado em estratégias que envolvem o torcedor com seus ídolos através de eventos e venda de ingressos.

Para este ano, a Roxos prepara uma comemoração em grande estilo para celebrar uma década de vida levando torcedores para assistir a grandes clássicos do futebol mundial. Para atingir o patamar atual de atuação no Brasil, a companhia mostrou que tem habilidade com a bola nos pés e visão de jogo quando o assunto é Marketing Esportivo.

Futebol, emoção e paixão no DNA
A Roxos e Doentes mostra que está em plena forma para correr atrás de novos negócios que integrem clubes de futebol e torcida através de uma estrutura criada para oferecer emoção. Recentemente a empresa inaugurou a loja oficial do Flamengo no centro do Rio de Janeiro e atingiu um total de 33 operações no Brasil.

De acordo com Eduardo Rosemberg (foto), sócio-diretor da Roxos e Doentes, o principal diferencial das lojas está no DNA da marca. “A empresa foi formada por pessoas apaixonadas por futebol, que é a base para todo planejamento. Há dez anos, o único projeto era o de sermos um espaço dedicado ao torcedor e não apenas uma loja”, explica.

A Roxos iniciou um trabalho de ampliação do portfólio de produtos para sair do padrão de vender apenas camisas. “Percebemos que o negócio poderia ser bom para as franquias, para o clube e para o torcedor, através de produtos de papelaria e decoração além dos uniformes dos clubes”, conta Rosemberg em entrevista ao Mundo do Marketing.

Novas experiências e extensão digital
Todas as lojas da Roxos e Doentes são desenvolvidas sob a atmosfera do esporte e este é um dos pilares do negócio. Através de franquias, a empresa consegue oferecer a mesma experiência para torcedores de diferentes regiões de um mesmo estado. “A Roxos foi a primeira empresa que conseguiu juntar futebol e franquia, duas coisas que só crescem no Brasil. Faltava uma empresa para assumir esse papel”, diz ao site Marcelo Cherto, Presidente do Grupo Cherto, consultoria especializada em franchising e canais de venda.


Ponto-de-venda da Roxos e Doentes no Minas Shopping, Belo Horizonte

Porém, não basta apenas encantar o cliente quando o objetivo é vender produtos e, por isso, o departamento de Marketing trabalha para que toda emoção do torcedor se transforme em vendas. “Fazemos promoção com ingressos para partidas, tarde de autógrafos com jogadores e tudo o que é preciso para fugir da velha plataforma de dar desconto. Ao levar um jogador para a loja o cliente enxerga de forma diferente”, afirma Rebeca Garcia, Gerente de Marketing da Roxos e Doentes.

Seguindo os passos da torcida, a Roxos também investe em e-commerce com o objetivo de alcançar um público ainda maior. “Nossa loja virtual é mais um canal de venda e estamos trabalhando para que ela tenha os mesmos produtos do PDV. O objetivo é atingir outras cidades e estados em que não haja loja”, explica Rebeca ao Mundo do Marketing.

Franquias com o aval de quem conhece
Em seu primeiro ano de atuação, a Roxos e Doentes fechou sua primeira parceria com o Corinthians, reunindo em um espaço os produtos licenciados do clube sob o conceito do futebol. Hoje, a empresa vê uma boa oportunidade de visibilidade para a marca com a contratação do jogador Ronaldo. “Dentro da loja poderemos explorar um pouco mais a imagem dele. Certamente será usada, mas ainda não está definido como”, despista a Gerente de Marketing, Rebeca Garcia.

Para a loja do Flamengo, a Flashop, a expectativa é de que a abrangência seja maior devido à aceitação da marca do clube em diversas regiões do Brasil. “Fizemos um estudo que mostra que o Flamengo tem a maior torcida em 16 estados diferentes. Neste caso é possível trabalhar com franquias em pontos diferentes do país”, avalia Cherto (foto).

De acordo com o Presidente do Grupo Cherto, a melhor saída para os clubes que podem investir em pontos-de-venda exclusivos é entregar o projeto para quem entende do assunto. De acordo com o sócio-diretor da Roxos e Doentes, o investimento neste canal de comunicação e venda faz a diferença. “Queremos que as pessoas sintam vibração e sensações diferenciadas ao entrar nas lojas. Isto é essencial porque o envolvimento é tudo para este público”, completa Edurado Rosemberg.

Mundo do Marketing: Publicado em 8/1/2009

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Parem de falar em crise !!!!

Vi a imagem acima em vários blogs de pessoas que sabem das coisas. E fiquei com a impressão clara de que está todo mundo cheio dessa história de ficar falando em crise e enfiando a cabeça no buraco (deixando o bundão de fora), "a la avestruz".

A saída envolve empreender, inovar, trabalhar. Entra em pânico, choramingar e botar a culpa nos outros não leva a nada !!!

Vamos fazer nossa parte!

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Crise estimula consumidor a pagar à vista, diz ACP

Fonte: Investnews

A crise financeira internacional faz recuar as vendas a prazo e induz o consumidor a pagar as compras à vista, o que é um bom negócio para o comércio, na avaliação da Associação Comercial do Paraná (ACP).

Segundo o vice-presidente de Serviços da entidade, Élcio Ribeiro, a previsão para este Natal é de aumento de 4% nas vendas a prazo, percentual menor do que o do passado, que foi recorde (13,3%).

"A vantagem é que o consumidor terá o poder nas mãos. Com dinheiro, ele pode negociar com o empresário. O empresário, com recursos em caixa, pode negociar com o fornecedor. É o efeito cascata, que beneficia toda a cadeia e que pode resultar num dos melhores natais para o comércio", afirmou.

De acordo com Ribeiro, o valor médio da compra por consumidor deve ser de R$ 70 e a maior parte deve optar por confecções e calçados.

"Estamos lidando hoje com um consumidor bem-informado", disse o vice-presidente.

O recuo nas vendas a prazo e o aumento da taxa de inadimplência foram os dois sintomas verificados pelo comércio logo no início da crise. A explicação para isso, segundo Ribeiro, é que o consumidor foi cauteloso: pagou as contas que considera prioritárias, deixou dinheiro no bolso para emergências e preferiu pagar a prestação de compras já feitas com o décimo terceiro salário.

"Por exemplo, até agosto, durante cinco meses, a taxa de inadimplência se manteve em queda de 0,21%, a menor da série histórica iniciada em 1994. No mês de agosto foi 0,14% negativa, em setembro saltou para 0,21%. No último mês de outubro recuou para 0,15%", destaca.

A ACP recomenda que os empresários não repassem possíveis ajustes do dólar ao consumidor em uma só parcela. Ele acredita que o setor só vai sentir "de verdade" os efeitos da crise financeira internacional no início do ano que vem.

"Ela vai demorar de 90 a 120 dias para chegar ao varejo" prevê o vice-presidente da entidade.As informações são da Agência Brasil.

Natal aquece vendas de chocolate, diz Abicab

Diário do Grande ABC

O Natal já é considerado uma ‘segunda Páscoa’ para os fabricantes de chocolate. As vendas de produtos de chocolate de uso continuado (como barras, bombons e tabletes) devem alcançar 26,1 mil toneladas em dezembro – um aumento de 5% ante o mesmo mês de 2007, segundo a Abicab (Associação Brasileira da Indústria de Chocolate, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados).

A média mensal deste ano estimada pela entidade foi de 23,8 mil toneladas, um crescimento de 4,8% ante o mesmo período de 2007. No ano passado, a média mensal foi de 22,7 mil toneladas, 15,8% acima de 2006 (com 19,6 mil toneladas).

No final do ano, os fabricantes de chocolate estimulam o desejo dos consumidores, exercendo toda a sua criatividade com o lançamento de produtos alusivos à época, seja em formatos, seja nas embalagens ou no conceito. Além de presente pessoal, o chocolate também tem sido oferecido como brinde de empresas, é parte importante das cestas de Natal e também vai à mesa como ingrediente nobre do cardápio das ceias e almoços festivos.

"Nosso lema é que o chocolate qualifica quem dá e agrada a quem recebe", diz o vice-presidente da Abicab, Mauricio Weiand. "É um produto eclético. Pode ser sofisticado, exótico, proporcionar diversão e, ao mesmo tempo, oferece uma grande variedade de sensações de prazer", comenta.

Gualber Calado faz palestra no 1 Franchising Nordeste - Recife 2009