Sejam Bem-vindos!

Este blog foi desenvolvido para discutir, informar e difundir os desafios do marketing no mundo atual, ajudando a realização da venda com excelência.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Copa impulsiona vendas de TVs e artigos esportivos

No país pentacampeão do mundo de futebol, não é surpresa que a proximidade de uma Copa do Mundo seja encarada com entusiasmo pelos torcedores. De olho na euforia, o comércio projeta aumento significativo nas vendas e já se prepara para lucrar. Setores como os de artigos esportivos, TVs e brindes devem apresentar os melhores resultados.
"A Copa é um evento que sempre movimenta alguns segmentos. Os televisores - com as novas tecnologias, a queda de preços e a maior facilidade de pagamento - devem ter alta nas vendas", cita Marcel Solimeo, economista da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Ele aposta ainda em artigos esportivos e em algumas categorias de alimentos e bebidas, como cerveja e pipoca.
De acordo com Lourival Kiçula, presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), a perspectiva é de aumento entre 15% e 20% nas vendas em 2010 em relação a 2009. No ano passado, foram vendidos 9,5 milhões de televisores no País. Para este ano de Copa do Mundo, o cenário mais otimista projeta vendas de até 11,5 milhões de unidades.
O comércio popular também espera uma alta de até 20% nas vendas em relação a 2009, segundo Alexandre Navarro, diretor da União dos Lojistas da 25 de Março e Adjacências (Univinco). Já Rene Djkeim, diretor da Associação Brasileira dos Lojistas de Equipamentos e Materiais Esportivos (Abraleme), prevê crescimento de 14% nas vendas.
O aquecimento do comércio em alguns setores, por conta da Copa do Mundo, pode ajudar inclusive a elevar as vendas de um modo geral. "Em 2006, houve um crescimento de mais ou menos 2% no varejo em relação a 2005, sendo que não ocorreu uma alteração tão grande na renda", afirma o professor Claudio Felisoni de Angelo, presidente do Conselho do Programa de Administração do Varejo (Provar), da Fundação Instituto de Administração (FIA).
Para Solimeo, o aumento nas vendas, por ser mais concentrado em alguns setores, não cria um impacto significativo no varejo como um todo. "Durante os jogos do Brasil, há também uma queda significativa nas vendas do comércio geral. O total de compras de impulso é reduzido", explica o economista da ACSP. "Em jogos do Brasil no período da tarde, a partir do meio-dia já se observa uma queda grande nas consultas ao SPC (Serviço de Proteção ao Crédito), que quase zeram durante a partida. O comércio só começa a se recuperar dessa queda no fim da tarde", diz.
Otimismo
Para os setores que devem registrar aumento nas vendas, o clima é de otimismo. "Estamos para entrar num momento de prosperidade para a venda de materiais esportivos, que vai seguir pelo menos até 2016, já que o Brasil vai sediar a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos", destaca Djkeim.
"As vendas no varejo devem aumentar agora, com a proximidade da Copa. Mas no atacado já registramos boas vendas, pois muitas empresas acabam comprando camisas e outros produtos para distribuir aos funcionários", afirma Djkeim. De acordo com a rede de lojas de material esportivo Centauro, nos anos de Copa é como se houvesse dois Natais, devido ao alto consumo de produtos associados à seleção brasileira.
No setor de TVs, o destaque são as novidades tecnológicas. "Apostamos bastante na alta das vendas dos televisores de LCD e LED", afirma Kiçula. Segundo ele, as vendas de aparelhos da nova geração suplantaram as dos modelos convencionais (de tubo) em março deste ano. "Normalmente, nossas vendas se concentram 60% no segundo semestre e 40% no primeiro. Com a Copa, a relação se inverte: 60% no primeiro semestre e 40% no segundo", diz Kiçula.
Variedade
No comércio popular, a aposta está concentrada na variedade. "As lojas vêm agregando o verde e o amarelo a diversos produtos", explica Navarro, da Univinco. "Nós temos um diferencial que é a variedade de produtos com o tema da Copa - de bandeiras, camisas e bandanas a tecidos e bijuterias, embora a maioria das vendas seja de produtos que fazem barulho, como buzinas, tambores e cornetas."
De acordo com Navarro, as vendas permanecem aquecidas até a primeira fase da Copa. "Há um estouro de vendas após o primeiro e o segundo jogo", explica. "Depois dá uma acalmada." Localizada na 25 de Março, a Armarinhos Fernando espera uma alta de 8% nas vendas em relação à Copa de 2006.
Pra Frente Brasil
Um fator que pode impactar - para o bem ou para o mal - as vendas neste período de Copa do Mundo é o desempenho da seleção brasileira na competição. Um bom papel não só mantém a euforia como estende o período de vendas relacionadas ao torneio. Já uma eliminação precoce pode ser um pesadelo para o varejo. "Se a seleção cair fora cedo, muda tudo. O consumidor fica desanimado e isso se reflete na venda de TVs", afirma Kiçula.
"Como a maior parte das nossas vendas se concentra na primeira fase da Copa, uma eliminação precoce tende a não ter um impacto tão grande. Mas na outra ponta, a das pessoas que fazem estoques de produtos no atacado da 25 de Março para revenda, pode haver um impacto muito maior", afirma Navarro.

Fonte: O Estado de São Paulo

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Você sabe quais são as marcas mais valiosas do mundo?

Veja o resultado do ranking Brandz 2010 que identifica o valor financeiro das cem principais marcas mundiais

Redação Administradores.com.br

Toda empresa deseja ser reconhecida por sua atividade, conquistar a confiança de seus clientes, obter lucro e expandir cada vez mais o seu mercado. Algumas corporações conseguem esse resultado e tem a comercialização de seus produtos e notoriedade reconhecidas pelo mundo.

Uma pesquisa anual realizada pela empresa norte-americana Millward Brown divulgou o ranking com as cem empresas que possuem destaque mundial e o maior valor financeiro das suas marcas.

No topo da lista, foi verificada a supremacia do setor de tecnologia. As quatro primeiras posições do ranking são desse segmento. A empresa Google foi eleita a marca mais valiosa do mundo e avaliada em 114,2 bilhões de dólares.

O ranking mostra que a empresa IBM pulou da quarta para a segunda posição, avaliada agora em US$ 86,3 bilhões. Em terceiro está a Apple. A marca da empresa dirigida por Steve Jobs superou a poderosa Microsoft – que aparece em quarto lugar – e foi avaliada em US$ 83,1 bilhões.

O ranking "100 Marcas Mais Valiosas do Mundo" leva em consideração a opinião dos consumidores com relação às marcas e demonstra os seus resultados associando com o valor financeiro. Ao todo, as 100 marcas avaliadas atingem mais de US$ 2 trilhões. Essa é quinta edição do prêmio e pelo quarto ano

consecutivo, a Google é primeiro lugar no ranking.

Brasil e novas marcas

Entre as marcas brasileiras, a Petrobras teve a melhor colocação e ficou na 73ª posição com US$ 9,67 bilhões. A outra marca brasileira na lista é o Bradesco, com US$ 7,4 bilhões, na 98ª posição.

Pela primeira vez, desde que o ranking foi criado, entraram marcas de todos os países membros do Bric (Brasil, Rússia, China e Índia), reforçando a importância dos mercados emergentes.

Entre as mídias sociais, destaque para o gigante Facebook. O mais popular site de relacionamento social do mundo entrou para o ranking do setor de tecnologia pela primeira vez, com um valor de US$ 5,5 bilhões.

Veja abaixo a lista completa com as 100 marcas mais valiosas do mundo


Ranking da 1ª à 50ª marca

Ranking 1

Ranking de 51ª à 100ª marca

Ranking 2

O ranking completo, com detalhes por região e categorias, pode ser acessado no site da Brandz.

domingo, 4 de abril de 2010

Mídia & Marketing

Jorge Adorno/ Reuters

Jorge Adorno/ Reuters / Ronaldo é cercado por jogadores do Cerro Porteño: para Cesumar, um dos objetivos de patrocinar time paraguaio era ficar conhecido no país vizinho Ronaldo é cercado por jogadores do Cerro Porteño: para Cesumar, um dos objetivos de patrocinar time paraguaio era ficar conhecido no país vizinho

Futebol

Empresas inovam no marketing esportivo

Companhias de médio porte patrocinam camisa de adversários de times brasileiros na Libertadores por apenas um jogo

Empresas regionais e de médio porte encontraram uma solução criativa para garantir uma boa exposição na mídia durante os jogos de futebol. Sem força ou interesse para patrocinar um time brasileiro durante toda a temporada, essas empresas estão apostando no patrocínio de apenas 90 minutos – e em times estrangeiros. Foi o que fez, por exemplo, o Centro Universitário de Maringá (Cesumar), que pagou para ter a logomarca da empresa na camisa do paraguaio Cerro Porteño durante a partida contra o Corinthians, pela Copa Libertadores da América, na última quarta-feira.

“Essa é a chance para ter uma grande exposição na mídia com um preço em conta. Patrocinar os times brasileiros é mais caro, sem contar que não há mais espaço para isso. Mas o anunciante precisa estar preparado para a demanda que isso vai gerar”, explica Thiago Scuro, professor de marketing esportivo da Trevisan Escola de Negócios. Segundo o professor, a ousadia é interessante, mas precisa de ações paralelas para surtir efeito.

Patrocínio temporário

Coxa e Atlético já usaram modelo

A parceria entre o Cerro Porteño e Cesumar não é novidade para Coritiba e Atlético Paranaense. Em 2009, o Atlético estampou em sua camisa a marca CNA, no jogo contra o Corinthians, pela Copa do Brasil. O Coritiba, por sua vez, exibiu em seu uniforme Bematech, Previsul, Águia Sistema e até a dupla sertaneja Maria Cecília e Rodolfo.

A crise mundial fez de uma prática que até então era exceção no futebol virar quase uma regra: o patrocínio pontual, ou tampão. Com menos dinheiro, grandes empresas trocaram o marketing esportivo planejado pelo de oportunidade. Cada vez menos fazendo contratos de longo prazo, mais dispendiosos e direcionados, as empresas agora preferem apostar apenas nos jogos televisionados de grande interesse para sua marca.

Red Bull compra time de futebol

A Red Bull, empresa conhecida por apostar em um marketing diferenciado, está inovando mais uma vez. A fabricante austríaca de bebidas energéticas comprou um time de futebol dos EUA e construiu o maior estádio para o esporte do país. A Red Bull Arena, um estádio de US$ 220 milhões, será inaugurada em Harrison, no estado americano de New Jersey, num amistoso em que o time americano enfrentará o Santos de Neymar e Giovanni, amanhã.

Leia a matéria completa

O coordenador de marketing do Cesumar, Alisson Laprega, explica as razões para optar por uma mídia tão diferenciada. “Parece estranho uma empresa regional anunciar na mídia internacional, mas a intenção é consolidar a marca no Paraguai para conquistar mais alunos daquele país”, diz.

A exposição maciça também foi levada em conta. O jogo foi transmitido pela RPCTV para a região Norte e Noroeste do estado, onde o Cesumar tem presença forte, para outros estados, pela Rede Globo, além do SporTV e da Fox Sport – com transmissão para Paraguai, Argentina e Uruguai. Em todos os casos, o Cesumar ainda fechou contratos para uma inserção no intervalo comercial, inclusive em espanhol.

“Foi uma ação de oportunidade. Há algum tempo estamos estudando investimentos publicitários no Paraguai, de onde temos alunos. Essa foi a chance de usarmos uma exposição associada ao Corinthians, Ronaldo, Roberto Carlos, Libertadores, com a forma da Globo e SporTV”, afirma Laprega, que já negocia novo patrocínio para o jogo de volta, no Pacaembu.

O uso da publicidade em camisas de times estrangeiros é apenas o último capítulo de uma nova fase do marketing esportivo, iniciada em 1999, quando o Atlético Paranaense mostrou que todos os espaços de um clube de futebol são comercializáveis – não apenas a camisa. Naquele ano, o Altético inaugurou seu novo estádio, a Arena Kyocera, que levava o nome de uma fabricante japonesa de celulares. Segundo Scuro, a partir daí os clubes brasileiros começaram a profissionalizar as relações com os anunciantes e novas modalidades de negócios foram inventadas. “As pessoas estão cada vez menos presas ao marketing convencional”, diz ele. .

Clubes inventam para vender

O professor cita outras inovações de sucesso no marketing esportivo. O Corinthians, por exemplo, inventou moda ao tornar a camisa um patrimônio e vendê-la à Hipermarcas. “A Hipermarcas utiliza o espaço como bem entende. Hoje os anúncios são do laboratório Neo Qúi­mi­­ca, do Avanço (desodorante) e do Bozano”.

Já o Palmeiras percebeu que a figura do técnico poderia render outros contratos, e atualmente tem patrocinador próprio para o líder do time. “Há empresas que podem apostar na visibilidade que um treinador tem durante o jogo. É possível valorar isso e vender. O clube acaba cedendo sua imagem para que o clube comercialize”, explicou Scuro.

Outra opção é a oferta de serviços pelo clube que não são diretamente ligado à publicidade, mas que sem dúvida influencia no momento de fechar negócio. “Hoje o time gera entregas que não existiam. Os camarotes podem ser oferecidos como espaço onde o anunciante leva seus clientes para negociar”, afirma.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Esportes e Sustentabilidade

Veja como a prática esportiva recebe grande influência da sustentabilidade e como o contrário também é bem verdade

Segundo Luís Antônio da Costa, o esporte popular recebe várias denominações, tais como, esporte participação, esporte de tempo livre, esporte lazer, esporte comunitário, esporte para todos, etc. Essa nova concepção aumentou consideravelmente a dimensão social do esporte ao introduzir-se na abrangência do novo conceito de esporte no qual se incorpora o sentido da participação, relacionando a perspectiva de bem comum da participação.
O esporte constitui-se de relações entre grupos sociais urbanos, para combinações de trabalho e vida e para enriquecer a cultura humana. Tornam-se um fenômeno cultural e social, que reflete objetivos econômicos, ideológicos, políticos, culturais, científicos e sociais. O esporte, como instrumento de saúde e lazer, oferece ao homem reações importantes aos sintomas negativos da sociedade atual, levando-o inclusive a uma busca de reencontro com a natureza.
Então, considerando essa premissa, é extremamente interessante a utilização da paixão esportiva como influência cultural. Durante a exposição aos campeonatos e competições, o torcedor se apresenta aberto à influência de seu desportista favorito. Esse comportamento é muito bem explorado pelo chamado marketing esportivo.
A análise das variáveis de influência leva ao entendimento dos motivos que levam as pessoas ao envolvimento e comprometimento com o esporte, e seu consequente consumo. A relação do consumidor esportivo com o produto ocorre em três dimensões: benefícios, atributos e atitudes.
O marketing esportivo demonstra ter um eficiente retorno para as organizações, e sendo assim, é fundamental o estudo desta ferramenta e sua evolução para um melhor aproveitamento. As pesquisas nesta direção vão auxiliar no estudo sistemático do comportamento do consumidor esportivo. Portanto, conhecer os fatores que levam à participação esportiva torna-se cada vez mais necessário para a implementação de diretrizes mais eficientes.
Eis os fatores a serem analisados:
• Envolvimento esportivo
• Fatores ambientais
• Fatores individuais
• Processo de tomada de decisão
Essas variáveis podem ser altamente eficazes para o sucesso para estratégias abordando questões culturais, como no caso dos hábitos em Sustentabilidade, da mesma forma como são geralmente aplicadas pela organização para atingir suas metas e objetivos comerciais. De forma geral, a consequência de um trabalho efetivo nesta área é o desenvolvimento e crescimento da indústria do esporte.
Uma ação interessante, envolvendo o marketing esportivo/sustentabilidade, é a nova coleção de camisas para as Seleções patrocinadas pela Nike. A empresa lançou o novo conceito com uma camisa feita com plástico reciclado de garrafas PET. Oito garrafas são necessárias para fabricar cada peça.
A camiseta também está 15% mais leve, porque muitas partes que antes eram costuradas agora são coladas, como nos macacões de Fórmula 1. Além disso, a camisa tem orifícios cortados a laser, para facilitar a evaporação do suor e deixar o jogador mais confortável e menos pesado.
O contrário também é válido: a pegada de carbono do esporte é relativamente pequena, mas o esporte, como parte da vida, está intimamente ligado a questões ambientais de forma a apresentar oportunidades e ameaças. Um futuro afetado pela degradação ambiental não é um cenário no qual os atletas de elite possam prosperar. Acesso reduzido a espaços limpos reduz a participação de jovens que dependem desse futuro.
O esporte tem a chance de desempenhar um papel preponderante na cena internacional, influenciando as opiniões dos líderes mundiais e do público em geral. Isso pode trazer benefícios significativos para as organizações esportivas e os seus líderes. A capacidade de comunicar em todos os níveis juntamente a associação de saúde também torna o esporte um veículo poderoso para transmitir mensagens ambientais em nome dos patrocinadores. Isto se tornará cada vez mais importante nas grandes corporações que estão sob pressão para demonstrar que são verdes.

quarta-feira, 17 de março de 2010

"SEU INGRESSO VALE UM SORRISO"

joana_mocarzel

Foto: Joana Mocarzel - Criança portadora da síndrome de Down.

O Presidente da Federação Cearense de Futebol, Dr. Mauro Carmélio, numa iniciativa digna de desenvolver campanhas que tenham compromisso com a responsabilidade social, criou a campanha "Seu ingresso vale um sorriso".

A primeira ação da Campanha será no Clássico-Rei deste domingo, 21 de março, Dia Internacional da Síndrome de Down.

Ela consistirá na troca de 1 ingresso por 2 latas de leite em pó (400g), que serão doadas para a Associação Inclusiva de Fortaleza - EXISTIR. A Associação cuida de crianças com síndrome de Down.

No lançamento da campanha a presença do representante da entidade EXISTIR Sr. Domingos Sávio Timbó, do presidente da FCF Dr. Mauro Carmélio, dos clubes Ceará Sporting Club, Fortaleza Esporte Clube e da APCDEC.

Portanto, a FCF e o Sr. Presidente Dr. Mauro Carmélio fazem um gol de placa, e quem agradecem são as crianças portadoras da síndrome de Down.

A troca das latas de leite em pó pelo ingresso (1.000 ingressos) será a partir das 10 horas desta sexta-feira (19/03/10) na sede da APCDEC - Rua Paulino Nogueira n° 77-A Benfica - Fortaleza - CE.

CBF cobra cidades sobre cronograma de obras para a Copa de 2014

Ricardo Teixeira ameaça punir adiamentos sem justificativas

São Paulo (SP) – O atraso no cronograma de obras das cidades-sede da Copa de 2014 tem deixado o presidente da CBF e do Comitê Organizador Local (COL), Ricardo Teixeira, preocupado.  A informação foi dada pelo jornal “O Globo” e segundo o diário, Teixeira enviou um comunicado para os comitês locais, cobrando explicações. Além de querer saber os motivos, ele teria ameaçado punir aquelas sedes que não se explicarem.

As cidades precisam iniciar a obras até o dia 3 de maio e o comunicado alertou sobre isso e ainda ressaltou que o COL e a Fifa estarão atentos aos acontecimentos.

“As cidades que já iniciaram suas obras não precisam apresentar nenhuma resposta. O silêncio de qualquer cidade após o prazo será sumariamente interpretado como declaração de que as obras já tiveram início, o que, caso não seja verdadeiro, a Fifa e o Comitê Organizador Local poderão tomar medidas cabíveis para a cidade omissa”, afirma.

Fonte: Globo.com

A história da Copas contada pelas bolas

Exposição em Taubaté-SP mostra as bolas do Mundial, inclusive a da África em 2010

São Paulo (SP) – Um pouco da história das últimas dez edições da Copa do Mundo através o principal instrumento do esporte: as bolas oficiais de cada competição. Este é o tema de uma exposição que começa nesta terça-feira, dia 2 e prossegue até dia 5, no Shopping Taubaté, no interior de São Paulo, com entrada franca.

A exposição “As Bolas das Copas do Mundo Fifa: 1970 – 2010″, foi idealizada pela Adidas, e traz detalhes sobre o que cada bola representou para cada época. A bola oficial da Copa de 2010, que será realizada em junho na África do Sul, é composta de onze cores, em homenagem aos onze dialetos sul-africanos e aos onze jogadores da seleção do país.

Fonte: WWW.copa2014.org.br

Investimento luso pode acontecer em estádio no Ceará

Construtora  estará ao lado de empresas nacionais

São Paulo (SP) – A reforma do estádio do Castelão, em Fortaleza (CE), para a Copa de 2014 poderá ter investimento português. A construtora lusitana Somague entrou em um consórcio para disputar a licitação das obras no local, avaliada em R$ 500 milhões.  A informação é do Diário Econômico.

Segundo uma fonte oficial, a participação da Somague neste grupo, que integra ainda as empresas brasileiras Carioca Engenharia e Fujita, é de 40%. Para ela, “a participação é relevante, especialmente em razão da experiência na construção de infraestruturas desportivas deste tipo”. A Somague é responsável pela construção de cinco dos dez estádios para a Euro 2004, como os da Luz e do Dragão.

O prazo para as licitações deveria terminar em 1º de março, mas, em sete dos 12 estádios (incluindo o de Fortaleza), os cronogramas estão atrasados. A demora já suscitou a preocupação da FIFA, que quer todas as infraestruturas concluídas em dezembro de 2012.

Fonte: Brasil Econômico

Em clima de Copa, livraria de SP monta seleção temática sobre o futebol

Novidade quer deixar os fãs afiados

Já em clima de Copa do Mundo, uma livraria da capital paulista decidiu inovar e deixar os paulistanos afiados sobre a paixão do brasileiro: o futebol. Para isso, a livraria Nobel da Rua Maria Antônia, no bairro Vila Buarque, disponibilizou uma banca temática com 50 títulos sobre o esporte. O autor da ideia futebolística foi o gerente da loja, Luiz Fazzilani

Tem para todos os gostos. Livros com reportagens, fotografias, entre outros assuntos dedicados ao futebol. Entre os procurados estão o livro Pelé 70, da Editora Realejo e organização de José Luiz Tahan, que possui dez capas diferentes.

A pedida também fica por conta de duas obras recentemente lançadas pela Editora Contexto: As Melhores Seleções Brasileiras de Todos os Tempos, de Milton Leite, e As Melhores Seleções Estrangeiras de Todos os Tempos, de Mauro Beting.

O centenário do Corinthians também não ficou de fora. O livro Timão 100 Anos – 100 jogos, 100 ídolos, de Celso Unzelte, lançado pela Gutenberg, é um dos títulos que podem ser encontrados facilmente sobre o clube.

Ao amantes do esporte e da fotografia, a dica é Pacambu (DBA), de Thomaz Farkas e Futebol sem Fronteiras – Retratos da Bola ao Redor do Mundo, de Caio Vilela, da editora Panda Books.

Com informações do site Copa 2014

Construção civil é o setor que mais deve contratar com os grandes eventos esportivos brasileiros

Oportunidades de emprego também aumentarão em habitação, turismo e telecomunicações até 2015.

Um estudo divulgado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) levantou os setores que mais devem contratar com a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016. O setor que mais deve contratar é a construção civil, com as carreiras de marcenaria, construção em alvenaria, eletricidade predial e aplicação de revestimento mecânico.

Segundo a pesquisa, a injeção de crescimento profissional na construção civil deverá ocorrer de forma homogênea no Brasil, principalmente nas capitais que sediarão os jogos. Outro fator para essa expansão no setor está ligado à retomada dos investimentos públicos e privados em obras de infraestrutura urbana.

O setor de telecomunicações também apresentará crescimento relevante com os grandes eventos esportivos brasileiros. A principal razão para isso é a adequação dos serviços de telefonia e internet exigida pela Federação Internacional de Futebol – FIFA. Deverão ser investidos no setor o valor de R$ 20 bilhões.

Entre outros setores que deverão aumentas suas oportunidades de emprego estão o de habitação, infraestrutura, turismo, confecções e o próprio mercado de trabalho esportivo.

Divulgadas propostas de consórcio para estádio do MT para Copa de 2014

Menor valor apresentado reduz em 15% o custo da Arena Multiuso Novo Verdão

Foram divulgadas nesta quarta-feira (10/03), na sede da Secretaria de Infraestrutura do Mato Grosso – Sinfra –, as propostas dos concorrentes para a construção da Arena Multiuso Novo Verdão, que receberá os jogos da Copa de 2014 em Cuiabá. O consórcio das construtoras Santa Bárbara e Mendes Júnior apresentou o menor preço global para a obra: R$ 342 milhões. O valor diminuiu em 15% o teto dos R$ 405 milhões propostos inicialmente no edital.

De acordo Dirceu Sossai, representante da construtora Santa Bárbara/Mendes Júnior, 80% dos contratados serão para a mão de obra local, sendo que, primeiramente, serão contratados entre 500 a 1.000 profissionais. Já para os serviços especializados, Sossai disse que serão empregados profissionais de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal.

Concorrência

O próximo passo do processo licitatório será de conferência dos cálculos e análise técnica, que levará de três a cinco dias. Em seguida, os concorrentes terão até cinco dias úteis para recorrer da decisão. Depois, a próxima etapa será a adequação orçamentária e a homologação da licitação.

Confira o ranking classificatório dos consórcios:

1º – Santa Bárbara/Mendes Júnior – R$ 342.060.007,96

2º – Kallas/Usiminas – R$ 348.800.078,75

3º – Pantanal – R$ 349.895.866,12

4º – Contern/Viero – R$ 357.793.527,47

5º – Construcap/Convap – R$ 369.740.472,86

Porto Alegre (RS) recebe aprovação de obras para a Copa de 2014

Seis das sete obras foram aprovadas pelo governo. Anúncio foi feito por José Fortunati, secretário extraordinário do mundial.

Nesta última segunda (8/3), o governo federal aprovou seis das sete obras para o mundial enviadas pela prefeitura de Porto Alegre (RS). O anúncio foi feito pelo secretário extraordinário da Copa de 2014, José Fortunati, durante a segunda rodada de discussões sobre projetos do PAC da Mobilidade Urbana, que prevê para a cidade financiamentos de R$368,6 milhões.

A estimativa do valor para as obras na capital gaúcha é de R$ 130,2 milhões. Na relação de ações que vão receber o financiamento foram incluídas algumas mudanças como o prolongamento da avenida Severo Dullius; a duplicação de um trecho da rua Voluntários da Pátria; a construção de uma elevada que deve ajudar na solução do problema do “X” da Rodoviária; a implantação do Bus Rapid Transit (BRT) na avenida Bento Gonçalves, a duplicação do quarto trecho da avenida Edvaldo Pereira Paiva e de viadutos na Terceira Perimetral sobre a Cristóvão Colombo e a Anita Garibaldi.

Até o momento, não foi incluída a implantação das ciclovias. De acordo com José Fortunati, o governo federal abriu a possibilidade de inseri-las quando forem debatidas questões ambientais para a iniciativa, mas a ação não foi autorizada para nenhuma cidade brasileira.

Campo móvel na savana africana

Pepsi desenvolve filme sobre futebol na África como ferramenta de marketing

A Pepsi Cola criou uma campanha para aproveitar a Copa de 2010 na África do Sul com o objetivo de aumentar suas vendas entre os fãs do futebol. Para isso, lançou um filme com destaques do futebol, como Kaká, Thierry Henry, Lionel Messi, Frank Lampard, Didier Drogba e Andrei Arshavin. Os craques contracenam com africanos em uma partida de futebol em plena savana, com um campo móvel.

O filme, que pode ser acessado em www.youtube.com/PepsiFootball, é uma ferramenta de marketing para minar o patrocínio oficial da Coca Cola à Copa de 2010. O curioso, é que a Pepsi não cita a palavra Copa, o ano de 2010 ou o nome do país sede do mundial neste ano nesta produção milionária.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

OBJETIVOS

por ABRAHAM SHAPIRO

Falemos sobre objetivos. A busca de qualquer objetivo significativo
deve ser constante, 24 horas por dia.

Não divida períodos de tempo entre “lutar por ele” e “não lutar”. Isto
não significa que você deva ser obsessivo ou compulsivo pelas metas de
sua vida. Você também necessita dormir, descansar e relaxar.
“Lutar constantemente pelos objetivos” significa que, quando dorme,
você o faz a fim de ser mais produtivo. Portanto, dormir é uma parte
importante do seu trabalho. O mesmo se dá com a alimentação correta e
com ginástica, entre outras situações básicas. Desde que feito com o
propósito correto, tudo o que você incluir em suas práticas irá
contribuir muito para as suas conquistas e seu crescimento geral.
Relaxar faz parte desta luta. Porém, isso deve ter um significado -
algo semelhante à “troca dos pneus numa corrida”. Não se trata de
renunciar a nada, mas de crescer e alcançar mudanças efetivas "para
melhor". Seu relaxe deve ter propósito e direção, e não relaxar por
relaxar. Não significa sonhar com um mundo diferente da realidade ou
construir castelos no ar como faria um tolo.

Parece difícil? Recorda-se da primeira vez que conseguiu andar de
bicicleta? Você manteve-se em equilíbrio logo de primeira? Creio que
não. Mas você dizia: “como é possível equilibrar esta coisa e fazer que
se mova adiante com estas rodas tão finas?” Você tentou, caiu, e quando
já ia dar-se por vencido viu seu vizinho andando em sua “magrela” com
facilidade. Então continuou tentando, e antes de dar-se conta, andar de
bicicleta converteu-se em algo natural, simples e seguro -
provavelmente até hoje.

Com a perseguição dos objetivos da vida é a mesma coisa. Leva tempo a
acostumar-se, porém, depois que se torna algo sério e você aprende, não
precisa da ajuda e nem da lembrança de ninguém.
Somente não permita que sua mente "se apague", porque quanto mais
freqüentemente você desligar o motor, mais difícil será dar a partida
novamente e acabaria comprometendo momentos valiosos de sua vida...
como se escapassem por entre os dedos de sua mão.
______________________
Abraham Shapiro é consultor e coach de líderes. Sua filosofia de
trabalho, em uma só palavra, é: simplicidade. Contatos:
shapiro@shapiro.com.br ou (43) 8814 1473

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Agradeça as reclamações dos seus clientes!

Por Raul Canderolo - VendaMais

Uma reclamação é uma declaração de expectativas não satisfeitas. Infelizmente, a palavra tem conotação negativa, provocando as mais diversas reações nos funcionários de uma empresa. Por exemplo, se logo de manhã você chega ao escritório e a primeira ligação que atende é de um cliente reclamando, provavelmente irá pensar algo como: “Xi, meu dia já começou mal”.
Mas a verdade é que cada reclamação é uma chance que você tem de consertar as coisas, de aprofundar relacionamentos e também de vender mais.
As reclamações são um dos meios mais diretos e eficazes dos clientes informarem as empresas de que algo não está certo e, portanto, há espaço para melhorias. E se as empresas não atendem essas expectativas promovendo as mudanças necessárias, acabam perdendo seus clientes para a concorrência.
Para mudarmos essa conotação negativa que as reclamações têm na equipe de vendas, talvez devêssemos começar mudando o seu nome. Em vez de dizer que um cliente ligou reclamando, diga que um cliente ligou para dar um feedback ou, ainda, que ele ligou para passar informações muito valiosas.
Sim! Reclamações não são nada mais do que o seu cliente lhe dando informações valiosas sobre o que ele espera da sua empresa e como você pode satisfazê-lo. Em vez de gastar vários mil reais em pesquisas demoradas, comece a prestar atenção no que seus clientes dizem.
Ao reclamar, muitas vezes os clientes ficam nervosos, brabos e algumas vezes são grosseiros. O primeiro passo é entendermos que isso é muito natural, uma vez que eles tinham expectativas em relação à empresa e que não foram atendidas.
O segundo passo é tentarmos nos concentrar no conteúdo da mensagem, e não na maneira como ela está sendo passada pelo cliente. Dependendo da situação, isso, às vezes, é muito difícil, mas se conseguirmos ver reclamações como presentes, os embrulhos nada importam.
Os números não nos deixam mentir
Quantas pessoas do total reclamam? E quantas delas não voltam a comprar da empresa? Segundo Philip Kotler, uma empresa pode perder até 80% dos seus clientes muito insatisfeitos; 40% dos insatisfeitos; 20% dos indiferentes e talvez 10% dos satisfeitos. Mas pode perder apenas 2% dos clientes muito satisfeitos.
Agora, um número muito interessante: 95% desses clientes muito insatisfeitos não reclamam. Simplesmente param de comprar da empresa. Ou seja, se o cliente reclama, é porque ele se importa e isso deve ser valorizado.
Um caso citado por Kotler em seu livro Administração de Marketing é o da empresa 3M, que alega que mais de dois terços de suas idéias para melhorar produtos e serviços vêm a partir das reclamações de seus clientes.
Uma coisa que é importante colocarmos aqui é que apenas ouvir seus clientes não é o bastante. Mais importante que isso, é fazer algo de construtivo com a mensagem passada.
Kotler afirma que “dos clientes que registram uma reclamação, entre 54% e 70% voltarão a fazer negócios com a empresa se suas reclamações forem resolvidas. O percentual chega a espantosos 95% se os clientes sentirem que a reclamação foi atendida rapidamente”. Mas infelizmente, a realidade é que apenas metade dos clientes que reclamam afirmam receber uma solução satisfatória e rápida para o problema.
Resolver o problema dos seus clientes é um dever que a sua empresa tem. Afinal de contas, ela ofereceu um produto ou serviço, a pessoa comprou e nada mais justo que ela fique satisfeita, assim como lhe foi prometido. Mas há também outras motivações para que seus clientes sejam bem atendidos em suas reclamações.
Em média, um cliente satisfeito conta para 3 pessoas a sua experiência positiva com a empresa. Mas um cliente insatisfeito conta para 11 pessoas sua experiência negativa.
Realmente, a propaganda negativa é um mau negócio. E agora a coisa ficou pior ainda com a internet, que proporciona uma rápida comunicação com muitas pessoas ao mesmo tempo. Por isso é muito melhor ouvir as reclamações e resolvê-las. Prevenir é sempre mais sábio do que remediar.
No livro Reclamação de Cliente? Não Tem Melhor Presente (Editora Futura), Barlow e Moller apresentam a fórmula para se lidar com reclamações:
1)    Dizer obrigado.
2)    Explicar por que você apreciou a reclamação.
3)    Pedir desculpas pelo erro.
4)    Prometer que alguma medida será tomada imediatamente.
5)    Pedir as informações necessárias.
6)    Corrigir o erro – imediatamente.
7)    Verificar se o cliente está satisfeito.
8)    Prevenir erros futuros.
Para que esta fórmula funcione, é preciso que os funcionários da linha de frente tenham autonomia para resolver rapidamente os problemas mais comuns. E aqui é fundamental o papel da gerência, pois será necessário treinamento, delegação de tarefas, controle e acompanhamento.
Somente com sua equipe tendo autonomia para resolver os problemas freqüentes é que você será capaz de atender rapidamente seus clientes que reclamam, pois a burocracia é eliminada.
Sabendo da importância dos feedbacks que seus clientes dão (tanto os positivos quanto os negativos), é imprescindível que você incentive seus clientes a falarem com você. Veja abaixo algumas coisas que podem ser feitas:
Coisas que você pode fazer para encorajar reclamações
* A principal delas é colocar uma linha 0800 para contato com o público. No Brasil, esse é um sistema ainda caro, que muitas empresas de pequeno porte não podem pagar. Nesse caso, tenha um serviço de atendimento muito claro, rápido e efetivo. Ou seja, nada de colocar 5 minutos de gravações e fazer com que o cliente tenha de apertar 10 números para conseguir falar com um ser humano.
* Treine seus clientes para que também vejam reclamações como presentes. Você pode até utilizar incentivos (por exemplo: você pode oferecer um brinde, um cupom de desconto para a próxima compra ou para a compra de um outro produto da empresa etc.).
* Divulgue o fato de que está procurando ouvir todas as reclamações.
* Avalie suas estruturas internas referentes às reclamações.
* Mantenha sempre disponíveis formulários (na sua empresa/loja, no site etc.) para os clientes comentarem.
* Crie fichas para os funcionários registrarem as reclamações dos clientes.
* Permita que seus clientes reclamem.
* Vá atrás dos que não respondem suas pesquisas e não entram em contato. Existe uma possibilidade alta de você encontrar aí um cliente insatisfeito.
Lembre-se: as reclamações dos seus clientes podem salvar sua empresa de uma grande crise. Pode ainda, ajudá-lo a diferenciar-se da concorrência, criar valor e clientes fiéis. Não deixe que a conotação negativa interfira neste processo de aprendizagem.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Marketing esportivo, uma mídia alternativa

Por Fernando Rodrigues

futebol a paixão dop Brasil O marketing esportivo é um derivado do marketing devidamente aplicado ao segmento de esportes, e como tal o marketing esportivo envolve uma série de atividades que compõe o tradicional mix de marketing, ou seja: produto, preço, promoção e ponto de venda, os maiores responsáveis pela popularização do marketing esportivo em todo o mundo foram as indústrias de cigarros e bebidas alcoólicas, como alternativa à proibição pelo Congresso Americano da veiculação de propagandas em determinados horários, empresas como Marlboro, Camel, Campari, Foster, entre outras apresentam um longo e bem-sucedido histórico de associação com o esporte, especialmente o automobilismo. Os profissionais deste setor devem estar sempre ligados a quase tudo que acontece e dentro suas tarefas diárias destacamos: avaliação constante do mercado e suas variáveis políticas, econômicas, ambientais, etc. Seleção de eventos, atletas, equipes, calendários esportivos, contratos de endorsement, compra de espaços de mídia em eventos esportivos, etc. O marketing esportivo é um novo segmento no mercado onde se destaca o marketing promocional que atua na dimensão institucional de uma marca ou empresa, o mesmo pode ser caracterizado também como merchandising. Isto porque cada modalidade esportiva permite a utilização de diferentes estratégias e táticas, considerando o local da competição, os uniformes dos atletas, o posicionamento do equipamento, o local destinado ao público e os demais personagens coadjuvantes que participam do evento esportivo. Esta característica de merchandising, ou seja, de publicidade não tão explícita, é um dos grandes pontos positivos do marketing esportivo já que o produto não aparece para o consumidor sob forma explicita de venda. O produto, neste caso, faz parte do ambiente e não rouba a cena do foco principal que é o evento esportivo em si. O marketing esportivo é um tipo de mídia alternativa utilizada para a maximização da exposição de uma marca e/ou produto, sendo que a empresa que investe no marketing esportivo deverá, também ter uma ação de propaganda para explicar quais são os produtos que a marca vende, a mesma deve levar em consideração que o marketing esportivo, é um tipo de promoção institucional. As primeiras práticas do marketing esportivo no mundo datam do início do século XIX, mas tornou-se mais conhecido quando em 1921 a Hillerich & Bradsby (H&B), fabricante do taco de beisebol Louisville Slugger implementou um plano de marketing e se tornou líder na produção de tacos de beisebol. No Brasil não há com precisão uma data, mas nas regatas do início do Século XX e no futebol deste mesmo período já saiam anúncios nos jornais e revistas de empresas que vinculavam suas imagens aos esportes em ascensão daquela época. Na década de 70 e início dos anos 80 a transformação do esporte brasileiro incentivou que as empresas investissem nos esportes em busca de retorno publicitário e vendas. Atualmente existe disponível uma grande quantidade de ferramentas aos profissionais do marketing esportivo, tais como: periódicos especializados, só no Brasil existem mais de 50 revistas de esportes, jornais, rádio, televisão, sites e a tecnologia moderna, tais como: computadores, software, aplicativos, banco de dados, etc. A utilização do mix de marketing tradicional, como produto, preço, ponto de venda e promoção, assim como dos fatores internos e externos são atividades que os profissionais de marketing da indústria esportiva se deparam no dia-a-dia para enfrentar o crescimento e os desafios do marketing esportivo. O marketing esportivo tem muitos objetivos, já que o esporte se tornou em fenômeno cultural internacional, os grandes eventos esportivos são vistos através da televisão por bilhões de pessoas em mais de 200 países e muito do interesse pelo esporte como negócio advém da imagem e do prestígio que o mesmo proporciona tanto ao atleta como a indústria. A indústria esportiva mundial movimenta bilhões de dólares anualmente, e o segmento esportivo é amplo e complexo, tendo em vista que existem mais de 140 modalidades esportivas sendo praticada em todo o mundo. Dentro deste contexto o marketing esportivo vem crescendo a cada dia em todo o mundo, e isto está relacionado com alguns dos seus principais objetivos, que dentre outros são: " Avaliar o mercado, os concorrentes e consumidores; " Desenvolver estratégias e táticas promocionais; " Fortalecer a marca e a imagem da empresa e/ou produtos; " Planejar o uso da mídia para obter retorno espontâneo; " Abrir e conquistar novos mercados; " Usar a comunicação como ferramenta estratégica.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Mesbla volta à ativa como loja online

Quem acessa o endereço www.mesbla.com.br encontra a promessa de uma loja feminina “com tudo que a mulher brasileira merece”. O site exibe ainda fotos do que será o portfólio do serviço eletrônico: sapatos femininos, cosméticos, roupas e acessórios.
A marca Mesbla pertence ao empresário Ricardo Mansur, que adquiriu a rede de varejo em 1990, numa operação que envolveu também a compra do Mappin. Ambas empresas foram ícones de sucesso no varejo ao longo dos anos 80, até falirem na década seguinte em meio a dívidas.
O serviço online terá como ponto a seu favor o recall que o nome “Mesbla” ainda tem na cabeça dos consumidores. Para colocar a loja de e-commerce para funcionar, os donos da marca precisam assegurar acordos com os antigos credores da Mesbla.
Fonte: Info Online

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Johnnie Walker colocará táxi inglês em SP

Fonte Maquina do esporte

GUILHERME COSTA

Da Máquina do Esporte, em São Paulo

Como parte da campanha "piloto da vez", que tenta alertar o público sobre os riscos de misturar bebida alcoólica e direção, a Johnnie Walker vai colocar um táxi inglês nas ruas de São Paulo. A ação, que será feita a partir de parcerias com bares e com a Central de Táxi, deve começar a funcionar entre dezembro e janeiro.

O táxi inglês é preto, exatamente como os modelos que circulam pelo país europeu. Até a "mão" do veículo é invertida - o condutor fica do lado direito. A Johnnie Walker fará parcerias com bares de São Paulo, que vão sortear corridas de até dez quilômetros no veículo. Essa iniciativa faz parte de uma campanha de doação de quilômetros em corridas de táxi que a Johnnie Walker lançou em São Paulo no último fim de semana.

Na madrugada de sábado para domingo, pessoas na cidade que ligarem para a Central de Táxi e disserem uma senha ("Quero o meu piloto da vez") terão corridas grátis de até dez quilômetros. "Temos uma série de ações planejadas para este ano, que não se limitam à Fórmula 1. A doação de quilômetros, por exemplo, vai se estender até o começo do ano que vem. Também teremos o táxi inglês circulando pelas ruas de São Paulo, o que vai ser uma grande atração", projetou Eliza Duque Estrada, gerente da Johnnie Walker no Brasil.

A campanha do "piloto da vez" tem sido o principal mote usado pela companhia para trabalhar na Fórmula 1. Depois de ter realizado um evento com ex-piloto finlandês Mika Häkkinen, bicampeão da categoria, a Johnnie Walker promoveu na última quinta-feira uma entrevista coletiva com o inglês Lewis Hamilton e o finlandês Heikki Kovalainen. Além da conversa com jornalistas sobre Fórmula 1, os pilotos da McLaren encerraram a principal ação da Johnnie Walker relacionada ao GP do Brasil da categoria neste ano.

A marca realizou uma promoção em seu site, promoveu um concurso cultural e deu ao autor da frase mais criativa o direito de estampar seu nome nos capacetes de Hamilton e Kovalainen para a corrida do próximo domingo. "O movimento piloto da vez foi iniciado no Brasil, e nós temos reforçado isso para expandir a comunicação da mensagem. O concurso cultural foi importante nessa jornada, com um prêmio que chamou bastante atenção. A campanha toda foi feita pela internet, com 96 milhões de impactos. É um meio em que a mensagem se dissemina de forma efetiva", avaliou Elisa. A despeito de o retorno da ação ter superado as previsões da Johnnie Walker, ela não será repetida na próxima temporada.

PARA REFLETIR...

POR ABRAHAM SHAPIRO

Quando o outro não faz, é preguiçoso;

Quando você não faz... está muito ocupado.

Quando o outro fala, é intrigante;

Quando você fala... é crítica construtiva.

Quando o outro se decide a favor de um ponto, "é um cabeça dura"; Quando você decide... está sendo firme.

Quando o outro não cumprimenta, é orgulho; Quando você não cumprimenta... é apenas distração ou preocupação.

Quando o outro fala sobre si mesmo, é egoísta; Quando você fala... é porque precisa desabafar.

Quando o outro quer ser agradável, tem uma segunda intenção; Quando você é agradável... é pura e autêntica gentileza.

Quando o outro faz algo inesperado, está excedendo; Quando você faz... é iniciativa.

Quando o outro progride, é porque teve oportunidade; Quando você progride... é fruto de muito trabalho.

Quando o outro luta pelos seus direitos, é teimosia; Quando você o faz... é prova de caráter.

Então... quando pensar em julgar o outro, olhe primeiro para dentro de você, pois, em muitos dos nossos julgamentos mesquinhos estamos, na verdade, julgando a nós próprios... na figura do outro!

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Abraham Shapiro é consultor e coach de líderes. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é: simplicidade. Contatos:

shapiro@shapiro.com.br ou (43) 8814 1473

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

PLACAS POPULARES

Será que estas placas vendem? ou simplesmente só servem de chacota? dê sua opinião, comente!

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Gualber Calado faz palestra no 1 Franchising Nordeste - Recife 2009