Sejam Bem-vindos!

Este blog foi desenvolvido para discutir, informar e difundir os desafios do marketing no mundo atual, ajudando a realização da venda com excelência.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

O fim dos esquilos cegos

Por Marcelo Cherto

Em períodos de abundância, como o que atravessamos nos últimos anos, até um esquilo cego encontra uma noz aqui, outra ali, e assim vai vivendo.

Traduzindo: com grana sobrando no mercado, qualquer um vende qualquer coisa... mesmo que trabalhe mal.

Em tempos de vacas magras, como os que se anunciam, vai vender e crescer quem realmente se preparar para isso... inclusive contando com os canais certos, estruturados da forma adequada e geridos com o máximo de efetividade.

Daqui para a frente, vai vender qum for profissional. E fizer o que resolve.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Mercado brasileiro de tecnologia movimentou R$ 60,2 bilhões em 2008

IDG Now!

O mercado de tecnologia brasileiro movimentou 60,2 bilhões de reais em 2008, afirma estudo da IT Data e do Instituto Sem Fronteiras. O número revela crescimento de 11% sobre os resultados de 2007.

Do total, segundo o levantamento, 49 bilhões estão relacionados a investimentos de empresas e 11,2 bilhões são relativos a compras de pessoas físicas.

O mercado corporativo não sofreu o impacto da crise em seu orçamento no ano passado - pelo contrário, cresceu 10%, priorizando projetos de governança, ERP (Enterprise Resource Planning) e BI (Business Inteligence).

Mas a crise afetou os investimentos para este ano. Um levantamento com 400 Chief Information Officers aponta que o orçamento para 2009 será quase o mesmo de 2008, o que interrompe cinco anos de crescimento acima de 10% no mesmo, devido ao desfavorecimento do dólar.

No caso das compras de pessoas físicas, o crescimento em 2008 foi de 14% em relação a 2007, mas poderia ter ultrapassado os 20% sem a crise econômica.

Homens e mulheres são diferentes na hora de gastar e de pagar, diz TeleCheque

Info Money Pessoal

SÃO PAULO - Pesquisa divulgada nesta quinta-feira (29) pela TeleCheque aponta que, do total de brasileiros endividados, 57,08% são mulheres. Para a gerente da Instituição, Cláudia Maciel, o dado não surpreende: "os homens são mesmo mais controlados na hora de gastar. Eles são mais racionais nesse quesito".

Porém, Cláudia conta que, mais do que evidenciar que os homens planejam mais seus gastos, os números revelam que grande parte das mulheres independentes possuem dificuldade em gerir suas finanças.

"Das 57,08% das endividadas, mais de 44% são solteiras. Esse é o preço que muitas mulheres pagam por serem independentes. Elas trabalham, são maduras, mas muitas vezes fica difícil gerenciar a renda com os gastos", afirma.

Gastos e pagamentos

A gerente conta ainda que, na hora de gastar, o vilão do orçamento de homens e mulheres é o mesmo: o vestuário. "Esse é o lugar onde ambos os sexos mais gastam: as lojas de roupas".

Porém, ela conta que há diferenças em outros gastos. "Homem gosta de carros e objetos eletrônicos, mulher é mais guiada pela vaidade: roupas, produtos de beleza e perfume". E completa: "Elas compram mais pela emoção, se deixam levar pelos sentimentos e chegam a comprar para suprimir alguma frustração. Eles compram por status e poder. Não é à toa que a maioria dos homens têm como sonho de consumo um carro poderoso".

Cláudia afirma ainda que esses gastos devem mudar nos próximos meses. "A crise financeira está mais evidente agora, com as manchetes dos jornais estampando o grande número de demissões que estão ocorrendo em todo o mundo, por exemplo. Assim, os gastos devem mudar e ficarão focados em itens de primeiras necessidade. Acreditamos que, ao fim do primeiro trimestre desse ano, vamos constatar que o maior índice de endividamento estará em itens ligados à alimentação".

E, na hora de pagar as contas, a gerente afirma que os homens são mais organizados. "Quando parcelam suas compras, por exemplo, eles anotam seus gastos e sabem quanto vai vir na fatura do cartão de crédito no final do mês. Muitas mulheres não fazem isso, o que faz com que, na hora que a conta chega, não se tenha a quantidade necessária para pagar. Isso gera endividamento e inadimplência".

domingo, 25 de janeiro de 2009

Circula por aí... Nova maneira de se contratar a pessoa para a função certa.

Após numerosos estudos, um grupo de psicólogos encontrou um método infalível para que uma empresa consiga contratar as pessoas certas para cada cargo ou função. É o seguinte:

1- Coloque todos os candidatos juntos num galpão.

2- Disponibilize 200 tijolos para cada um.

3- Não dê orientação alguma sobre o que fazer.

4- Tranque-os lá.

5- Após seis horas, volte e verifique o que cada um fez.

Os psicólogos que desenvolveram o método estão convencidos de que:

1 - Os que tiverem contado os tijolos, contrate como Contadores.

2 - Os que tiverem contado e, sem seguida, recontado os tijolos, certamente darão ótimos Auditores.

3 - Os que tiverem espalhado os tijolos, não há dúvida: são Engenheiros.

4 - Os que tiverem arrumado os tijolos de maneira muito estranha, difícil de entender, coloque no Planejamento e Controle de Produção.

5 - Os que estiverem jogando tijolos uns nos outros, coloque em Operações.

6 - Os que estiverem dormindo, coloque na Segurança.

7 - Aqueles que houverem picado os tijolos em pedacinhos e estiverem tentando montá-los novamente, devem ir direto para o departamento de Tecnologia da Informação.

8 - Os que estiverem sentados sem fazer nada ou batendo papo-furado, devem assumir alguma função na área de Recursos Humanos.

9 - Os que disserem que fizeram de tudo para diminuir o estoque mas a concorrência está desleal e será preciso reduzir o preço dos tijolos e conceder maiores facilidades aos compradores, são Vendedores natos. Devem seguir direto para o Comercial.

10 - Os que já tiverem saído, contrate como Gerentes.

11 - Os que estiverem olhando pela janela com o olhar perdido no infinito, devem trabalhar em Planejamento Estratégico.

12 - Os que estiverem conversando entre si com as mãos nos bolsos, demonstrando que nem sequer tocaram nos tijolos e jamais o fariam, é melhor cumprimentar com muito respeito, pois certamente serão contratados como Diretores.

13 - Os que tiverem levantado um muro e se escondido atrás dele vão para o Departamento de Marketing.

14 - Os que afirmarem não estar vendo tijolo algum na sala, são Advogados. Devem ir diretamente para o Departamento Jurídico.

15 - Os que reclamarem que os tijolos 'estão uma porcaria, sem identificação, sem padronização e com medidas erradas', coloque no Controle de Qualidade.

16 - Os que estiverem chamando os demais de 'companheiros', é melhor dispensar imediatamente, antes que criem um novo sindicato.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Em tempos de crise, crie estratégias diferenciadas de preço

Por Federico Amory*
Poucas empresas estão dando à variável preço a importância que merece. A grande maioria acredita, ou pelo menos age como se acreditasse, que basta se igualar aos principais concorrentes para continuar sobrevivendo. E param por aí.
Para seu negócio sobreviver no meio de tantas ofertas e vantagens que seus concorrentes oferecem para seus clientes, é preciso criar e saber implantar estratégias diferenciadas de preço. Mas como criar essas vantagens competitivas?
Recentemente, um empresário perguntou como poderia fazer para sair de uma vez por todas das crescentes “guerras de preços”, pois já não agüentava mais baixar seus custos, comprometendo cada vez mais a qualidade, o desempenho da organização e a sua própria sobrevivência. Em outras palavras a empresa estava se afundando.
Somente através da diferenciação e dos custos controlados (não significa baixar custos arbitrariamente), é possível erguer-se perante as empresas que sobrevivem “apagando incêndios”. Estes são atributos que, independentemente do tamanho e da época, sua empresa pode desenvolver gradativamente.
Essa ponderação é confirmada por uma pesquisa realizada recentemente para achar o chamado Índice de Prestígio da Marca Corporativa (IPMC), na qual foram
avaliados cinco quesitos: Qualidade dos Produtos e Serviços, Admiração e Confiança, Responsabilidade Social e Ambiental, Inovação e, ainda, Histórico e Evolução. Além de avaliar quanto cada marca se identificava com esses quesitos, os entrevistados apontaram qual a importância que eles davam a cada um desses aspectos.
A Qualidade dos Produtos e Serviços foi apontada como o atributo mais importante. Isso mostra que, se o produto não tiver a qualidade desejada, não adianta mascarar a reputação com outros atributos. Isso é valor percebido pelo cliente, significa diferenciação.
De maneira geral, na perspectiva do cliente, o núcleo da estratégia consiste na criação de uma proposição de valor sustentável envolvendo: preço, qualidade, disponibilidade dos produtos, sortimento, funcionalidade, serviço, parceria e imagem de marca. Quando um empresário opta por conquistar clientes somente na base do preço, está praticamente indo no sentido contrário, pois não demorará muito e não terá mais condições, nem recursos, para defender seu IPMC.
Desenvolver a diferenciação e controlar os custos não é tarefa fácil. Exige uma orientação profissional, uma liderança comprometida com resultados, uma metodologia testada e comprovada, o aproveitamento do potencial criativo e inovador dos membros da organização e a tecnologia da informação compatível.
Três variáveis influenciam a definição de preços: valor percebido pelo cliente, conhecimento dos principais concorrentes e gestão de custos eficaz.
Em primeiro lugar é preciso ter cuidado com estratégias baseadas em descontos e outros incentivos para alavancar as vendas. Se estas não forem criadas com conhecimento do quanto varia a lucratividade da empresa, sem objetivos e critérios claros, sustentados e integrados a um plano estratégico, podem provocar muitos problemas no futuro. A maioria dos problemas organizacionais e de desempenho fraco (ou negativo) tem sua origem em decisões impulsivas, arbitrárias e amadoras de seus líderes, assim como na falta de visão e de reação oportuna às mudanças.
A maioria das empresas define o seu preço de venda baseada unicamente em seu custo de aquisição, acrescentando a este uma porcentagem arbitrária, aquela que lhe foi passada pelos ancestrais ou a que vem aplicando desde que a empresa era pequena, e então, chega um momento em que o dinheiro começa a escoar entre os dedos, não se sabe para onde está indo e, então, começa-se a pagar as contas com atraso, pois não se tem a mesma disponibilidade financeira de antigamente. Por que isso acontece? A principal causa está no desconhecimento dos custos. Muito provavelmente os custos fixos e/ou variáveis cresceram, absorvendo o que antigamente era o lucro, os quais mantinham a empresa saudável financeiramente.
Um dos temas que se tem discutido muito é a inovação na gestão e a sustentabilidade do negócio. Ter um negócio sustentável significa controlar diariamente os índices de lucratividade de cada um dos seus produtos e serviços e, para isso, a eficácia e eficiência do modelo de apuração de custos tem um papel muito importante. Essa é a primeira área que deve ser avaliada e aperfeiçoada para se ter condições internas de criar estratégias diferenciadas de preços.
Por que hoje são mais importantes as estratégias diferenciadas de preço?

  1. Clientes mais exigentes, porque estão melhor informados;
  2. Concorrência globalizada;
  3. Ampliação das opções dos clientes e dos concorrentes, através da internet;
  4. Pouca importância dada ao desempenho interno da organização e à gestão de custos;
  5. Concorrência mais agressiva;
  6. Aproveitamento indevido (ou pobre) das novas tecnologias;
  7. Aplicação de estratégias baseadas em crenças antigas, as quais não mais correspondem à nossa realidade atual;
  8. A falha na identificação das causas reais das quedas em vendas.
As estratégias diferenciadas de preço são o modelo de gestão do negócio que parte de uma seleção de clientes, identifica e cria o que este valoriza e está disposto a pagar e reorganiza seus processos e custos, eliminando o que não agrega valor e investindo em estratégias inovadoras, que nascem da administração participativa e diretrizes identificadas no processo de planejamento estratégico.
Para finalizar, considere o seguinte: seu concorrente pode colocar os mesmos preços e até um pouco abaixo dos seus, pode imitar as campanhas promocionais e de publicidade que você cria, pode, inclusive, treinar seus funcionários para a melhoria do atendimento, comprar um software de última geração para a gestão do negócio etc. Agora, tem uma coisa que vai ser difícil de imitar: o controle dos custos.

Amory, Federico em 09/12/2008

Federico Amory - É o líder principal da Eficaz Consultoria de Gestão (Amory Serviços S/C Ltda) (www.empresa-eficaz.com.br/ ), consultor, palestrante e escritor de artigos de vendas e gestão por resultados. E-mail: amory@empresa-eficaz.com.br

Fundador da Datasul adquire 2ª companhia em 6 meses

O executivo Miguel Abuhab, que fundou a Datasul há 30 anos e no ano passado promoveu sua fusão com a Totvs, anunciou nesta terça-feira sua segunda aquisição em seis meses.
O executivo comprou 100% do controle da Vivacadena, fornecedora holandesa de sistemas de gestão da cadeia de suprimentos, por 5,5 milhões de euros.
O negócio foi realizado por meio da Agentrics, empresa norte-americana especializada em serviços da cadeia de suprimentos focada no varejo, que o executivo adquiriu por 50 milhões de dólares em agosto de 2008.
Com clientes como Nike, Snap on Tools, WE Europe e Premier Foods, a Vivacadena fornece um software e também serviços de consultoria para ajudar as empresas a executar estratégias em sua cadeia de abastecimento.
Abuhab criou a M. Abuhab Participações S.A. (MAP), que já controla a NeoGrid no segmento de sistemas para automatizar a cadeia de suprimentos. Nos últimos anos, a Neogrid foi fortalecida com as compras da Xplan Business Solutions, em 2006, e da Mercador (do Grupo Telefônica), em 2007.
"A negociação com a Vivacadena reforça nossa estratégia de expansão no exterior. Meu objetivo é exportar conhecimento ao exterior e trazer novas soluções ao mercado brasileiro", explicou Miguel Abuhab, em comunicado à imprensa.

Fonte: Reuters
21/01/2009

Dicas comportamental

POR ABRAHAM SHAPIRO.

Há uma razão por que as coisas acontecem?

É questão de crer. Cada fato da vida, mesmo os que parecem isolados, envolve um número de conexões com muitos outros fatos menores ou maiores. Quando todas as conexões acontecem, então o entendimento é revelado. Não é aleatório. Há uma lei que rege isto.

Qual a razão dos meus desequilíbrios pessoais?

Eu mesmo; e minhas escolhas; deixar-me governar por minhas ansiedades; permitir que minhas fraquezas dominem; desprezar a segurança das minhas próprias forças. Quando sou desafiado e ofendido, logo revido com desafios e ofensas. Passado um tempo, vejo os benefícios que perdi por não ter-me calado. Alguém me disse, certa vez: "Há dois remédios para o mal: o tempo e o silêncio".

"Tudo tem um tempo". Nada acontece antes ou depois que seja o seu tempo de acontecer. O homem, por seu livre arbítrio, pode fazer muitas coisas.

Mas elas só terão efeito a seu devido tempo, pois, tudo tem um propósito. Se eu não entendo qual seja este propósito, devo parar, pôr-me de lado, refletir e aprender. Isto perdurará até que todos os fatos conectados ao fato principal aconteçam. Então, o propósito será revelado e o entendimento vem.

Quando me sobrevém algo desagradável inesperadamente, melhor que a revolta ou a contrariedade é a espera.

Aguardar horas, dias, meses pode ser difícil, sim. Mas é remédio. Traz cura. A razão? Quem espera vê os desdobramentos dos fatos conectados e periféricos. Assim, esperar é bom.

As pessoas nos julgam.

Elas se esquecem de quem são – ou do que são. Elas se esquecem de sua própria condição de rés. Mas condenam. Dão-se o direito de emitir um veredicto sumário e, com isso, interferem no trajeto daqueles a quem julgam. Daí nascem conflitos graves. Como agir frente a isto? Com calma. Refletir sobre as possíveis razões – evidentes ou não – deste julgamento ter ocorrido. Há razões até para uma pedra que se chutou no caminho. Melhor é aguardar o momento oportuno da resposta do que perder-se na ansiedade de fazê-lo já. Confiar em D-us. Saber e esperar pela justiça do Justo.

E-le é quem julga os falsos juízes deste mundo.

A melhor opção é blindar os sentimentos pessoais e não expô-los a qualquer um. O mesmo se dá em relação a opiniões, pensamentos e reflexões a quem não concernem. A melhor convivência social é aquela em que as pessoas não abrem assuntos íntimos e fatos de suas vidas. Para cada um, seus próprios assuntos. Jamais se deve importar temas de outros relacionamentos ou ambientes para dentro desta convivência. Sabedoria é colocar cada assunto em seu devido lugar e hora.

Equilibre-se.

Chame sua própria atenção com severidade, se preciso for. Focalize-se sobre sua conduta e ajuste-a a seus valores e princípios maiores. Não se exponha a situações que os comprometam. Antes disso, porém, saiba quais são os seus valores e princípios. Enumere-os, recite-os em voz alta e mantenha-os diante de si permanentemente.

Seja humilde a ponto de saber convictamente que o poder de D-us está sobre todos os governos e todos os julgamentos. Ainda que todos os homens lhe julguem e lhe condenem, a única palavra que imperará é a do Todo-Poderoso. A E-le pertence o dito final. E saiba que E-le poderá emitir uma sentença diametralmente oposta àquilo que decidiram os homens.

O que vêem os homens?

Somente o que é visível. Animais veem diferente. Alguns menos, outros mais. Contra os homens, porém, pesa um agravante: muitas vezes não veem tudo o que é visível. As pessoas são tendenciosas, deixam-se guiar por crenças e premissas não provadas. Apenas crêem. E é com isso que julgam. Mas o Rei tudo vê. E-le vê o que está dentro e fora do mundo dos fatos. E-le vê intenções e objetivos. E-le reconhece acidentes de percurso e sabe porque ocorreram. Só E-le vê completamente. Por isso, a sabedoria diz: " Espera n'E-le!"

Tudo mudou de um momento para outro? Tudo parecia bem, mas agora virou de cabeça para baixo? Não aja ainda. Não pressuponha que você sabe tudo, pois, não sabe. Lembre-se: há uma razão para isso ter ocorrido. E se sobreveio a você, esta razão tem a ver com você. Deixar tudo se acomodar por si não concorda com a lógica deste mundo. Nós estamos no Mundo das Ações, portanto, algo deverá ser feito com respeito a isto.

Uma atitude.

A questão é: "quando?" Não é já. Até que seja hora, reúna mais conhecimentos. Entenda antes de agir. Entenda, ao menos, o que for possível entender para planejar bem o que fazer. Evite ao máximo errar.

Agir de imediato amplifica as chances de erro. Além disso, nunca se esqueça que tudo pode mudar de um momento para outro. O motivo? Há forças desconhecidas atuando em proporções que você desconhece. Há situações e conclusões que, por enquanto, estão só no pensamento dos outros. Até que venha mais luz sobre isso, qualquer atuação poderá ser fonte de novos problemas.

Abraham Shapiro é consultor e coach de líderes. Tem resultados na interação entre as áreas de vendas e marketing. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é: simplicidade. Contatos: shapiro@shapiro.com.br ou (43) 8814-1473

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Comércio varejista no Ceará cresce 2,9%

Índice é obtido na comparação entre os meses de outubro e novembro de 2008. Entre os estados com acréscimo, o Ceará ocupa a segunda colocação

As vendas do comércio varejista no País caíram 0,7% em novembro de 2008, ante outubro, na série com ajuste sazonal, segundo o IBGE. No entanto, nos resultados regionais, sete unidades da federação tiveram variações positivas. Entre eles, o Ceará, que registrou crescimento de 2,9%. Os outros acréscimos aconteceram no Piauí (3,0%) e em Rondônia (1,7%).
Em relação aos resultados negativos, 20 estados assinalaram quedas. As maiores reduções foram no Rio Grande do Norte (-3,7%), Maranhão (-3,6%), em Sergipe (-3,3%) e no Tocantins (-3,0%).
Na comparação com novembro de 2007, as vendas aumentaram 5,1%. As vendas do varejo acumularam alta de 9,8% de janeiro a novembro de 2008 e o mesmo porcentual no acumulado de 12 meses.
O IBGE divulgou também uma revisão no resultado das vendas do comércio varejista em outubro ante setembro de 2008, de queda de 0,3% apresentada anteriormente para queda de 0,9%. Os técnicos do instituto explicam que a mudança resultou da introdução de novos dados na série com ajuste sazonal, de acordo com a metodologia utilizada na pesquisa.

Fonte: Redação O POVO Online e Agência Estado

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Crise? Que crise?

Internet ignora crise e registra alta de 30% nas vendas

Folha Online

O comércio eletrônico fechou 2008 com faturamento de R$ 8,2 bilhões, 30% acima de 2007, de acordo com a e-bit, empresa especializada no setor.

Antes da crise, a previsão era chegar a 35% de alta, o que mostra que as vendas não foram tão impactadas pela turbulência no mercado financeiro. Nesse cálculo não entram veículos, passagens aéreas e leilões.

O diretor da e-bit, Pedro Guasti, diz que a alta nas vendas na internet se deve à "esperteza do consumidor". "A rede é um meio que oferece múltiplos tipos de informação para os usuários, que acabam se sentindo mais seguros", afirma o executivo, em nota.

No ano passado, 3,7 milhões de consumidores fizeram sua primeira compra pela internet, o que ajudou a incrementar as vendas on-line. Entre os fatores que contribuíram para a chegada de novos consumidores está a entrada de grandes varejistas na rede. "A fidelidade de alguns consumidores faz com que eles associem a marca da loja física à da loja virtual", diz Guasti.

Para 2009, a expectativa é que o crescimento fique entre 20% e 25%, em relação ao ano passado, chegando a um faturamento de R$ 10 bilhões.

Domínio dos laptops pode tornar PCs de mesa obsoletos

Portal Exame - Por Kelvin Soh

TAIPÉ (Reuters) - A era do computador de mesa parece ter acabado depois que as vendas de seu primo mais portátil, o laptop, dispararam e os consumidores passaram cada vez mais a procurar máquinas leves e com design bonito para uso em casa, cafés ou a caminho do trabalho.

Não havia um único computador de mesa entre os 10 mais vendidos da lista de PCs e hardware da Amazon.com, no final de semana anterior ao Natal. Na lista, sete laptops apareciam.

Foi mais um sinal de que o antigo domínio dos computadores de mesa está desaparecendo, conforme os avanços nos sistemas de comunicação sem fio e a queda nos preços fazem dos laptops a opção preferencial para milhões de usuários no mundo.

"Tanto em termos de preço quanto de desempenho, os laptops são tão competitivos, agora, que surpreende que não tenham sido capazes de ultrapassar os computadores de mesa ainda mais cedo", disse Peter Lin, analista da iSuppli.

"A capacidade de navegar sem fio pela Internet em lugares públicos, a necessidade de poder carregar o escritório consigo quando a pessoa viaja e linhas de laptop cada vez mais amplas resultaram em uma redução nas vendas de computadores de mesa", afirmou.

Os laptops atingiram um marco no terceiro trimestre de 2008, quando pela primeira vez registraram vendas superiores às dos computadores de mesa, de acordo com o grupo de pesquisa iSuppli.

Com nível de preço inicial de 300 dólares para alguns modelos básicos, os laptops devem reforçar sua posição em 2009. A projeção é que respondam por cerca de 55 por cento dos embarques totais de computadores, de acordo com o grupo de pesquisa IDC.

Muitas das empresas que aguardam ansiosamente pela era do laptop estão em Taiwan, que responde pela fabricação de cerca de 80 por cento dos laptops vendidos no mundo. Entre elas estão as duas maiores produtoras terceirizadas do mundo, a Quanta e a Compal Electronics, e duas das marcas de laptop mais agressivas, a Acer e a Asustek.

Enquanto essas empresas registram alta em sua participação de mercado, as duas maiores fabricantes mundiais de computadores, Hewlett-Packard e Dell, estão perdendo participação.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Futebol e Marketing são as bases para o sucesso da Roxos e Doentes

Por Thiago Terra
thiago@mundodomarketing.com.br

A paixão pelo futebol é uma característica do povo brasileiro independente da região. Assim como o grito da torcida no estádio lotado, o futebol inspira executivos a criarem negócios movidos pela paixão. Visando atender exclusivamente o torcedor de futebol, a Roxos e Doentes completa 10 anos em 2009 de envolvimento com o torcedor do esporte mais popular do país. Para eles, o esporte é um negócio lucrativo.

Investindo principalmente no ponto-de-venda, a empresa é responsável por 33 lojas oficiais de diversos clubes no Brasil, incluindo as itinerantes que circulam pelas cidades oferecendo produtos originais dos times locais. O posicionamento da empresa é baseado em estratégias que envolvem o torcedor com seus ídolos através de eventos e venda de ingressos.

Para este ano, a Roxos prepara uma comemoração em grande estilo para celebrar uma década de vida levando torcedores para assistir a grandes clássicos do futebol mundial. Para atingir o patamar atual de atuação no Brasil, a companhia mostrou que tem habilidade com a bola nos pés e visão de jogo quando o assunto é Marketing Esportivo.

Futebol, emoção e paixão no DNA
A Roxos e Doentes mostra que está em plena forma para correr atrás de novos negócios que integrem clubes de futebol e torcida através de uma estrutura criada para oferecer emoção. Recentemente a empresa inaugurou a loja oficial do Flamengo no centro do Rio de Janeiro e atingiu um total de 33 operações no Brasil.

De acordo com Eduardo Rosemberg (foto), sócio-diretor da Roxos e Doentes, o principal diferencial das lojas está no DNA da marca. “A empresa foi formada por pessoas apaixonadas por futebol, que é a base para todo planejamento. Há dez anos, o único projeto era o de sermos um espaço dedicado ao torcedor e não apenas uma loja”, explica.

A Roxos iniciou um trabalho de ampliação do portfólio de produtos para sair do padrão de vender apenas camisas. “Percebemos que o negócio poderia ser bom para as franquias, para o clube e para o torcedor, através de produtos de papelaria e decoração além dos uniformes dos clubes”, conta Rosemberg em entrevista ao Mundo do Marketing.

Novas experiências e extensão digital
Todas as lojas da Roxos e Doentes são desenvolvidas sob a atmosfera do esporte e este é um dos pilares do negócio. Através de franquias, a empresa consegue oferecer a mesma experiência para torcedores de diferentes regiões de um mesmo estado. “A Roxos foi a primeira empresa que conseguiu juntar futebol e franquia, duas coisas que só crescem no Brasil. Faltava uma empresa para assumir esse papel”, diz ao site Marcelo Cherto, Presidente do Grupo Cherto, consultoria especializada em franchising e canais de venda.


Ponto-de-venda da Roxos e Doentes no Minas Shopping, Belo Horizonte

Porém, não basta apenas encantar o cliente quando o objetivo é vender produtos e, por isso, o departamento de Marketing trabalha para que toda emoção do torcedor se transforme em vendas. “Fazemos promoção com ingressos para partidas, tarde de autógrafos com jogadores e tudo o que é preciso para fugir da velha plataforma de dar desconto. Ao levar um jogador para a loja o cliente enxerga de forma diferente”, afirma Rebeca Garcia, Gerente de Marketing da Roxos e Doentes.

Seguindo os passos da torcida, a Roxos também investe em e-commerce com o objetivo de alcançar um público ainda maior. “Nossa loja virtual é mais um canal de venda e estamos trabalhando para que ela tenha os mesmos produtos do PDV. O objetivo é atingir outras cidades e estados em que não haja loja”, explica Rebeca ao Mundo do Marketing.

Franquias com o aval de quem conhece
Em seu primeiro ano de atuação, a Roxos e Doentes fechou sua primeira parceria com o Corinthians, reunindo em um espaço os produtos licenciados do clube sob o conceito do futebol. Hoje, a empresa vê uma boa oportunidade de visibilidade para a marca com a contratação do jogador Ronaldo. “Dentro da loja poderemos explorar um pouco mais a imagem dele. Certamente será usada, mas ainda não está definido como”, despista a Gerente de Marketing, Rebeca Garcia.

Para a loja do Flamengo, a Flashop, a expectativa é de que a abrangência seja maior devido à aceitação da marca do clube em diversas regiões do Brasil. “Fizemos um estudo que mostra que o Flamengo tem a maior torcida em 16 estados diferentes. Neste caso é possível trabalhar com franquias em pontos diferentes do país”, avalia Cherto (foto).

De acordo com o Presidente do Grupo Cherto, a melhor saída para os clubes que podem investir em pontos-de-venda exclusivos é entregar o projeto para quem entende do assunto. De acordo com o sócio-diretor da Roxos e Doentes, o investimento neste canal de comunicação e venda faz a diferença. “Queremos que as pessoas sintam vibração e sensações diferenciadas ao entrar nas lojas. Isto é essencial porque o envolvimento é tudo para este público”, completa Edurado Rosemberg.

Mundo do Marketing: Publicado em 8/1/2009

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Parem de falar em crise !!!!

Vi a imagem acima em vários blogs de pessoas que sabem das coisas. E fiquei com a impressão clara de que está todo mundo cheio dessa história de ficar falando em crise e enfiando a cabeça no buraco (deixando o bundão de fora), "a la avestruz".

A saída envolve empreender, inovar, trabalhar. Entra em pânico, choramingar e botar a culpa nos outros não leva a nada !!!

Vamos fazer nossa parte!

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Crise estimula consumidor a pagar à vista, diz ACP

Fonte: Investnews

A crise financeira internacional faz recuar as vendas a prazo e induz o consumidor a pagar as compras à vista, o que é um bom negócio para o comércio, na avaliação da Associação Comercial do Paraná (ACP).

Segundo o vice-presidente de Serviços da entidade, Élcio Ribeiro, a previsão para este Natal é de aumento de 4% nas vendas a prazo, percentual menor do que o do passado, que foi recorde (13,3%).

"A vantagem é que o consumidor terá o poder nas mãos. Com dinheiro, ele pode negociar com o empresário. O empresário, com recursos em caixa, pode negociar com o fornecedor. É o efeito cascata, que beneficia toda a cadeia e que pode resultar num dos melhores natais para o comércio", afirmou.

De acordo com Ribeiro, o valor médio da compra por consumidor deve ser de R$ 70 e a maior parte deve optar por confecções e calçados.

"Estamos lidando hoje com um consumidor bem-informado", disse o vice-presidente.

O recuo nas vendas a prazo e o aumento da taxa de inadimplência foram os dois sintomas verificados pelo comércio logo no início da crise. A explicação para isso, segundo Ribeiro, é que o consumidor foi cauteloso: pagou as contas que considera prioritárias, deixou dinheiro no bolso para emergências e preferiu pagar a prestação de compras já feitas com o décimo terceiro salário.

"Por exemplo, até agosto, durante cinco meses, a taxa de inadimplência se manteve em queda de 0,21%, a menor da série histórica iniciada em 1994. No mês de agosto foi 0,14% negativa, em setembro saltou para 0,21%. No último mês de outubro recuou para 0,15%", destaca.

A ACP recomenda que os empresários não repassem possíveis ajustes do dólar ao consumidor em uma só parcela. Ele acredita que o setor só vai sentir "de verdade" os efeitos da crise financeira internacional no início do ano que vem.

"Ela vai demorar de 90 a 120 dias para chegar ao varejo" prevê o vice-presidente da entidade.As informações são da Agência Brasil.

Natal aquece vendas de chocolate, diz Abicab

Diário do Grande ABC

O Natal já é considerado uma ‘segunda Páscoa’ para os fabricantes de chocolate. As vendas de produtos de chocolate de uso continuado (como barras, bombons e tabletes) devem alcançar 26,1 mil toneladas em dezembro – um aumento de 5% ante o mesmo mês de 2007, segundo a Abicab (Associação Brasileira da Indústria de Chocolate, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados).

A média mensal deste ano estimada pela entidade foi de 23,8 mil toneladas, um crescimento de 4,8% ante o mesmo período de 2007. No ano passado, a média mensal foi de 22,7 mil toneladas, 15,8% acima de 2006 (com 19,6 mil toneladas).

No final do ano, os fabricantes de chocolate estimulam o desejo dos consumidores, exercendo toda a sua criatividade com o lançamento de produtos alusivos à época, seja em formatos, seja nas embalagens ou no conceito. Além de presente pessoal, o chocolate também tem sido oferecido como brinde de empresas, é parte importante das cestas de Natal e também vai à mesa como ingrediente nobre do cardápio das ceias e almoços festivos.

"Nosso lema é que o chocolate qualifica quem dá e agrada a quem recebe", diz o vice-presidente da Abicab, Mauricio Weiand. "É um produto eclético. Pode ser sofisticado, exótico, proporcionar diversão e, ao mesmo tempo, oferece uma grande variedade de sensações de prazer", comenta.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Levantamento indica que em tempos de tensão na economia o marketing está em alta

As empresas brasileiras não estão interrompendo a busca por investimentos, mesmo com os efeitos da crise nos mercados financeiros ainda dando sinais.

Ao que tudo indica, as ações de marketing deverão crescer no próximo ano em relação ao que foi realizado em 2008.

Um levantamento realizado pelo Ibope Inteligência no mês de outubro mostrou que as empresas pretendem aumentar a parcela do orçamento destinada ao plano de marketing em aproximadamente 13%.

O crescimento coincide com o que foi verificado entre 2007 e 2008.

Conforme os resultados da pesquisa, as companhias investiram 7,6% de seus orçamentos em marketing e para 2009 a projeção é de 8,6%.

Para os entrevistados, as principais preocupações em relação a 2009 são relativas a desaceleração da economia nacional, carga tributária, recessão mundial e retração na economia americana.

Os entrevistados acreditam que o uso de algumas ferramentas de marketing será intensificado no próximo ano.

Foram citadas a comunicação dirigida, tais como e-mail marketing e mala-direta (54% dos entrevistados), relacionamento/CRM-Customer Relationship Management (54%), eventos (50%), assessoria de imprensa e relações públicas (33%), comunicação de massa (31%), merchandising (18%) e promoções (16%).

Em relação aos meios de comunicação que serão mais procurados pelas companhias em 2009, destacam-se internet (56%), e-mail marketing (39%), mídia impressa (24%), mala-direta (23%), TV Aberta (16%), celular (13%) e rádio (10%).

Fonte: Assessoria de Comunicação Sistema Fecomércio-RS

O mercado de Espumas no Brasil - Uma visão crítica.

CRISE ECONÔMICA MUNDIAL - O maior desafio das últimas décadas para o empresariado e governo brasileiro.

Autor: Professor Luiz Alberto

Luiz Alberto S. dos Santos - Químico Especialista

Lembro-me muito bem das inúmeras desculpas que era levado a dar aos clientes do mercado quando o preço do TDI era aumentado. Reuníamo-nos na empresa para unificarmos o discurso de forma que a justificativa fosse igual para todos. A empresa praticamente mantinha o monopólio do produto (TDI) no mercado brasileiro e não tinha para onde correr. A importação era difícil e as outras marcas disponíveis no Brasil, até por limitações de logística, não ultrapassavam uma participação de 20 ou no máximo 25% do mercado. Me lembro muito bem que uma das justificativas, em determinada ocasião, foi a elevação acentuada do preço do petróleo. Inegavelmente, o TDI bem como os polióis, são derivados diretos do petróleo e é certo que haja reajustes na razão direta com o aumento do preço de petróleo.

Com toda a lógica e todo o raciocínio cartesiano aplicado sem muita dificuldade, para estabelecer a relação entre os ajustes de preço das matérias-primas básicas do poliuretano e o petróleo, o que não consigo entender é: por que o estúpido aumento de um dia para o outro das matérias-primas por conta do dólar uma vez que o barril de petróleo despencou?

Fazendo uma conta básica: vamos supor que no início da crise o barril estava na casa dos US$150 e hoje está na casa dos US$55 enquanto na mesma época o dolar estava na casa dos R$1,68 e hoje na casa dos R$2,33. Se pegarmos uma calculadora dessas tipo made in china (não precisa ser uma HP 12C) e fizermos uma operação matemática simples, podemos verificar que o preço do petróleo caiu 63,33% e o dólar aumentou 38,69%. Em outras palavras, as matérias-primas deveriam ter sofrido uma diminuição de preços da ordem de 25%.

Muito provavelmente temos instalada no Brasil uma capacidade mínima produtiva de 5.250 ton-mês de TDI (63.000 ton-ano) e 6.250 ton-mês de Poliol Poliéter Triol de No. OH = 56 (75.000 ton-ano). Essas matérias-primas são fabricadas em solo brasileiro, por plantas instaladas em polos petroquímicos no Brasil, operadas por trabalhadores assalariados brasileiros, consumindo petróleo ora brasileiro ora importado (saudita, por exemplo), consumindo energia elétrica produzida no Brasil por nossas hidrelétricas ou termoelétricas, e transportadas basicamente via rodoviária com diesel e pneus fabricados no Brasil.

É sabido que, muito provavelmente, os tanques de estocagem de determinadas empresas distribuidoras de Poliol Poliéter Triol básico, para fabricação de espumas flexíveis de poliuretano, somam entre 800 e 1.200 toneladas. É muito pouco provável que esses tanques estivessem completamente vazios de produtos ao longo do início da crise de explosão do dólar.

Como diz o ditado "para bom entendedor, um pingo basta". É uma vergonha, uma imoralidade, como os reajustes de preços das matérias-primas básicas (TDI e poliol) são repassados para o mercado. Os lojistas não vão aceitar aumentos nos preços de 30 ou 40% nos colchões ou estofados, nos dublados, nos travesseiros e peças técnicas. É uma estupidez astronômica.
A indústria automotiva está em crise acentuada. Vai ter que enxugar, reduzir a produção, cancelar projetos e, inevitavelmente e lamentavelmente, demitir. Como é que esse segmento de mercado vai aceitar qualquer aumento de preço em seus insumos (dublados de espuma) e demais peças poliuretânicas? Não precisa ter bola de cristal para imaginar.

O dinheiro que o governo liberou para os bancos não está sendo disponibilizado para o crédito do consumidor como seria o objetivo. Na verdade os bancos estão aplicando esses recursos para se proteger e ganhar ainda mais dinheiro com a situação. Em resumo, o povo não está tendo qualquer facilitação no crediário como imaginava o governo brasileiro. Isso significa que não vai ser fácil vender, lá na ponta para o consumidor, um jogo de estofados ou colchão 30 a 50% mais caro do que a um ou dois meses atrás.

Acho que a ficha ainda não caiu. Neste natal não vai ter explosão de consumo. Essa crise é muitas vezes maior do que a crise de 29. Foram mais de 3 trilhões de dólares que deixaram de existir da noite para o dia, dólares esses que nunca existiram a não ser virtualmente, nas supervalorizações de papéis e títulos sem os devidos lastros financeiros. Tudo virtual. O modelo econômico americano montado em papéis está ruindo, ruindo como um castelo de cartas.

No Brasil temos petróleo; temos energia (hidrelétrica, termoelétrica, eólica, solar e até nuclear); temos minérios variados (ferro, ouro, manganês, urânio, cromo, e tantos outros), quase uma tabela periódica inteira; temos solo fértil e uma agricultura vasta; temos pastos; temos a maior produção de biocombustível (álcool da cana); temos um clima favorável à diferentes culturas e criações. Eu não tenho a menor dúvida que somos um dos celeiros do mundo.

RELAÇÃO DE SERVIÇOS OFERECIDOS AOS FABRICANTES DE ESPUMA

Nossas referências de preços não precisam, não podem e não devem estar atreladas com moedas do mundo. Nosso mercado interno é gigante. Somos cerca de 190 milhões de consumidores que pouco a pouco vai se informando, por rádio, por televisão, por telefonia ou por internet. Praticamente, salvo raras exceções, somos 190 milhões de cidadãos interligados por uma ampla rede de comunicação.

Quem sabe se no futuro o biodiesel possa ser uma opção economicamente viável e auto-sustentável. Mas hoje, independentemente do biodiesel, nossos carros e caminhões podem se locomover com álcool que é plantado em nosso solo. As usinas, além de obterem o álcool, ainda geram o bagaço que é em quase sua totalidade queimado nas termoelétricas para produzir energia elétrica, viabilizando os atuais patamares de preços do álcool combustível.

Temos uma das maiores criações de gado do planeta, temos carne, queijo e leite e demais derivados. O sebo é matéria-prima para a indústria de sabão e também pode fornecer um dos melhores tipos de biodiesel.

Temos comida à vontade. Em qualquer pedaço de terra o que se planta dá. Não tem porque haver fome neste país. Temos a maior reserva de minério de ferro do mundo. Fabricamos o aço em nossos fornos e todos os seus produtos e derivados em nossas siderúrgicas e metalúrgicas. Temos pouco algodão mas temos toda uma gama de materiais e fibras sintéticas derivadas do petróleo. Temos as poliolefinas, os elastômeros e borrachas, as poliamidas (nylons), os poliésteres e poliéteres, e uma infinidade de outros plásticos.

Temos toda uma indústria de construção civil altamente qualificada que exporta serviços e tecnologia para outros países.

Temos inúmeras universidades e escolas técnicas espalhadas por todo o país, com um contingente enorme de cientistas, professores, alunos e profissionais altamente capacitados para produzir, inventar, e desenvolver qualquer processo ou produto. É só apresentar o desafio para que eles sejam capazes de superar. Nossa gente, nosso povo pode e é altamente capaz.

# Análise e Redução de Custos de Formulação
# Análise e Solução de Problemas na Espumação
# Desenvolvimento de Novas Formulações / Novas Matérias-Primas
# Auditoria em Formulações e Processo de Espumação
# Treinamento Técnico de Espumadores (Produção)
# Treinamento Técnico em Montagem de Formulações
# Pesquisa e Desenvolvimento de Novos Produtos

Por tudo isso, é inaceitável, é vergonhoso o abuso que se está cometendo no fornecimento das matérias-primas básicas para a fabricação dos poliuretanos no Brasil, por conta dessa dita crise mundial. A maior crise e a pior delas, é a crise de vergonha, digo, de falta de vergonha de como as empresas supridoras de matérias-primas estão agindo com os produtores brasileiros de poliuretano. Com isto, estão provocando uma crise social, estão fazendo com que haja lares neste natal, com pais, chefes de família desempregados, tentando explicar para seus filhos que Papai Noel talvez não possa passar este ano.

Eu só pergunto uma coisa: onde estão as planilhas de custo que justifiquem o aumento nos preços em função do dólar em relação ao real? Principalmente, pergunto às fábricas de TDI e polióis que estão intaladas em solo brasileiro, utilizando-se de nossos recursos naturais, de nossa energia elétrica, de nossos operários, onde está a planilha de custo que mostra ter havido aumento de 20, 30 ou 40% nas despesas para se fabricar o mesmo TDI ou o mesmo poliol? O Governo Brasileiro precisava saber disso, precisava ver isso, precisava ver o que empresas multinacionais estão fazendo no mercado brasileiro. E precisava intervir, estabelecer regras, fiscalizar e punir se necessário for.
É tudo ... por enquanto! ......................... em 15 de novembro de 2008.

Meu nome é Luiz.
Sou Químico graduado pelo Instituto de Química da Universidade Federal do Rio de Janeiro e Mestrando em Ciência e Tecnologia de Polímeros do Instituto de Macromoléculas Profa. Eloísa Mano (IMA-UFRJ).

Minha Especialidade é a Produção de Poliuretanos Expandidos com foco em Espumas Flexíveis de Poliuretano.

Minha Missão é servir às empresas que me contratam, auxiliando na melhoria contínua de seu processo industrial e na qualidade de seus produtos.

domingo, 9 de novembro de 2008

Disk Moacildo - Distribuição profissional de panfletos.

Costumo apresentar aqui alguns cartões de visitas diferentes, criativos e inovadores, este que hoje apresento tem um pouco de tudo, porém o mais interessante é a inovação apresentada pelo autor do cartão quanto a sua função, Moacildo é o nome dele, é panfletista profissional, e inovou quando distribui os panfletos de seus clientes.

Antes de entregar o panfleto ele faz uma pequena apresentação do cliente e ainda por cima lê o panfleto na íntegra. Outro detalhe, é que se a distribuição for num restaurante por exemplo, ele não pertuba os clientes do restaurante antes que os mesmos já tenham sido atendidos. A apresentação é um verdadeiro show de inovação. Uma maneira profissional de entregar panfletos com personalidade e originalidade. Prova mais uma vez que não tendo como criar algo novo pode-se melhorar e inovar o que já existe. Parabéns Moacildo o profissional dos panfletos da cidade de Sobral no Ceará.

img003 
Cartão de apresentação de Moacildo - O panfletista de Sobral/CE

sábado, 8 de novembro de 2008

Confie no próprio taco

É fundamental confiar no próprio taco !!!

Texto original do artigo de Marcelo Cherto publicado na Gazeta Mercantil de 07/11/2008:

Quando voltei do Mestrado na Universidade de Nova York e comecei a advogar em São Paulo, eu tinha 24 anos. E, apesar dos ternos sisudos e da barba que ostentava, era um garoto. E tinha cara de garoto. Mas era bom advogado. Um belo dia, por indicação de alguém, recebi um figurão, homem de muita grana, arrogante, com aquela pose que só os herdeiros de belas fortunas têm. Ele me expôs uma transação que pretendia fazer, pedindo-me para analisar a montagem jurídica sugerida pelos advogados de sua empresa. Burramente, não falei em honorários. Apenas lhe pedi uns dias para estudar o assunto e mergulhei com vontade na imensa pilha de documentos que ele me deixou.

Uma semana depois, me reuni com ele para mostrar a solução que havia bolado, 100% dentro da lei e que lhe gerava uma economia sensível de impostos, por volta aí de uns 500 mil dólares. Como a coisa toda era muito técnica, expliquei a estratégia por alto e entreguei ao homem um roteiro datilografado em cinco páginas de papel timbrado, para que ele o entregasse a seus advogados internos, encarregados da execução dos documentos.

Ele perguntou quanto me devia e eu, que ainda não havia aprendido que preço não tem nada a ver com custo, calculei as horas que havia gasto e respondi “dez mil dólares”. O homem fechou a cara e, de forma rude, para me intimidar, perguntou como eu tinha a coragem de cobrar dez mil dólares por cinco folhinhas de papel. Esbravejou que dava dois mil dólares por folha e que isso era um absurdo.

Minha vontade era chutar o cara para fora da sala, mas eu tinha trabalhado como um mouro e precisava daquela grana. Portanto, me fiz de humilde, pedi desculpas e disse a ele que tinha razão, que realmente era um absurdo cobrar tanto por cinco folhinhas de papel e que eu iria reparar o meu erro. O sujeito ficou todo feliz.

Abri a gaveta, de onde tirei cinco folhas de papel timbrado em branco. Coloquei-as num envelope e o entreguei ao cliente, dizendo: - “isto é uma cortesia, não lhe custará nem um centavo”. Ele explodiu: - “mas estas folhas estão em branco! Não há nada escrito nelas!”

E eu, calmamente, respondi: - “Mas afinal, o que é que o senhor veio buscar aqui? Por sua fala anterior, pensei que eram folhas de papel timbrado. Se é isso, aí estão elas. E não lhe custam nada”. E prossegui: - “Porém, se o que o senhor veio comprar aqui não são as folhas, mas sim o que está escrito nelas, aí vai ter que pagar. Afinal, para poder escrever o que escrevi, detalhando uma solução que vai lhe economizar pelo menos 500 mil dólares, foram necessários anos de estudo e uma semana mergulhado numa montanha de papéis. E isso tem um preço. E tem mais: se quiser levar o roteiro, vai pagar, não mais dez mil, mas sim vinte mil dólares, pelo desaforo de me tomar por um vendedor de papel”.

O desfecho foi o que eu antecipava, mas apenas em parte. Eu esperava que ele pagasse e ele pagou. Bufando, mas pagou.

Mas eu também esperava que ele nunca mais me procurasse e saísse falando mal de mim. E ele não apenas voltou a me contratar para outros casos, como ainda me indicou para vários amigos. Sempre dizendo - “esse advogado é bom. Não leva desaforo para casa e não se deixa enrolar”.

E eu aprendi, de uma vez por todas, que quem quiser ser dono do próprio negócio precisa, antes de mais nada, acreditar no próprio taco. E não ter medo de defender as coisas em que acredita.

Marcelo Cherto é presidente do Grupo Cherto, membro da Academia Brasileira de Marketing e integrante do Global Advisory Board da Endeavor.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

O Poder da Validação

Todo mundo é inseguro, sem exceção. Os super-confiantes simplesmente disfarçam melhor. Não escapam pais, professores, chefes nem colegas de trabalho.

Afinal, ninguém é de ferro. Paulo Autran treme nas bases nos primeiros minutos de cada apresentação, mesmo que a peça que já tenha sido encenada 500 vezes. Só depois da primeira risada, da primeira reação do público, é que o ator se relaxa e parte tranqüilo para o resto do espetáculo. Eu, para ser absolutamente sincero, fico inseguro a cada novo artigo que escrevo, e corro desesperado para ver os primeiros e-mails que chegam.

Insegurança é o problema humano número 1. O mundo seria muito menos neurótico, louco e agitado se fôssemos todos um pouco menos inseguros. Trabalharíamos menos, curtiríamos mais a vida, levaríamos a vida mais na esportiva. Mas como reduzir esta insegurança?

Alguns acreditam que estudando mais, ganhando mais, trabalhando mais resolveriam o problema. Ledo engano, por uma simples razão: segurança não depende da gente, depende dos outros. Está totalmente fora do nosso controle. Por isso segurança nunca é conquistada definitivamente, ela é sempre temporária, efêmera.

Segurança depende de um processo que chamo de "validação", embora para os estatísticos o significado seja outro. Validação estatística significa certificar-se de que um dado ou informação é verdadeiro, mas eu uso esse termo para seres humanos. Validar alguém seria confirmar que essa pessoa existe, que ela é real, verdadeira, que ela tem valor.

Todos nós precisamos ser validados pelos outros, constantemente. Alguém tem de dizer que você é bonito ou bonita, por mais bonito ou bonita que você seja. O autoconhecimento, tão decantado por filósofos, não resolve o problema. Ninguém pode autovalidar-se, por definição.

Você sempre será um ninguém, a não ser que outros o validem como alguém. Validar o outro significa confirmá-lo, como dizer: "Você tem significado para mim". Validar é o que um namorado ou namorada faz quando lhe diz: "Gosto de você pelo que você é". Quem cunhou a frase "Por trás de um grande homem existe uma grande mulher" (e vice-versa) provavelmente estava pensando nesse poder de validação que só uma companheira amorosa e presente no dia-a-dia poderá dar.

Um simples olhar, um sorriso, um singelo elogio são suficientes para você validar todo mundo. Estamos tão preocupados com a nossa própria insegurança, que não temos tempo para sair validando os outros. Estamos tão preocupados em mostrar que somos o "máximo", que esquecemos de dizer aos nossos amigos, filhos e cônjuges que o "máximo" são eles. Puxamos o saco de quem não gostamos, esquecemos de validar aqueles que admiramos.

Por falta de validação, criamos um mundo consumista, onde se valoriza o ter e não o ser. Por falta de validação, criamos um mundo onde todos querem mostrar-se, ou dominar os outros em busca de poder.

Validação permite que pessoas sejam aceitas pelo que realmente são, e não pelo que gostaríamos que fossem. Mas, justamente graças à validação, elas começarão a acreditar em si mesmas e crescerão para ser o que queremos.

Se quisermos tornar o mundo menos inseguro e melhor, precisaremos treinar e exercitar uma nova competência: validar alguém todo dia. Um elogio certo, um sorriso, os parabéns na hora certa, uma salva de palmas, um beijo, um dedão para cima, um "valeu, cara, valeu".

Você já validou alguém hoje? Então comece já, por mais inseguro que você esteja.

Stephen Kanitz

Artigo publicado na Revista Veja, edição 1705, ano 34, nº 24, 20 de junho de 2001, pág.22

BB pode pagar caro por Nossa Caixa

Prêmio pelo banco paulista pode chegar a 50%, considerado exagerado pelos analistas

Por Francine De Lorenzo

Portal EXAME  A compra da Nossa Caixa pode custar ao Banco do Brasil muito mais do que esperavam investidores e analistas. Nesta quinta-feira (6/10), o jornal Folha de S.Paulo publicou matéria afirmando que devem ser desembolsados cerca de 6,4 bilhões de reais para a aquisição do banco paulista - o equivalente a 59,80 reais por ação. O valor embutiria um prêmio de 50% sobre o fechamento de ontem das ações (39,80 reais) e, na avaliação dos especialistas, seria exagerado. "O mais justo seria algo em torno de 50 reais por ação", estima José Góes, economista da corretora Alpes.
"Se a oferta fosse realizada num momento de liquidez abundante, como se via meses atrás, não seria excessiva. Mas, agora, o cenário é outro", afirma Wellington Senter, analista da Modal Asset Management. O alto preço, porém, poderia ser justificado pela escassez de ativos disponíveis para aquisição no mercado. A união de Itaú e Unibanco, anunciada na última segunda-feira (3/11), tornou mais difícil o crescimento por fusões e aquisições. "Por isso, mesmo sendo cara, a compra pode ser estratégica para o banco, trazendo bons frutos no longo prazo", diz Senter.
Embora o negócio não devolva ao Banco do Brasil a liderança do setor, já reduziria a distância do novo banco formado por Itaú e Unibanco. "A Nossa Caixa é uma instituição muito conservadora. É possível dobrar sua rentabilidade sem muito esforço, já que espaço para trabalhar produtos e serviços não falta", afirma Senter. Com a compra do banco paulista, o Banco do Brasil receberia a conta de 104 milhões de servidores do Estado de São Paulo. Além disso, teria direito de utilizar os créditos tributários (o que não seria possível em caso de incorporação) e receberia os depósitos judiciais. Como esse tipo de depósito pode ser feito somente em bancos públicos, o Banco do Brasil teria o direito de herdar o dinheiro. Já se a aquisição fosse feita por um banco privado, esses recursos teriam de ser migrados para outra instituição estatal.
Como ficam os minoritários?
Como a Nossa Caixa faz parte do Novo Mercado da Bovespa, todos os minoritários teriam direito a receber pelas ações o mesmo valor pago ao acionista controlador, o Estado de São Paulo. A troca de controle da instituição obrigaria o Banco do Brasil a realizar uma oferta pública de aquisição (OPA), o que fez disparar a cotação das ações nas últimas semanas. Em 30 dias, os papéis subiram 41%, com os investidores ansiosos pela conclusão do negócio.
A expectativa cresceu com a edição da Medida Provisória (MP) 443, que autorizou o Banco do Brasil a utilizar dinheiro em suas aquisições - o que até então era proibido. Com isso, foi eliminado um dos principais entraves à operação: a forma de pagamento. Como o governo de São Paulo quer reforçar o seu caixa, a venda da Nossa Caixa por troca de ações não é interessante.
Embora o negócio já seja dado como certo, há o risco - ainda que pequeno - de a venda para o Banco do Brasil não se concretizar. "Nesse caso, seria inevitável uma desvalorização das ações da Nossa Caixa", diz Senter. Mas isso não quer dizer que o investidor ficaria com um mico na mão. "Os papéis continuariam sendo um ativo cobiçado, já que outros bancos poderiam se candidatar à compra", ressalta o analista da Modal.
O Banco do Brasil anunciou em maio sua intenção de incorporar a Nossa Caixa. Bradesco, Itaú, Unibanco e Santander protestaram. As instituições sugeriram a realização de um leilão, mas o governo não acatou o pedido. Uma desistência do Banco do Brasil, portanto, estaria muito longe de ser o fim da linha para a Nossa Caixa.

Gualber Calado faz palestra no 1 Franchising Nordeste - Recife 2009