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Este blog foi desenvolvido para discutir, informar e difundir os desafios do marketing no mundo atual, ajudando a realização da venda com excelência.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

SÓ DE PENSAR EM DINHEIRO A PESSOA SENTE MENOS DOR

Kathleen D. Vohs

Tese: o dinheiro dá ao indivíduo uma força interior e pode reduzir o sofrimento físico e psicológico. Aliás, a mera ideia do dinheiro tem esse efeito.

Estudo: Kathleen Vohs fez um grupo de voluntários contar cédulas de dinheiro e outro, tirinhas de papel. Em seguida, pediu que mergulhassem as mãos em água extremamente quente ou jogassem um jogo de computador no qual, sem que soubessem, seriam excluídos por outros jogadores. A turma que molhou a mão teve de avaliar a dor sentida; a que jogou o joguinho, a sensação de exclusão. Quem tinha contado dinheiro sentiu menos dor e uma sensação de exclusão menor.

Dúvida: será verdade mesmo que o vil metal deixa a pessoa mais forte e aumenta sua resiliência física e psicológica?

Professora Vohs, defenda seu estudo.

Vohs: O efeito do manuseio de dinheiro foi bastante pronunciado. Nos quatro cenários que testamos, a sensação de dor ou exclusão social relatada por aqueles que mexeram com dinheiro foi consideravelmente menor. O efeito foi tão forte que sabíamos que, na mão inversa, o impacto seria o mesmo. Para provar, fizemos outro experimento. Pedimos que certas pessoas pusessem no papel todas as despesas do mês anterior e, outras, que anotassem como ficara o tempo. Quando submetemos os voluntários a uma situação dolorosa, a mesma para todos, quem tinha discriminado os gastos sentiu mais dor física e emocional do que quem tinha descrito as condições climáticas. É um efeito consistente. Se temos dinheiro, nos sentimos fortes. Se não temos, nos sentimos fracos.

E essa força vem da mera proximidade com a ideia do dinheiro?

Sim. Repetimos o experimento com outros bens de valor — bilhetes de loteria, cartões de crédito, jóias — e nenhum teve o mesmo efeito.

Seu estudo não mostrou também que o dinheiro nos deixa mais egoístas?

Foi esse o retrato que a imprensa deu da minha pesquisa anterior. De repente, virei a pessoa que provou que o dinheiro era a fonte de todo o mal. Foi irritante, pois nem de longe é a verdade toda. As conclusões eram muito mais matizadas.

Descobrimos, sim, que o dinheiro faz a pessoa querer trabalhar sozinha e não pedir ajuda. Derruba, também, nossa disposição a ajudar. Quando estamos pensando em dinheiro, preferimos sentar longe dos outros [veja o quadro Efeito Distanciamento]. O dinheiro aumenta até nossa propensão a querer desfrutar de atividades de lazer sozinhos, e não na companhia de amigos, digamos.

Se, para começo de conversa, a pessoa se sente socialmente excluída, o dinheiro se torna mais importante para ela. Num estudo, quando se sentiram excluídos, os participantes disseram que abririam mão de mais daquilo que os fazia felizes para ficarem milionários. Também doaram menos para orfanatos.

Mas também descobrimos que o indivíduo fica mais autossuficiente por causa do dinheiro. A mera proximidade de cédulas de dinheiro do Banco Imobiliário ou de um protetor de tela com imagens de dinheiro fez os participantes se esforçarem mais para atingir seus objetivos, ainda que a tarefa em mãos fosse impossível. Ficaram menos distraídos, mais centrados, mais produtivos. Quando juntamos essa informação às conclusões do novo estudo, vemos que o dinheiro pode ser uma coisa positiva. Pode ser uma fonte de força. Tiramos partido disso.

Esse “tiramos” se refere a quem? Como saber se isso não é apenas prova da obsessão dos ocidentais pelo dinheiro?

Já fui questionada sobre isso. Uma vez, depois de apresentar minhas descobertas numa pequena conferência, [o economista comportamental e ganhador do Nobel] Daniel Kahneman veio até mim e disse: “Gosto muito do seu trabalho, mas imagino que você perceba que traçou o retrato de um americano”. Sob certo aspecto, entendi a impressão. Mas sabia, também, que esse é um efeito do dinheiro, não um efeito dos Estados Unidos. Aliás, nosso estudo mais recente foi feito na China.

Sua pesquisa anterior tinha um vínculo claro com o efeito do dinheiro na produtividade do trabalhador e incentivos. Já esse experimento da água quente parece curioso, e só. Qual a relação disso com a vida numa empresa?

Para o marketing, as implicações são enormes. Se dirigir uma companhia aérea e um voo estiver com oito horas de atraso, o melhor é aliviar o sofrimento do cliente. Como? Com dinheiro, não vouchers. Dinheiro, dinheiro, dinheiro. Um voucher não tem o mesmo efeito. Do lado de cá do guichê, se o pessoal de atendimento também estiver sofrendo em virtude dos problemas do público, vale a pena apelar para o poder do dinheiro. Em geral, não é o que se recomenda para a gestão de uma força de serviços.

A empresa dá bônus aos funcionários? Não faça depósito direto, pois o impacto psicológico não é o mesmo de um bônus em dinheiro vivo.

É preciso mais estudos, mas penso em potenciais aplicações — como custos de migração de uma empresa para outra, que envolvem sofrimento para o cliente. Se puder aliviar essa dor com dinheiro, sua empresa deveria ficar em posição melhor. O dinheiro pode contribuir para o moral da equipe. Pensemos no sem-fim de problemas que a Boeing teve com o Dreamliner. Com dinheiro, os engenheiros que precisavam resolver os problemas poderiam ter ficado mais produtivos. Em geral, considera-se que esse tipo de gente não é muito suscetível a dinheiro, mas meu trabalho sugere que há momentos em que o dinheiro pode, sim, impulsioná-la.

O que despertou esse interesse obviamente profundo no dinheiro e em seus efeitos?

Na época do pós-doutorado no National Institutes of Health, eu era muito dura. Já quando consegui um emprego numa faculdade de administração, meu salário quintuplicou. E eu mudei. Percebi que estava disposta a usar o dinheiro para fazer coisas. Se o dinheiro é curto, você pede a ajuda dos amigos para se mudar. É chato, mas você compra pizza e cerveja e encara o trabalho. Agora, pago para fazerem a mudança. Pago um “personal shopper” para me ajudar a escolher roupas, em vez de ir às compras com minha irmã. Estou mais eficiente, mas me relaciono menos com os outros. Essa mudança me interessou.

Qual vai ser o próximo experimento? Chacoalhar moedas e caminhar sobre brasas ao mesmo tempo?

Que gracinha. Na verdade, gosto muito da ideia de testar o efeito do dinheiro sobre o estresse. Sei que meus amigos na administração passam uma quantidade de tempo enorme fazendo avaliações de 360 graus. Será que o dinheiro pode melhorar esse processo? Há muita pesquisa para ajudar o indivíduo a ficar menos na defensiva ao receber críticas. Numa situação dessas, o dinheiro pode funcionar como elogio, ou melhor até.

Acabei de ler um trabalho maravilhoso sobre o uso do dinheiro como incentivo para gente que tenta perder peso. O dinheiro tem seus problemas, mas pode ser uma incrível fonte de força. Se for mais bem compreendido, podemos mudar nós mesmos e toda nossa cultura.

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Kathleen D. Vohs é professora associada de marketing na Carlson School of Management (University of Minnesota), EUA.

Esteja onde estiver, reconheça seu valor

Texto de Sigmar Sabin, professor e aprendiz da vida.

Não importa em que lugar do mundo você se encontra neste instante, reconheça seu próprio valor. Não importa sua idade, sua formação, sua ocupação, seu patrimônio econômico... Você tem um valor único!
Mesmo que lhe tenham acontecido coisas que deixaram você se sentindo um pouco para baixo. Seu DNA é prova de que é único, suas digitais asseguram isso, sua íris também garante essa unicidade. Agora pense. Uma obra de arte, de um artista qualquer, quando é única, ela passa a valer milhões, por causa da sua raridade. Isso falando de um objeto, um quadro, uma partitura, um vaso, construído por mãos talentosas de outro ser humano.
Agora, pare e reflita!
Você é obra de um criador infinitamente superior ao mais inteligente e habilidoso ser humano. E é único. Isso quer dizer que seu valor é inestimável. Então, o que eu quero lhe dizer é que não é a posição que você ocupa hoje que determina seu valor. Não é o que você fez ou faz que determina seu valor. Quer ver por quê?
Quanto vale o ZERO? Isso, aquele algarismo numérico? Sozinho, pode não significar nada. Mas, coloque-o junto de outro algarismo qualquer. Ele passa a dar valores de dezenas, centenas, milhares, milhões. Ou decimais, centesimais, milésimos. Tudo depende de onde ele estiver localizado.
Outro exemplo. Uma agulha faz um trabalho árduo na confecção de uma linda veste. Mas quem vai à festa, viver a glória e o reconhecimento, é a linha; enquanto que a agulha repousa, para a próxima obra. Mas, nunca haveria uma vestimenta, por mais simples que fosse, sem a habilidade da agulha.
Sabe aquele quadro que vale milhões, por sua raridade, exposto numa galeria de um museu? Ele nem sequer existiria, se não fosse o pincel, manuseado pelas mãos hábeis do pintor. Mas o pincel não é exposto. Porém sem ele, o quadro não existiria.
E agora?
Lembre-se de quantas coisas maravilhosas você já contribuiu para outras pessoas, para o mundo ser o que é hoje. Reconheça seu próprio valor. Tenho certeza de que é incalculável!
Pense nisso...

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Como tirar vantagem substancial com a Copa do Mundo?

Usando a criatividade e um bom conhecimento de seu público-alvo, qualquer segmento pode se valer deste megaevento

Entre os integrantes do composto de marketing – os famosos 4 Ps, o composto promocional é o que deve receber mais atenção das empresas com a aproximação da Copa do Mundo de Futebol. A proximidade da Copa altera substancialmente o ambiente de marketing em pelo menos duas frentes: em uma delas, os consumidores tendem a ficar mais sujeitos aos apelos da emoção e a concentrar sua atenção no futebol em detrimento de assuntos mais racionais, como a avaliação da real necessidade de uma compra ou a capacidade de poder pagar um financiamento. Por outro lado, as empresas concorrentes costumam aumentar seus gastos em comunicação e se não houver uma reação, há o risco de se algumas ficarem para trás.

Porém, a grande pergunta para as empresas é: como tirar vantagem substancial com a Copa do Mundo? Para alguns pode parecer que apenas segmentos específicos são beneficiados, como é o caso dos fabricantes de televisões, que têm um enorme aumento de demanda. Mas, na verdade, qualquer empresa ou produto pode se valer deste megaevento esportivo – e de outros semelhantes – para aumentar suas vendas, usando a criatividade e um bom conhecimento de seu público-alvo.

Vejamos alguns exemplos: um varejista pode atender os interessados em televisores oferecendo pacotes que incluam aparelhos de DVD Blu-Ray ou de TV a cabo. Produtos de compra repetitiva, como sabonetes ou determinados alimentos, podem oferecer dentro de suas embalagens figurinhas de jogadores que completam um álbum. E postos de gasolina podem dispor de bandeirinhas com as cores da seleção para quem encher o tanque.

Mesmo produtos supostamente sisudos, como um computador, podem entrar no espírito das promoções, como bem mostrou a empresa Dell, que colocou à venda um modelo de notebook com uma antena de TV digital e um adesivo com as cores nacionais na tampa, que pode ser removido após a Copa.

Há outras promoções, como o caso das figurinhas, que, por envolverem nomes de jogadores ou a própria CBF, necessitam de contratos, que naturalmente têm um custo. Mas outras, como as bandeirinhas ou o adesivo no computador, que, por não se referirem a ninguém especificamente, podem ser comercializadas de forma mais livre.

E se algumas promoções visam diretamente a aumentar a venda, como todos os exemplos mencionados, outras buscam trazer benefícios para imagem da empresa ou instituição, como faz a Gillete patrocinando a seleção brasileira. Em todos os casos, entretanto, o importante é lembrar que deve haver um alinhamento entre o produto (ou empresa), o público-alvo e o conteúdo da promoção. Um fabricante de vídeo games pode promover o lançamento de um novo jogo de futebol para crianças. Já uma revista esportiva, dirigida ao público adulto, pode lançar um conjunto de pôsteres com garotas-símbolo de cada seleção.

E finalmente, com relação à preocupação – justificável é claro – do Brasil não ser campeão, deve-se lembrar, em primeiro lugar, que quanto mais longe a seleção canarinho chegar na Copa, mais terá durado a promoção e seus efeitos. E, em segundo lugar, que uma associação dos torcedores dos produtos da empresa com um eventual mau resultado pode ser resolvida por meio de um plano de comunicação pré-definido, que pode tanto buscar valorizar aspectos positivos da campanha de 2010, como preparar o terreno para a Copa de 2014.

João Paulo Lara de Siqueira (Professor de marketing da Trevisan Escola de Negócios).

HSM Online
04/06/2010

Este artigo foi desenvolvido exclusivamente para o Portal HSM. A reprodução total ou parcial deste conteúdo é permitida mediante citação de fonte e inserção do link para o Portal HSM Online.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Mulheres dominam 66% do consumo no Brasil e movimentam R$ 1,3 trilhão

mulher_compras As mulheres já são o maior mercado consumidor do mundo. Em volume, os US$ 20 trilhões anuais ultrapassam o dobro do consumo anual da Índia e China juntos. No Brasil, elas representam nada menos que 66% de tudo o que é consumido pelas famílias.
Um estudo feito pela Sophia Mind, empresa de pesquisa do grupo Bolsa de Mulher, mostrou que, dos R$ 1,972 trilhão de gastos anuais com bens e serviços no País, R$ 1,3 trilhão são decididos por elas, valor que transforma o Brasil em um dos maiores mercados femininos do mundo.
A pesquisa faz parte do livro “Poderosas Consumidoras – o que quer e pensa a nova mulher brasileira”, com lançamento previsto para julho, e foi realizada com 1.917 mulheres das cinco regiões brasileiras no primeiro trimestre do ano.
“Administrando um montante superior à sua massa salarial, as brasileiras não apenas decidem e compram diretamente, mas também influenciam e controlam os gastos masculinos”, declara a presidente do grupo Bolsa de Mulher, Andiara Petterle. “E, mais do que a própria renda, elas gerenciam o orçamento familiar como um todo”.
Mais responsáveis pelas decisões
O estudo mostrou ainda que as mulheres têm ganho cada vez mais espaço nos setores antes dominados pelos homens, como a compra de automóveis e a escolha dos serviços financeiros. No entanto, os poucos mercados onde o homem ainda tem o maior domínio nas decisões de compra são aqueles onde as despesas familiares são significativas – como o mercado automobilístico.
A pesquisa mostrou que os três primeiros lugares no ranking dos principais gastos familiares são a compra de alimentos, a manutenção de veículos e a alimentação fora de casa.

Fonte: Info Money Pessoal

terça-feira, 1 de junho de 2010

Confira os 10 principais erros que profissionais cometem em entrevistas e dinâmicas

Empresa de recrutamento ensina dicas para candidatos não cometerem gafes e erros na hora dessas avaliações

FONTE: Redação Administradores, www.administradores.com.br

Curobj231a Quando se participa de uma entrevista de emprego ou dinâmica de grupo, o profissional deve estar ciente que os recrutadores estão avaliando muito mais do que seu currículo ou experiência profissional. Nesses processos seletivos são avaliados também a postura, o comportamento e as atitudes de cada candidato.

Principalmente quando existem semelhanças sobre as habilidades e as experiências profissionais entre candidatos concorrentes, o desempenho de cada um nessas avaliações torna-se fator decisivo na escolha do recrutador.

Por isso, é muito importante que o candidato treine o que deseja falar e se prepare adequadamente para esses processos seletivos. Contudo, é muito comum ainda, que candidatos cometam erros e falhas nessas entrevistas ou dinâmicas de grupo. Há casos de que esses profissionais saem da avaliação ou de uma entrevista, sem ao menos saber que cometeram alguma falha durante o processo.

Como uma forma de colaborar para os profissionais que estão enfrentando a maratona de algum processo seletivo, o Nube (Núcleo Brasileiro de Estágios) selecionou os 10 principais erros que candidatos cometem nessas avaliações e revela dicas de como evitar cada situação. Confira:

1. Português: Esse é um ponto muito importante. Falar e escrever corretamente, sem o uso de gírias, conta muitos pontos para o candidato. Procure não utilizar vícios de linguagem como "né" e "tipo". Fale com calma para sua pronúncia ser correta e não soltar, por exemplo, um "tamém" ao invés de também. Caso perceba o seu erro, corrija-se, pois dessa forma o entrevistador sabe de seus conhecimentos.

2. Vestimenta: Saber se vestir é primordial. Decotes, roupas curtas ou justas, calças muito baixas mostrando as roupas íntimas e camisetas de times devem ficar guardadas para outras ocasiões. Evite roupas sujas e amassadas e aposte em cores neutras como preto, marrom, bege e branco. Quando receber a ligação sobre a vaga, pergunte qual o tipo de traje adequado. Nem todas as vagas exigem o uso de roupas sociais. Na dúvida é melhor estar bem trajado, pois demonstra sua preocupação com o momento. Os sapatos devem estar limpos e não muito velhos.

3. Falta de Ética: Falar mal sobre pessoas e empresas pelas quais você passou não é bom para sua imagem. É antiético citar exemplos negativos, principalmente quando o candidato não está envolvido no episódio. A história pode soar como fofoca e esse não é um comportamento esperado no ambiente corporativo.

4. Postura corporal: Sentar-se com postura "largada", ombros caídos, pés inquietos e batendo no chão, olhar disperso e mãos segurando a cabeça demonstrando tédio podem fazer você ser desclassificado. O corpo transmite muitas mensagens e os entrevistadores estão prontos para entendê-las. Então, tenha postura correta, mas não force gestos e expressões faciais.

5. Conversas: Evite conversas paralelas quando o facilitador ou os candidatos estiverem falando. Isso denota falta de respeito com o outro e você pode perder explicações importantes sobre o processo seletivo. Tome cuidado quando for responder uma pergunta. Seja claro e objetivo, porém saliente como pode contribuir caso seja o escolhido.

6. Mentiras: Jamais invente cursos ou experiências em seu currículo ou entrevistas. Você poderá ser testado e, caso a empresa perceba a informação incorreta, pode finalizar a participação do candidato tanto na dinâmica, quanto após a contratação. Se não tiver conhecimentos nas áreas solicitadas, mostre seu interesse em aprender.

7. Falta de conhecimento: Procure saber sobre a empresa e o ramo na qual ela atua. Visite sites e faça buscas na Internet. Assim você poderá ter mais idéias de como ela se posiciona no mercado e mostrará interesse ao entrevistador. Não pergunte sobre salários e benefícios no início da conversa. Isso demonstra o interesse maior no dinheiro e não na oportunidade. Porém, se não ficar claro, aborde o assunto antes de finalizar o encontro.

8. Atrasos: Chegar depois do horário não é bom para sua imagem. Calcule o tempo necessário para chegar ao local e conte com os imprevistos. Pesquise se na região há obras ou previsão de chuvas e saia mais cedo nesses casos. A impressão dos candidatos que se atrasam é de falta de comprometimento. Comparecer com 15 minutos de antecedência é o indicado para relaxar antes do início da entrevista.

9. Postura corporativa: As dinâmicas são um momento de avaliação. Evite conversas não relacionadas com a atividade executada. Dar gargalhadas, criticar os demais participantes ou fazer piadas em excesso não são comportamentos esperados pelo selecionador. Também não queira sempre impor suas idéias, mostre sua capacidade de compreensão quando necessário.

10. Falta de participação: Você foi chamado para uma dinâmica de grupo e quer a vaga? Então participe ativamente de todas as atividades. Apenas tome cuidado para não falar demais e deixar os outros candidatos sem espaço. Mostre que você sabe trabalhar em equipe e dê a oportunidade de outras pessoas também se expressarem.

De acordo com Natália Caroline, coordenadora de seleção do Nube, essas dicas são preciosas para quem procura uma oportunidade. "Utilizando esses conhecimentos, com certeza o candidato aumentará sua chance de aprovação em um processo seletivo e de ter mais sucesso em sua carreira", afirma.

DEPOIS DA TOYOTA E DA PANASONIC

"blog Profissão Atitude" <profissaoatitude@gmail.com> Jun 01 12:22AM -0700 ^

POR ABRAHAM SHAPIRO
Uma das regras de ouro da profissão de venda é acreditar no produto que
se oferece. É consenso e de bom tom que o ato do vendedor adquirir o
seu produto soa como uma declaração de crença naquilo que oferece aos
seus clientes potenciais. Há casos de quem não acredita piamente
naquilo que vendem, e permanecem fazendo-o por necessidade. Mas "pega
mal", e é estabelecido que um vendedor que não crê nos benefícios do
produto que vende não merece prosseguir onde está, fazendo o que faz.
O mesmo vale para os demais funcionários da empresa. Seria falta de
consideração e respeito trabalhar, digamos, na linha de produção do
sabão da marca X e consumir a marca Y em sua casa.
É claro que, há produtos cujas facilidades de aquisição devem ser
adequadas aos níveis de ganho de seus funcionários. E mesmo assim,
haverá situações impossíveis de enquadramento geral. É o que ocorre com
algumas construtoras e montadoras de veículos.
Veja a mensagem que a BMW enviou através de carta aos colaboradores que
têm veículos de outras marcas.
"Gostas de trabalhar para nós. Tens carinho pelo teu trabalho e pelo
teu salário. Mas conduzes um carro da concorrência. Não achas errado?".
A carta, assinada pelos gestores da fabricante alemã, foi colocada nos
parabrisas dos carros estacionados à porta das várias fábricas da
empresa. A notícia foi divulgada pelo "Financial Times" há algum tempo.
Os funcionários que receberam a carta tiveram um canal de comunicação
aberto com um responsável de vendas para conhecerem as vantagens de
dirigir um BMW.
A marca alemã tem 100 mil trabalhadores. Em 2009 vendeu quase 2 milhões
de veículos em todo o mundo, 10 mil dos quais a colaboradores.
A iniciativa da BMW já foi realizada também por outras empresas como a
Panasonic e a Toyota e faz sentido. A razão é óbvia... coerência.
______________________
Abraham Shapiro é consultor e coach de líderes. Sua filosofia de
trabalho, em uma só palavra, é: simplicidade. Contatos:
shapiro@shapiro.com.br ou (43) 8814 1473

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Varejo teme impacto da pirataria em vendas para Copa

A Copa do Mundo de futebol é uma oportunidade para crescimento das vendas em alguns setores do varejo, em especial nos de artigos esportivos e brindes. O problema é que, especialmente nesses setores, há uma concorrência que não é desprezível: a dos vendedores ambulantes irregulares que trabalham com produtos piratas.
"Realmente (a pirataria) atrapalha bastante as nossas vendas. Mas eu não posso culpar os consumidores, já que as camisas oficiais de times de futebol são muito caras", lamenta Rene Djkeim, diretor da Associação Brasileira dos Lojistas de Equipamentos e Materiais Esportivos (Abraleme).
Cerca de 91,7% das pessoas que compram produtos ilegais são atraídas justamente pelo preço mais baixo, segundo estudo de setembro do ano passado feito pela Felisoni Consultores Associados. A maioria (59,9%) admite não se importar em alguma escala com o fato de os produtos serem falsos ou cópias. "Como na Copa tem uma maior intensidade de ambulantes, há um impacto nas vendas", atesta o professor Claudio Felisoni de Angelo, presidente do Conselho do Programa de Administração do Varejo (Provar), da Fundação Instituto de Administração (FIA), e sócio da Felisoni Consultores.
"Uma camisa oficial custa 45% de um salário mínimo aqui, e essa parcela não chega a 5% nos outros países", atesta o diretor da Abraleme. "E se o sujeito falsificar um dólar, ele pode pegar 20 anos de cadeia. Falsificar camisa não dá punição nenhuma", reclama.
O setor de lojas populares, que tem no preço baixo de seus produtos um dos maiores atrativos, acaba sofrendo diretamente com a concorrência dos produtos falsificados. "Só atrapalha menos porque os nossos lojistas têm um poder de compra muito grande e podem repassar os preços baixos aos consumidores ou revendedores", conta Alexandre Navarro, diretor da União dos Lojistas da 25 de Março e Adjacências (Univinco).
Ele destaca ainda a Operação Delegada, realizada desde dezembro do ano passado pela Polícia Militar e pela Prefeitura de São Paulo, para combater o comércio irregular, retirando ambulantes ilegais da região da 25 de Março.
Mercado de trabalho
O aumento do número de ambulantes também provoca um impacto negativo no mercado de trabalho, de acordo com Jismália de Oliveira Alves, diretora de Comunicação da Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem). "Eles causam um impacto negativo em toda a economia", afirma. "Fazemos um trabalho de conscientização sobre a importância do trabalho temporário tanto para a empresa que contrata quanto para o trabalhador, que entra no mercado formal e pode adquirir uma experiência maior", explica.
Para o setor de trabalho formal, a Copa do Mundo também pode gerar um impacto positivo - e não apenas aumento na atuação de ambulantes irregulares. Segundo a Asserttem, o evento esportivo possibilitou que diversas vagas preenchidas na Páscoa e no Dia das Mães - duas datas de forte pico nas vendas do varejo - fossem mantidas.
De acordo com a entidade, para o Dia das Mães foram abertas 26 mil vagas temporárias, um avanço de 11% em relação ao ano passado. A proximidade entre a Páscoa e o Dia das Mães permitiu a manutenção de diversas vagas, com a contratação de 65 mil temporários para as duas datas. A associação não fez um levantamento referente à Copa do Mundo, mas os dados serviram para criar um clima de otimismo.
"Não temos números específicos de Copa do Mundo, mas grandes redes que trabalham com eletroeletrônicos e lojas de materiais esportivos podem estar contratando ou mantendo vagas de trabalhadores temporários por conta da Copa do Mundo. Isso sem contar bares, restaurantes, hotéis e fabricantes de brindes, que também têm aumento de demanda por causa da Copa", diz Jismália.
Postos do Centro de Apoio ao Trabalho (CAT) de São Paulo tinham cerca de 90 vagas abertas somente para lojas de materiais esportivos no início de maio. Na rede Centauro, por exemplo, até o fim de 2010, a estimativa é de que 1.200 profissionais sejam contratados para trabalhar nos escritórios, nos centros de distribuição e nas lojas do grupo em todo o país.

Fonte: O Estado de São Paulo

Copa impulsiona vendas de TVs e artigos esportivos

No país pentacampeão do mundo de futebol, não é surpresa que a proximidade de uma Copa do Mundo seja encarada com entusiasmo pelos torcedores. De olho na euforia, o comércio projeta aumento significativo nas vendas e já se prepara para lucrar. Setores como os de artigos esportivos, TVs e brindes devem apresentar os melhores resultados.
"A Copa é um evento que sempre movimenta alguns segmentos. Os televisores - com as novas tecnologias, a queda de preços e a maior facilidade de pagamento - devem ter alta nas vendas", cita Marcel Solimeo, economista da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Ele aposta ainda em artigos esportivos e em algumas categorias de alimentos e bebidas, como cerveja e pipoca.
De acordo com Lourival Kiçula, presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), a perspectiva é de aumento entre 15% e 20% nas vendas em 2010 em relação a 2009. No ano passado, foram vendidos 9,5 milhões de televisores no País. Para este ano de Copa do Mundo, o cenário mais otimista projeta vendas de até 11,5 milhões de unidades.
O comércio popular também espera uma alta de até 20% nas vendas em relação a 2009, segundo Alexandre Navarro, diretor da União dos Lojistas da 25 de Março e Adjacências (Univinco). Já Rene Djkeim, diretor da Associação Brasileira dos Lojistas de Equipamentos e Materiais Esportivos (Abraleme), prevê crescimento de 14% nas vendas.
O aquecimento do comércio em alguns setores, por conta da Copa do Mundo, pode ajudar inclusive a elevar as vendas de um modo geral. "Em 2006, houve um crescimento de mais ou menos 2% no varejo em relação a 2005, sendo que não ocorreu uma alteração tão grande na renda", afirma o professor Claudio Felisoni de Angelo, presidente do Conselho do Programa de Administração do Varejo (Provar), da Fundação Instituto de Administração (FIA).
Para Solimeo, o aumento nas vendas, por ser mais concentrado em alguns setores, não cria um impacto significativo no varejo como um todo. "Durante os jogos do Brasil, há também uma queda significativa nas vendas do comércio geral. O total de compras de impulso é reduzido", explica o economista da ACSP. "Em jogos do Brasil no período da tarde, a partir do meio-dia já se observa uma queda grande nas consultas ao SPC (Serviço de Proteção ao Crédito), que quase zeram durante a partida. O comércio só começa a se recuperar dessa queda no fim da tarde", diz.
Otimismo
Para os setores que devem registrar aumento nas vendas, o clima é de otimismo. "Estamos para entrar num momento de prosperidade para a venda de materiais esportivos, que vai seguir pelo menos até 2016, já que o Brasil vai sediar a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos", destaca Djkeim.
"As vendas no varejo devem aumentar agora, com a proximidade da Copa. Mas no atacado já registramos boas vendas, pois muitas empresas acabam comprando camisas e outros produtos para distribuir aos funcionários", afirma Djkeim. De acordo com a rede de lojas de material esportivo Centauro, nos anos de Copa é como se houvesse dois Natais, devido ao alto consumo de produtos associados à seleção brasileira.
No setor de TVs, o destaque são as novidades tecnológicas. "Apostamos bastante na alta das vendas dos televisores de LCD e LED", afirma Kiçula. Segundo ele, as vendas de aparelhos da nova geração suplantaram as dos modelos convencionais (de tubo) em março deste ano. "Normalmente, nossas vendas se concentram 60% no segundo semestre e 40% no primeiro. Com a Copa, a relação se inverte: 60% no primeiro semestre e 40% no segundo", diz Kiçula.
Variedade
No comércio popular, a aposta está concentrada na variedade. "As lojas vêm agregando o verde e o amarelo a diversos produtos", explica Navarro, da Univinco. "Nós temos um diferencial que é a variedade de produtos com o tema da Copa - de bandeiras, camisas e bandanas a tecidos e bijuterias, embora a maioria das vendas seja de produtos que fazem barulho, como buzinas, tambores e cornetas."
De acordo com Navarro, as vendas permanecem aquecidas até a primeira fase da Copa. "Há um estouro de vendas após o primeiro e o segundo jogo", explica. "Depois dá uma acalmada." Localizada na 25 de Março, a Armarinhos Fernando espera uma alta de 8% nas vendas em relação à Copa de 2006.
Pra Frente Brasil
Um fator que pode impactar - para o bem ou para o mal - as vendas neste período de Copa do Mundo é o desempenho da seleção brasileira na competição. Um bom papel não só mantém a euforia como estende o período de vendas relacionadas ao torneio. Já uma eliminação precoce pode ser um pesadelo para o varejo. "Se a seleção cair fora cedo, muda tudo. O consumidor fica desanimado e isso se reflete na venda de TVs", afirma Kiçula.
"Como a maior parte das nossas vendas se concentra na primeira fase da Copa, uma eliminação precoce tende a não ter um impacto tão grande. Mas na outra ponta, a das pessoas que fazem estoques de produtos no atacado da 25 de Março para revenda, pode haver um impacto muito maior", afirma Navarro.

Fonte: O Estado de São Paulo

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Você sabe quais são as marcas mais valiosas do mundo?

Veja o resultado do ranking Brandz 2010 que identifica o valor financeiro das cem principais marcas mundiais

Redação Administradores.com.br

Toda empresa deseja ser reconhecida por sua atividade, conquistar a confiança de seus clientes, obter lucro e expandir cada vez mais o seu mercado. Algumas corporações conseguem esse resultado e tem a comercialização de seus produtos e notoriedade reconhecidas pelo mundo.

Uma pesquisa anual realizada pela empresa norte-americana Millward Brown divulgou o ranking com as cem empresas que possuem destaque mundial e o maior valor financeiro das suas marcas.

No topo da lista, foi verificada a supremacia do setor de tecnologia. As quatro primeiras posições do ranking são desse segmento. A empresa Google foi eleita a marca mais valiosa do mundo e avaliada em 114,2 bilhões de dólares.

O ranking mostra que a empresa IBM pulou da quarta para a segunda posição, avaliada agora em US$ 86,3 bilhões. Em terceiro está a Apple. A marca da empresa dirigida por Steve Jobs superou a poderosa Microsoft – que aparece em quarto lugar – e foi avaliada em US$ 83,1 bilhões.

O ranking "100 Marcas Mais Valiosas do Mundo" leva em consideração a opinião dos consumidores com relação às marcas e demonstra os seus resultados associando com o valor financeiro. Ao todo, as 100 marcas avaliadas atingem mais de US$ 2 trilhões. Essa é quinta edição do prêmio e pelo quarto ano

consecutivo, a Google é primeiro lugar no ranking.

Brasil e novas marcas

Entre as marcas brasileiras, a Petrobras teve a melhor colocação e ficou na 73ª posição com US$ 9,67 bilhões. A outra marca brasileira na lista é o Bradesco, com US$ 7,4 bilhões, na 98ª posição.

Pela primeira vez, desde que o ranking foi criado, entraram marcas de todos os países membros do Bric (Brasil, Rússia, China e Índia), reforçando a importância dos mercados emergentes.

Entre as mídias sociais, destaque para o gigante Facebook. O mais popular site de relacionamento social do mundo entrou para o ranking do setor de tecnologia pela primeira vez, com um valor de US$ 5,5 bilhões.

Veja abaixo a lista completa com as 100 marcas mais valiosas do mundo


Ranking da 1ª à 50ª marca

Ranking 1

Ranking de 51ª à 100ª marca

Ranking 2

O ranking completo, com detalhes por região e categorias, pode ser acessado no site da Brandz.

domingo, 4 de abril de 2010

Mídia & Marketing

Jorge Adorno/ Reuters

Jorge Adorno/ Reuters / Ronaldo é cercado por jogadores do Cerro Porteño: para Cesumar, um dos objetivos de patrocinar time paraguaio era ficar conhecido no país vizinho Ronaldo é cercado por jogadores do Cerro Porteño: para Cesumar, um dos objetivos de patrocinar time paraguaio era ficar conhecido no país vizinho

Futebol

Empresas inovam no marketing esportivo

Companhias de médio porte patrocinam camisa de adversários de times brasileiros na Libertadores por apenas um jogo

Empresas regionais e de médio porte encontraram uma solução criativa para garantir uma boa exposição na mídia durante os jogos de futebol. Sem força ou interesse para patrocinar um time brasileiro durante toda a temporada, essas empresas estão apostando no patrocínio de apenas 90 minutos – e em times estrangeiros. Foi o que fez, por exemplo, o Centro Universitário de Maringá (Cesumar), que pagou para ter a logomarca da empresa na camisa do paraguaio Cerro Porteño durante a partida contra o Corinthians, pela Copa Libertadores da América, na última quarta-feira.

“Essa é a chance para ter uma grande exposição na mídia com um preço em conta. Patrocinar os times brasileiros é mais caro, sem contar que não há mais espaço para isso. Mas o anunciante precisa estar preparado para a demanda que isso vai gerar”, explica Thiago Scuro, professor de marketing esportivo da Trevisan Escola de Negócios. Segundo o professor, a ousadia é interessante, mas precisa de ações paralelas para surtir efeito.

Patrocínio temporário

Coxa e Atlético já usaram modelo

A parceria entre o Cerro Porteño e Cesumar não é novidade para Coritiba e Atlético Paranaense. Em 2009, o Atlético estampou em sua camisa a marca CNA, no jogo contra o Corinthians, pela Copa do Brasil. O Coritiba, por sua vez, exibiu em seu uniforme Bematech, Previsul, Águia Sistema e até a dupla sertaneja Maria Cecília e Rodolfo.

A crise mundial fez de uma prática que até então era exceção no futebol virar quase uma regra: o patrocínio pontual, ou tampão. Com menos dinheiro, grandes empresas trocaram o marketing esportivo planejado pelo de oportunidade. Cada vez menos fazendo contratos de longo prazo, mais dispendiosos e direcionados, as empresas agora preferem apostar apenas nos jogos televisionados de grande interesse para sua marca.

Red Bull compra time de futebol

A Red Bull, empresa conhecida por apostar em um marketing diferenciado, está inovando mais uma vez. A fabricante austríaca de bebidas energéticas comprou um time de futebol dos EUA e construiu o maior estádio para o esporte do país. A Red Bull Arena, um estádio de US$ 220 milhões, será inaugurada em Harrison, no estado americano de New Jersey, num amistoso em que o time americano enfrentará o Santos de Neymar e Giovanni, amanhã.

Leia a matéria completa

O coordenador de marketing do Cesumar, Alisson Laprega, explica as razões para optar por uma mídia tão diferenciada. “Parece estranho uma empresa regional anunciar na mídia internacional, mas a intenção é consolidar a marca no Paraguai para conquistar mais alunos daquele país”, diz.

A exposição maciça também foi levada em conta. O jogo foi transmitido pela RPCTV para a região Norte e Noroeste do estado, onde o Cesumar tem presença forte, para outros estados, pela Rede Globo, além do SporTV e da Fox Sport – com transmissão para Paraguai, Argentina e Uruguai. Em todos os casos, o Cesumar ainda fechou contratos para uma inserção no intervalo comercial, inclusive em espanhol.

“Foi uma ação de oportunidade. Há algum tempo estamos estudando investimentos publicitários no Paraguai, de onde temos alunos. Essa foi a chance de usarmos uma exposição associada ao Corinthians, Ronaldo, Roberto Carlos, Libertadores, com a forma da Globo e SporTV”, afirma Laprega, que já negocia novo patrocínio para o jogo de volta, no Pacaembu.

O uso da publicidade em camisas de times estrangeiros é apenas o último capítulo de uma nova fase do marketing esportivo, iniciada em 1999, quando o Atlético Paranaense mostrou que todos os espaços de um clube de futebol são comercializáveis – não apenas a camisa. Naquele ano, o Altético inaugurou seu novo estádio, a Arena Kyocera, que levava o nome de uma fabricante japonesa de celulares. Segundo Scuro, a partir daí os clubes brasileiros começaram a profissionalizar as relações com os anunciantes e novas modalidades de negócios foram inventadas. “As pessoas estão cada vez menos presas ao marketing convencional”, diz ele. .

Clubes inventam para vender

O professor cita outras inovações de sucesso no marketing esportivo. O Corinthians, por exemplo, inventou moda ao tornar a camisa um patrimônio e vendê-la à Hipermarcas. “A Hipermarcas utiliza o espaço como bem entende. Hoje os anúncios são do laboratório Neo Qúi­mi­­ca, do Avanço (desodorante) e do Bozano”.

Já o Palmeiras percebeu que a figura do técnico poderia render outros contratos, e atualmente tem patrocinador próprio para o líder do time. “Há empresas que podem apostar na visibilidade que um treinador tem durante o jogo. É possível valorar isso e vender. O clube acaba cedendo sua imagem para que o clube comercialize”, explicou Scuro.

Outra opção é a oferta de serviços pelo clube que não são diretamente ligado à publicidade, mas que sem dúvida influencia no momento de fechar negócio. “Hoje o time gera entregas que não existiam. Os camarotes podem ser oferecidos como espaço onde o anunciante leva seus clientes para negociar”, afirma.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Esportes e Sustentabilidade

Veja como a prática esportiva recebe grande influência da sustentabilidade e como o contrário também é bem verdade

Segundo Luís Antônio da Costa, o esporte popular recebe várias denominações, tais como, esporte participação, esporte de tempo livre, esporte lazer, esporte comunitário, esporte para todos, etc. Essa nova concepção aumentou consideravelmente a dimensão social do esporte ao introduzir-se na abrangência do novo conceito de esporte no qual se incorpora o sentido da participação, relacionando a perspectiva de bem comum da participação.
O esporte constitui-se de relações entre grupos sociais urbanos, para combinações de trabalho e vida e para enriquecer a cultura humana. Tornam-se um fenômeno cultural e social, que reflete objetivos econômicos, ideológicos, políticos, culturais, científicos e sociais. O esporte, como instrumento de saúde e lazer, oferece ao homem reações importantes aos sintomas negativos da sociedade atual, levando-o inclusive a uma busca de reencontro com a natureza.
Então, considerando essa premissa, é extremamente interessante a utilização da paixão esportiva como influência cultural. Durante a exposição aos campeonatos e competições, o torcedor se apresenta aberto à influência de seu desportista favorito. Esse comportamento é muito bem explorado pelo chamado marketing esportivo.
A análise das variáveis de influência leva ao entendimento dos motivos que levam as pessoas ao envolvimento e comprometimento com o esporte, e seu consequente consumo. A relação do consumidor esportivo com o produto ocorre em três dimensões: benefícios, atributos e atitudes.
O marketing esportivo demonstra ter um eficiente retorno para as organizações, e sendo assim, é fundamental o estudo desta ferramenta e sua evolução para um melhor aproveitamento. As pesquisas nesta direção vão auxiliar no estudo sistemático do comportamento do consumidor esportivo. Portanto, conhecer os fatores que levam à participação esportiva torna-se cada vez mais necessário para a implementação de diretrizes mais eficientes.
Eis os fatores a serem analisados:
• Envolvimento esportivo
• Fatores ambientais
• Fatores individuais
• Processo de tomada de decisão
Essas variáveis podem ser altamente eficazes para o sucesso para estratégias abordando questões culturais, como no caso dos hábitos em Sustentabilidade, da mesma forma como são geralmente aplicadas pela organização para atingir suas metas e objetivos comerciais. De forma geral, a consequência de um trabalho efetivo nesta área é o desenvolvimento e crescimento da indústria do esporte.
Uma ação interessante, envolvendo o marketing esportivo/sustentabilidade, é a nova coleção de camisas para as Seleções patrocinadas pela Nike. A empresa lançou o novo conceito com uma camisa feita com plástico reciclado de garrafas PET. Oito garrafas são necessárias para fabricar cada peça.
A camiseta também está 15% mais leve, porque muitas partes que antes eram costuradas agora são coladas, como nos macacões de Fórmula 1. Além disso, a camisa tem orifícios cortados a laser, para facilitar a evaporação do suor e deixar o jogador mais confortável e menos pesado.
O contrário também é válido: a pegada de carbono do esporte é relativamente pequena, mas o esporte, como parte da vida, está intimamente ligado a questões ambientais de forma a apresentar oportunidades e ameaças. Um futuro afetado pela degradação ambiental não é um cenário no qual os atletas de elite possam prosperar. Acesso reduzido a espaços limpos reduz a participação de jovens que dependem desse futuro.
O esporte tem a chance de desempenhar um papel preponderante na cena internacional, influenciando as opiniões dos líderes mundiais e do público em geral. Isso pode trazer benefícios significativos para as organizações esportivas e os seus líderes. A capacidade de comunicar em todos os níveis juntamente a associação de saúde também torna o esporte um veículo poderoso para transmitir mensagens ambientais em nome dos patrocinadores. Isto se tornará cada vez mais importante nas grandes corporações que estão sob pressão para demonstrar que são verdes.

quarta-feira, 17 de março de 2010

"SEU INGRESSO VALE UM SORRISO"

joana_mocarzel

Foto: Joana Mocarzel - Criança portadora da síndrome de Down.

O Presidente da Federação Cearense de Futebol, Dr. Mauro Carmélio, numa iniciativa digna de desenvolver campanhas que tenham compromisso com a responsabilidade social, criou a campanha "Seu ingresso vale um sorriso".

A primeira ação da Campanha será no Clássico-Rei deste domingo, 21 de março, Dia Internacional da Síndrome de Down.

Ela consistirá na troca de 1 ingresso por 2 latas de leite em pó (400g), que serão doadas para a Associação Inclusiva de Fortaleza - EXISTIR. A Associação cuida de crianças com síndrome de Down.

No lançamento da campanha a presença do representante da entidade EXISTIR Sr. Domingos Sávio Timbó, do presidente da FCF Dr. Mauro Carmélio, dos clubes Ceará Sporting Club, Fortaleza Esporte Clube e da APCDEC.

Portanto, a FCF e o Sr. Presidente Dr. Mauro Carmélio fazem um gol de placa, e quem agradecem são as crianças portadoras da síndrome de Down.

A troca das latas de leite em pó pelo ingresso (1.000 ingressos) será a partir das 10 horas desta sexta-feira (19/03/10) na sede da APCDEC - Rua Paulino Nogueira n° 77-A Benfica - Fortaleza - CE.

CBF cobra cidades sobre cronograma de obras para a Copa de 2014

Ricardo Teixeira ameaça punir adiamentos sem justificativas

São Paulo (SP) – O atraso no cronograma de obras das cidades-sede da Copa de 2014 tem deixado o presidente da CBF e do Comitê Organizador Local (COL), Ricardo Teixeira, preocupado.  A informação foi dada pelo jornal “O Globo” e segundo o diário, Teixeira enviou um comunicado para os comitês locais, cobrando explicações. Além de querer saber os motivos, ele teria ameaçado punir aquelas sedes que não se explicarem.

As cidades precisam iniciar a obras até o dia 3 de maio e o comunicado alertou sobre isso e ainda ressaltou que o COL e a Fifa estarão atentos aos acontecimentos.

“As cidades que já iniciaram suas obras não precisam apresentar nenhuma resposta. O silêncio de qualquer cidade após o prazo será sumariamente interpretado como declaração de que as obras já tiveram início, o que, caso não seja verdadeiro, a Fifa e o Comitê Organizador Local poderão tomar medidas cabíveis para a cidade omissa”, afirma.

Fonte: Globo.com

A história da Copas contada pelas bolas

Exposição em Taubaté-SP mostra as bolas do Mundial, inclusive a da África em 2010

São Paulo (SP) – Um pouco da história das últimas dez edições da Copa do Mundo através o principal instrumento do esporte: as bolas oficiais de cada competição. Este é o tema de uma exposição que começa nesta terça-feira, dia 2 e prossegue até dia 5, no Shopping Taubaté, no interior de São Paulo, com entrada franca.

A exposição “As Bolas das Copas do Mundo Fifa: 1970 – 2010″, foi idealizada pela Adidas, e traz detalhes sobre o que cada bola representou para cada época. A bola oficial da Copa de 2010, que será realizada em junho na África do Sul, é composta de onze cores, em homenagem aos onze dialetos sul-africanos e aos onze jogadores da seleção do país.

Fonte: WWW.copa2014.org.br

Investimento luso pode acontecer em estádio no Ceará

Construtora  estará ao lado de empresas nacionais

São Paulo (SP) – A reforma do estádio do Castelão, em Fortaleza (CE), para a Copa de 2014 poderá ter investimento português. A construtora lusitana Somague entrou em um consórcio para disputar a licitação das obras no local, avaliada em R$ 500 milhões.  A informação é do Diário Econômico.

Segundo uma fonte oficial, a participação da Somague neste grupo, que integra ainda as empresas brasileiras Carioca Engenharia e Fujita, é de 40%. Para ela, “a participação é relevante, especialmente em razão da experiência na construção de infraestruturas desportivas deste tipo”. A Somague é responsável pela construção de cinco dos dez estádios para a Euro 2004, como os da Luz e do Dragão.

O prazo para as licitações deveria terminar em 1º de março, mas, em sete dos 12 estádios (incluindo o de Fortaleza), os cronogramas estão atrasados. A demora já suscitou a preocupação da FIFA, que quer todas as infraestruturas concluídas em dezembro de 2012.

Fonte: Brasil Econômico

Em clima de Copa, livraria de SP monta seleção temática sobre o futebol

Novidade quer deixar os fãs afiados

Já em clima de Copa do Mundo, uma livraria da capital paulista decidiu inovar e deixar os paulistanos afiados sobre a paixão do brasileiro: o futebol. Para isso, a livraria Nobel da Rua Maria Antônia, no bairro Vila Buarque, disponibilizou uma banca temática com 50 títulos sobre o esporte. O autor da ideia futebolística foi o gerente da loja, Luiz Fazzilani

Tem para todos os gostos. Livros com reportagens, fotografias, entre outros assuntos dedicados ao futebol. Entre os procurados estão o livro Pelé 70, da Editora Realejo e organização de José Luiz Tahan, que possui dez capas diferentes.

A pedida também fica por conta de duas obras recentemente lançadas pela Editora Contexto: As Melhores Seleções Brasileiras de Todos os Tempos, de Milton Leite, e As Melhores Seleções Estrangeiras de Todos os Tempos, de Mauro Beting.

O centenário do Corinthians também não ficou de fora. O livro Timão 100 Anos – 100 jogos, 100 ídolos, de Celso Unzelte, lançado pela Gutenberg, é um dos títulos que podem ser encontrados facilmente sobre o clube.

Ao amantes do esporte e da fotografia, a dica é Pacambu (DBA), de Thomaz Farkas e Futebol sem Fronteiras – Retratos da Bola ao Redor do Mundo, de Caio Vilela, da editora Panda Books.

Com informações do site Copa 2014

Construção civil é o setor que mais deve contratar com os grandes eventos esportivos brasileiros

Oportunidades de emprego também aumentarão em habitação, turismo e telecomunicações até 2015.

Um estudo divulgado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) levantou os setores que mais devem contratar com a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016. O setor que mais deve contratar é a construção civil, com as carreiras de marcenaria, construção em alvenaria, eletricidade predial e aplicação de revestimento mecânico.

Segundo a pesquisa, a injeção de crescimento profissional na construção civil deverá ocorrer de forma homogênea no Brasil, principalmente nas capitais que sediarão os jogos. Outro fator para essa expansão no setor está ligado à retomada dos investimentos públicos e privados em obras de infraestrutura urbana.

O setor de telecomunicações também apresentará crescimento relevante com os grandes eventos esportivos brasileiros. A principal razão para isso é a adequação dos serviços de telefonia e internet exigida pela Federação Internacional de Futebol – FIFA. Deverão ser investidos no setor o valor de R$ 20 bilhões.

Entre outros setores que deverão aumentas suas oportunidades de emprego estão o de habitação, infraestrutura, turismo, confecções e o próprio mercado de trabalho esportivo.

Divulgadas propostas de consórcio para estádio do MT para Copa de 2014

Menor valor apresentado reduz em 15% o custo da Arena Multiuso Novo Verdão

Foram divulgadas nesta quarta-feira (10/03), na sede da Secretaria de Infraestrutura do Mato Grosso – Sinfra –, as propostas dos concorrentes para a construção da Arena Multiuso Novo Verdão, que receberá os jogos da Copa de 2014 em Cuiabá. O consórcio das construtoras Santa Bárbara e Mendes Júnior apresentou o menor preço global para a obra: R$ 342 milhões. O valor diminuiu em 15% o teto dos R$ 405 milhões propostos inicialmente no edital.

De acordo Dirceu Sossai, representante da construtora Santa Bárbara/Mendes Júnior, 80% dos contratados serão para a mão de obra local, sendo que, primeiramente, serão contratados entre 500 a 1.000 profissionais. Já para os serviços especializados, Sossai disse que serão empregados profissionais de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal.

Concorrência

O próximo passo do processo licitatório será de conferência dos cálculos e análise técnica, que levará de três a cinco dias. Em seguida, os concorrentes terão até cinco dias úteis para recorrer da decisão. Depois, a próxima etapa será a adequação orçamentária e a homologação da licitação.

Confira o ranking classificatório dos consórcios:

1º – Santa Bárbara/Mendes Júnior – R$ 342.060.007,96

2º – Kallas/Usiminas – R$ 348.800.078,75

3º – Pantanal – R$ 349.895.866,12

4º – Contern/Viero – R$ 357.793.527,47

5º – Construcap/Convap – R$ 369.740.472,86

Porto Alegre (RS) recebe aprovação de obras para a Copa de 2014

Seis das sete obras foram aprovadas pelo governo. Anúncio foi feito por José Fortunati, secretário extraordinário do mundial.

Nesta última segunda (8/3), o governo federal aprovou seis das sete obras para o mundial enviadas pela prefeitura de Porto Alegre (RS). O anúncio foi feito pelo secretário extraordinário da Copa de 2014, José Fortunati, durante a segunda rodada de discussões sobre projetos do PAC da Mobilidade Urbana, que prevê para a cidade financiamentos de R$368,6 milhões.

A estimativa do valor para as obras na capital gaúcha é de R$ 130,2 milhões. Na relação de ações que vão receber o financiamento foram incluídas algumas mudanças como o prolongamento da avenida Severo Dullius; a duplicação de um trecho da rua Voluntários da Pátria; a construção de uma elevada que deve ajudar na solução do problema do “X” da Rodoviária; a implantação do Bus Rapid Transit (BRT) na avenida Bento Gonçalves, a duplicação do quarto trecho da avenida Edvaldo Pereira Paiva e de viadutos na Terceira Perimetral sobre a Cristóvão Colombo e a Anita Garibaldi.

Até o momento, não foi incluída a implantação das ciclovias. De acordo com José Fortunati, o governo federal abriu a possibilidade de inseri-las quando forem debatidas questões ambientais para a iniciativa, mas a ação não foi autorizada para nenhuma cidade brasileira.

Campo móvel na savana africana

Pepsi desenvolve filme sobre futebol na África como ferramenta de marketing

A Pepsi Cola criou uma campanha para aproveitar a Copa de 2010 na África do Sul com o objetivo de aumentar suas vendas entre os fãs do futebol. Para isso, lançou um filme com destaques do futebol, como Kaká, Thierry Henry, Lionel Messi, Frank Lampard, Didier Drogba e Andrei Arshavin. Os craques contracenam com africanos em uma partida de futebol em plena savana, com um campo móvel.

O filme, que pode ser acessado em www.youtube.com/PepsiFootball, é uma ferramenta de marketing para minar o patrocínio oficial da Coca Cola à Copa de 2010. O curioso, é que a Pepsi não cita a palavra Copa, o ano de 2010 ou o nome do país sede do mundial neste ano nesta produção milionária.

Gualber Calado faz palestra no 1 Franchising Nordeste - Recife 2009