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Este blog foi desenvolvido para discutir, informar e difundir os desafios do marketing no mundo atual, ajudando a realização da venda com excelência.

quarta-feira, 26 de março de 2008

Microsoft prevê que Windows avançará nos celulares inteligentes

A Microsoft espera que as vendas de licenças de seu sistema operacional Windows Mobile superem o crescimento geral das vendas de celulares inteligentes, nos próximos anos, disse o diretor da área de aparelhos e entretenimento da empresa, Robbie Bach.
O executivo afirmou que espera que o Windows Mobile ganhe mercado entre os celulares inteligentes, e que o mercado geral desse tipo de aparelho registre crescimento de quase 400% nos próximos três a quatro anos, atingindo a marca dos 400 milhões de unidades.
A Microsoft, maior produtora mundial de software, previu que as vendas de licenças para seu Windows Mobile atingiriam os 30 milhões de unidades no ano fiscal que se encerra em junho, o que representa quase o dobro das vendas do ano anterior. Não foi divulgada uma previsão para o próximo ano fiscal.
O mercado dos celulares inteligentes, telefones dotados de recursos semelhantes aos computadores, como navegação pela web, está começando a apresentar forte concorrência. A Apple lançou seu iPhone, e o Blackberry, da Research in Motion, mantém a lealdade de muitos usuários empresariais.
Enquanto isso, o sistema operacional britânico Symbian lidera o mercado com quase dois terços de participação, em larga medida devido ao uso de seu software pela maior produtora mundial de celulares, a Nokia, e o Linux pode receber um impulso da plataforma Google de telefonia móvel de código aberto, conhecida como Android.
Mas a Microsoft vem obtendo progresso na expansão do Windows Mobile a mais fabricantes de celulares e operadoras de telefonia móvel. A mais recente adesão foi a da Sony Ericsson, que agora, como a Motorola e a Palm, oferecerá aparelhos com o sistema operacional da gigante do software.
Analistas estimam que a Microsoft gera uma receita com licenças de US$ 8 a US$ 15 por celular equipado com seu sistema operacional, dependendo da configuração do modelo.

Fonte: Reuters

domingo, 23 de março de 2008

Pelé lucrará com venda de atletas, diz jornal

Ex-jogador participaria de projeto que visa formar talentos para negociá-los com o exterior

GLOBOESPORTE.COM no Rio de Janeiro

Ag.AFP

Pelé participaria diretamente do projeto, dando orientações aos garotos em treinos

Autor da lei que extinguiu o passe, Pelé estaria participando de um projeto que visa a formação de jogadores para negociá-los para o exterior. De acordo com o jornal "Folha de S.Paulo", o maior jogador de todos os tempos receberá uma porcentagem, não revelada, dessas vendas por intermédio de um fundo bancado pela controladora do Banco Fator, que investe no Paulista de Jundiaí e no Lausanne, da Suíça.

O Campus Pelé foi lançado em 2007 e tem como objetivo o lucro a médio e longo prazos com garotos a partir de 11 anos, que recebem treinamento e estudo. A idéia é obter retorno financeiro quando estes futuros atletas se destacarem e forem vendidos, de preferência para o exterior, diz o jornal.

Pelé teria participação direta na implantação e na execução do projeto, indo aos treinos e orientando os jogadores.

- Ele gostou porque há um caráter social. E, desde o milésimo gol, ele se preocupa com as criancinhas. O Pelé tem participação no resultado final da performance do projeto. A regra é dividirmos o dinheiro a partir do quarto ano - revela Vanilton Tadini, presidente do comitê de investimentos da Fam Sports, braço da holding do Banco Fator, à "Folha de S.Paulo".

Segundo Tadini, já foram investidos US$ 10 milhões (R$ 17,3 milhões) e a previsão é que sejam gastos de US$ 25 milhões (R$ 43,3 milhões) e US$ 30 milhões (R$ 52 milhões), em 12 anos. Já há 220 garotos incluídos no projeto, sendo que dos titulares do Paulista, o lateral Eduardo e o meia Devas estavam nas categorias de base quando começou a implantação do projeto.

sexta-feira, 21 de março de 2008

Toyota está pessimista quanto ao cumprimento de metas.

Toyota vê descumprimento de meta de vendas de 2008
A Toyota Motor não deve cumprir sua meta de vendas globais deste ano, em função da redução de vendas em mercados importantes e pela força do iene, informou o vice-presidente-executivo da companhia, nesta quinta-feira.
"Falando francamente, as vendas nos Estados Unidos, Europa e Japão estão mostrando sinais de redução. Será difícil cumprir a meta de vendas do grupo de 9,85 milhões de unidades, apesar dos mercados emergentes como China e Rússia continuarem ativos", disse Tokuichi Uranishi, vice-presidente-executivo da Toyota a jornalistas em Seul.
A meta de vendas é 5% maior que a de 2007.
A demanda global por automóveis, especialmente nos Estados Unidos, está enfraquecendo por causa da redução no ritmo econômico e da atual crise de crédito.
Analistas esperam que o mercado norte-americano recue pelo terceiro ano consecutivo em 2008 em meio a uma crise no mercado imobiliário, preços em disparada da gasolina e aperto no crédito.
Além disso, as montadoras japonesas estão enfrentando um iene forte em relação ao dólar.

Fonte: Reuters
20/03/08

segunda-feira, 10 de março de 2008

VAIDADE AJUDA A IMPULSIONAR MERCADO DE CUECAS

Fonte: Valor Econômico
Vendas - Moda Íntima - Estratégia Comercial

Impulsionado por mudanças no comportamento masculino e pelo aumento do poder de compra da população, o mercado de cuecas atravessa uma fase de aumento das vendas no Brasil. Entre as quatro maiores fabricantes, a expectativa é de que produção, praticamente toda voltada ao mercado nacional, cresça de 15% a 25% em 2008. A D'uomo, fabricante carioca que já figura entre as quatro líderes do segmento, calcula que nos últimos cinco anos sua produção cresceu 80% e prevê aumento de mais 15% em 2008. "O homem está mudando, ficou mais vaidoso", diz Ricardo Moraes, dono da empresa, uma novata entre as marcas tradicionais no país.

Moraes, um ex-vendedor autônomo de lingerie feminina, apostou no segmento das cuecas há 14 anos, com uma pequena fábrica no subúrbio do Rio. Hoje, a empresa tem duas fábricas e produziu 13 milhões de peças no ano passado. A expansão envolve a venda para grandes varejistas, como Lojas Americanas, Renner e Leader, que respondem por cerca de 40% do faturamento da empresa, e uma rede de distribuição nacional. "Fizemos uma estratégia focada na distribuição. Temos 64 representantes no Brasil", disse Moraes, que espera vender 15 milhões de peças em 2008. 

Novos materiais e modelos foram incorporados pelo consumidor brasileiro nos últimos anos, como o tecido modal e as cuecas boxer ou sem costura. Na Lupo, cuja produção aumentou 30% em 2007, o modelo tradicional correspondeu a apenas 10% da produção, de 12,8 milhões de unidades. A empresa resolveu apostar no segmento há dez anos aproveitando a distribuição no ramo de meias e, em 2001, inaugurou uma fábrica de cuecas em Araraquara. No segundo semestre deste ano, a Lupo vai ampliar a capacidade desta planta em 30% e deve fechar 2008 com produção 15% maior, alcançando um total de 15 milhões de peças. 

"Antes, o mercado antes era formado apenas pelo modelo básico. Ganhamos mercado ao levarmos a moda para a cueca, que passou a ser um item importante para o homem", disse Valquírio Cabral, diretor comercial da Lupo, para quem o homem está mais disposto a investir na aparência e não se importa em pagar mais uma peça mais elaborada. A Lupo também passou a fabricar cuecas de grifes como Speedo, Red Nose, Zoomp, Forum, X-Games e Cavalera e as vende nas 140 lojas da marca e nos 30 mil pontos espalhados pelo Brasil. 

Na avaliação do consultor do Instituto de Estudos e Marketing Industrial Luiz Attolini, mesmo com toda a mudança de comportamento do consumidor masculino desde o início da década de 90, o bom momento vivido pelo segmento não ocorreria sem o aumento da renda e dos postos de trabalho. "O salário melhorou e o homem, mais vaidoso, gasta mais em roupa e a cueca é um item mais barato do que uma calça ou um sapato, por exemplo", diz o consultor. 

A Zorba, outra marca tradicional, aposta na continuidade da expansão do consumo doméstico. "Desde 2005, a alta é de 10% a 15% ao ano. Para 2008, pensamos ter crescimento de 25%", afirmou Osvaldo Cordón, presidente no Brasil da Hannesbrands, multinacional americana dona da marca. Para Cordón, ganhou mercado nos últimos quem captou a nova tendência de consumo e investiu em tecnologia e novos materiais, como o modal, a microfibra e a fibra de bambu. "O que estamos observando é que o homem não quer só produtos que proporcionem conforto, ele quer um caimento melhor", disse. A estratégia da Zorba, que se diz dona de 9% do mercado nacional, será agressiva na distribuição, diz o executivo. "Estamos investindo muito no varejo, com ações para vender em magazines, supermercados e lojas tradicionais", afirmou. 

A concorrente Mash prevê produzir 20% a mais neste ano em comparação com 10 milhões de cuecas vendidas em 2007, após alta de produção em torno de 35% nos últimos três anos. Para isso, a empresa investiu cerca de R$ 2 milhões no aumento de 70% da capacidade de produção de sua fábrica no ano passado. Para atrair e reter compradores, a Mash trabalha na diversificação e inovação, segundo a coordenadora de marketing da empresa, Fabiana de Paula. "Temos 90 tipos de cuecas, da mais simples até a mais sofisticada", afirmou a coordenadora da marca. Neste ano, a marca lançou um modelo com bolso para guardar um aparelho de MP3, voltado para o público jovem.

O PROCESSO DE MARKETING

POR JAY CONRAD LEVINSON

REF: Estratégia de Marketing - Gurus

Marketing não é um evento, mas um processo. Quanto tempo dura este processo?

Uma perspicaz forma de utilizar o marketing de guerrilha é praticá-lo como uma constante forma de ataque. Porém deve-se compreender que existe um começo, um meio, mas nunca um fim, por isso é um processo. Você pode melhorar, aperfeiçoar, mudar, até mesmo pausar. Mas você nunca pode interrompê-lo completamente.

De todos os passos que ocorrem durante uma ação de marketing de guerrilha, a manutenção de uma posição conquistada é a que demanda mais tempo. Você passará um tempo relativamente breve desenvolvendo e iniciando um ataque, mas gastará a vida inteira para manter uma posição empresarial, monitorá-la e melhorar o poder ofensivo. Sob nenhuma circunstância sua empresa poderá perder a posição que foi conquistada. De forma alguma você deverá entrar na “cova’ da presunção porque o seu objetivo foi alcançado. Nunca esqueça que outros competidores, muito inteligentes e ágeis estão lhe estudando e se esforçando ao máximo para ultrapassá-lo na arena de marketing.

Os guerrilheiros prosperam porque eles entendem os verdadeiros significados de frases "base de cliente" e "compromisso de longo prazo." Isto os permite a reinventar o seu marketing - da mesma maneira como se mantém firmes em seu compromisso para os clientes existentes e os prospects. Ações sem flexibilidade sempre representam perigo de falhas. Mas esta flexibilidade não lhe permite tirar o foco nas necessidades de seus clientes.

Mantenha-se alerta com os novos nichos que se apresentam, aos quais você poderá direcionar uma nova ação. Não importa tão bem sucedido seja a sua ação, nunca perca contato com os seus clientes. Se isto ocorrer, você perderá a sua vantagem competitiva em relação as grandes empresas que têm muitas camadas de burocracia para desenvolver um relacionamento pessoal com os clientes. Tenha em mente que grandes empresas não podem se dar o luxo de lucrar em pequenos nichos. O marketing de guerrilha sempre é um marketing autêntico e nunca atos que transmitam impessoalidade. Nunca é transmitido uma intenção de vender.

Em seu livro "Administração de Marketing" o autor Philip Kotler, diz: “ O autêntico marketing não é a arte de vender o que você produz, mas sim, saber o que deve ser oferecido. É a arte de identificar, compreender a necessidade e criar soluções que entreguem valor aos clientes, lucros para os produtores e benefícios aos seus acionistas. A inovação do mercado é ganha pela satisfação do cliente através da inovação do produto, qualidade e o atendimento pós-venda. Se esses fatores não estiverem presentes, nenhuma campanha publicitária, promoção de vendas ou equipe de vendas será compensatória."

Seu ataque deve ser caracterizado como um “estrangulamento” muito forte em seu público-alvo. Você os conhece. Você os atende. Eles reconhecem isto. Ataques de guerrilha não sofrem da falta de recursos, ao contrário, prosperam porque a falta de capital provoca a busca por idéias novas e mais inovadoras.

O sucesso de seu ataque tem relação direta com a significância com que você pretende impor. As guerrilhas vitoriosas têm a perspicácia de determinar com qual força será o ataque. Os guerrilheiros sabem a diferença enorme entre os seus prospects e os prospects prioritários. Eles estão atentos ao abismo que separa os seus clientes dos seus melhores clientes. Esta perspectiva os permite estreitar a pontaria sobre os melhores prospects (que possuem maior potencial de vendas) e os clientes melhores clientes.

Os guerrilheiros estão completamente cientes de que não dá muito mais trabalho para vender uma assinatura de uma revista do que vender apenas um exemplar. Isso é por que o seu ataque de marketing é dedicado a motivar as pessoas para assinar mentalmente o negócio proposto.

Uma vez que a empresa conquista o cliente, eles fazem de tudo para poder intensificar a relacionamento, e eles não tratam os clientes e os prospectos igualmente. Vamos ao exemplo de uma cadeia de moda masculina que possui um banco de dados com 47.000 nomes. Os envios de mala-direta nunca são de 3.000 endereços por vez. Quem tem a prioridade de receber a mala-direta? A resposta do dono: "Somente os clientes que estão qualificados pelo estilo de compra." Com esta postura conseguiu desfrutar uma taxa de resposta de 30%.

O custo de remessa deste empresário é uma fração minúscula diante dos lucros obtidos. Não há chance de obter resposta um nível resposta tão satisfatório assim, a menos que você tenha capacidade de mirar o seu destinatário com precisão absoluta. Sem dúvida, organizar o seu banco de dados é algo que você deverá fazer, pois em um mundo onde os custos postais e tendem cada vez serem mais altos. A menos que você tenha um bullseye (centro do alvo de uma operação militar.) , você está desperdiçando seu investimento de marketing. E a menos que você esteja tratando seu marketing como um processo contínuo, você está desperdiçando o tempo de todo o mundo, incluindo o seu próprio.

AS 5 NOVAS REGRAS DO MARKETING

REF: Estratégia de Marketing

Olá, meus amigos no Brasil!

As 5 novas regras do Marketing

O marketing é uma parte arte, outra parte e uma última parte negócios. Porque é uma coisa subjetiva, há poucas regras rígidas e está sempre se modificando. Hoje apresento 5 novas regras para guiar a sua forma de indagar lhe impulsionar ao lucro sustentável. Tudo através de um investimento mínimo afim de evitar surpresas sórdidas no caminho.

1. A Regra “10/30/60”

Todos os guerrilheiros sabem que eles têm três mercados. O maior desses mercados e o que representa menor lucratividade e chama-se universo. Os guerrilheiros investem 10 por cento do orçamento de marketing para comunicar-se com o seu universo, para que esses clientes passem a integrar o segundo maior mercado, para assim aumentar a geração de lucros.

O segundo maior mercado é formado pelos prospects, esses faziam parte do universo e tiveram o seu perfil de cliente ajustado. A tarefa: investir 30 por cento do seu orçamento para conduzir essas pessoas para o seu terceiro mercado - o dos seus clientes, onde reside a fonte maior lucratividade.

Os guerrilheiros investem 60% do orçamento de marketing com os seus clientes, sabem que o custo para realizar uma nova venda para o cliente corresponde a 1/6 do custo de um novo cliente. Desta forma, o investimento em marketing produz mais vendas e mais lucros.

2. A Regra “1/10/100”

Agora que você sabe o valor de um clientes, não superestima a importância deles. Outros investimentos de marketing valem a pena até mesmo mais. Quando os guerrilheiros planejam o marketing, sabem onde o real poder reside e investem adequadamente.

Existe uma regra para adequar o investimento. Os guerrilheiros sabem que para $1 investido com seus clientes internos equivalem $10 com trade marketing e $100 com os seus clientes externos. Clientes são gloriosos e os parceiros comerciais muito úteis, mas nunca negligencie o poder do endomarketing.

3. A Regra do “terço”

Muitos donos de pequenas empresas estão começando a experimentar o marketing online. Os guerrilheiros já aprenderam a orçar o seu investimento online. Eles investem 1/3 em design, para ter uma aparência simples e atraente e fácil de ser achado.

Eles investem outro terço do orçamento online para atrair as pessoa e criar tráfego dentro site. O terço final do orçamento online é usado para torná-lo funcional e interativo.

4. A Regra das “duas vezes”

Eu odeio ter que lhe informar, mas embora o preço de tecnologia esteja caindo a cada dia que passa. Você terá que enfrentar a realidade, pois para manter-se competitivo terá que investir muito mais em tecnologia. A cada ano, novas tecnologias surgem e a empresa deve acompanhar esta evolução com duas modificações anuais em seu site.

5. A Regra da Regra

Você pode se considerar muito ocupado para a gestão de marketing. Pode ter seguido os passos de outros guerrilheiros e ter delegado a função de marketing a um guerrilheiro especializado. Ainda assim, eu penso que você deveria aprender com os melhores CEO’s dos Estados Unidos, que se envolvem profundamente no planejamento e execução dos planos de marketing e assumem responsabilidade completa por isto.

Enquanto você puder delegar a função, você não poderá delegar a paixão e a visão, enquanto fazem isto. A regra é: comande o processo e mantenha seus olhos em tudo que acontece. Siga esta regra e você nunca será conduzido para resultados desagradáveis ocasionados por uma estratégia de marketing inadequada com as metas da empresa.

Jay Conrad Levinson

Tradução: Abigar Holanda Junior - Editor-Chefe do Mercado Competitivo

sexta-feira, 7 de março de 2008

Selo certifica qualidade no atendimento em lojas

Texto copilado na íntegra do site Mundo do Marketing.

Por Thiago Terra
thiago@mundodomarketing.com.br

O relacionamento entre empresa e o consumidor revela novas vertentes a cada dia. Além de manter um vínculo ou tentar desenvolver a fidelidade, existe outra forma de chamar a atenção dos clientes sem usar promoções e outras ferramentas de comunicação. Neste cenário, a qualidade de um produto ou serviço reconhecido por órgãos de credibilidade ganha a confiança do consumidor antes dele consumi-lo.

A qualidade no atendimento é um fator diferencial para o consumidor na hora da compra. Isso tudo mundo deveria não só saber, mas praticar. Há, portanto, diversas companhias entendem este fator como decisivo e, por isso, investem alto em programas de melhoria do atendimento e de Endomarketing para seus funcionários na busca pela preferência do consumidor. O IBRC – Instituto Brasileiro de Relações com o Cliente – criou o selo Loja Amiga do Cliente – LAC – que será adaptado também para Shoppings e Hotéis e servirá como balizador de uma série de fatores para comprovar o bom atendimento.

O Shopping Leblon, no Rio de Janeiro, será o primeiro centro de varejo a receber o Selo. Com a certificação de qualidade no atendimento, o shopping pretende padronizar o atendimento em todas as lojas e aumentar a credibilidade com o consumidor, abordando os parâmetros básicos de qualidade de atendimento, sem a preocupação inicial de excelência para que possa ser aplicável aos diversos campos do varejo.

Selo define o fim das denuncias e o começo da confiança
O desenvolvimento do selo LAC no Shopping Leblon teve três motivações fundamentais. A constatação de que no varejo não há um padrão definido de atendimento refletia na reclamação de empresários e consumidores pelo fato de que algumas lojas desenvolviam projetos visando a melhoria do atendimento e não se diferenciavam das que não investem em mão de obra.

Como a relação das lojas era estreita com as entidades de defesa do consumidor, isto gerava problema quando algum ponto-de-venda estava fora do que prevê o Código de Defesa do Consumidor, com questões como exposição do preço, formas de pagamento, propaganda enganosa e política de troca, o que era facilmente denunciado em pelos veículos de comunicação.

 O terceiro motivo que levou o IBRC a criar o LAC foi a necessidade de regularizar o varejo e o SAC. “Esta era uma idéia antiga e quando fomos para a sociedade tivemos uma receptividade imensa. Começamos em agosto de 2007 e em março conseguimos lançar o selo. Todos viram valor nisso”, conta Alexandre Diogo (foto), Presidente do IBRC, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Ampliação do programa e auditoria para manter o padrão
O projeto mal foi lançado e seus criadores já pensam em sua extensão. Dentro do cronograma para este ano está a idéia de ampliar o programa e aderir shoppings e lojas em todo o Brasil, credenciando entidades em diversos estados. Para 2009, o Presidente do IBRC pretende lançar o selo HAC - Hotel Amigo do Cliente – no Rio de Janeiro no e Nordeste, com foco em turismo.
A metodologia do trabalho que já está sendo desenvolvido apresenta caráter educativo. O estabelecimento que se candidata ao Selo recebe um relatório sobre seus pontos fortes e fracos e dicas que encaminham para a melhoria dos serviços. “Não há aprovação ou reprovação. Todas as lojas participam de um encontro com um auditor que fez o programa na loja dele”, diz Alexandre Diogo. Com a discussão sobre os resultados obtidos na auditoria é possível tirar dúvidas e melhorar o que está com problema.

Além da contribuição que o auditor oferece no contato com as entidades, o Selo já dispõe de um site que receberá denuncias sobre as lojas que possuem o selo, mas que não estão cumprindo as determinações que levaram a empresa a recebê-lo. “Isto será feito para garantir que a loja mantenha o padrão sempre ao longo do ano. A denúncia será importante porque qualquer estabelecimento poderá ser reavaliado”, explica o Presidente do IBRC.

Vantagens ou dor de cabeça para as lojas?
Com um selo de qualidade para padronizar o atendimento de todas as lojas de um Shopping, fica fácil prever a reação positiva dos proprietários ou responsáveis pelos estabelecimentos às vantagens do projeto por trás do Selo. Cristiano Londres, Gerente de Marketing do Outback do Shopping Leblon, porém, vê o LAC não como uma vantagem, mas sim como conseqüência do trabalho realizado no restaurante.

“O reconhecimento de uma avaliação é conseqüência do que é feito”, aponta Londres em entrevista ao site. A busca diária pelo bom atendimento é um dos lemas do executivo do OutBack e, de acordo com ele, o Selo Loja Amiga do Cliente não pode gerar uma posição de conforto aos estabelecimentos e sim manter o nível de atendimento que é feito. “O LAC não pode iludir o empresário de que a coisa atingiu o patamar máximo, mas sim reforçar que ele está atingindo as metas e buscar sempre pela melhoria”, avalia.

Assessoria personalizada para cada loja informando sobre quais os pontos que foram bons e ruins e o que a loja precisa saber para atingir o ponto mais alto em atendimento. Assim Mônica Orcioli, Superintendente do Shopping Leblon, define as vantagens que o programa pode levar para as lojas. “A idéia é buscar a padronização e elevá-la ao patamar mais alto do shopping”, diz Mônica em entrevista ao Mundo do Marketing. Ela acrescenta que este Selo é parte do processo de transformação dos shoppings que oferecem aos funcionários um preparo a mais, um diferencial.

Desenvolvendo o programa
A introdução do programa de qualidade é feito basicamente por quatro atributos investigados pelo Selo: Código de Defesa do Consumidor, apresentação da loja – limpeza e organização -, apresentação do profissional - roupa, postura, maquiagem – e o atendimento - pró-atividade de venda, entre outras.

A operação será realizada através de cliente surpresa. Serão auditores credenciados com formação específica nesta profissão. Com suas ferramentas, os auditores poderão gravar, filmar e fotografar todos os atributos que devem ser avaliados. Após a visita do auditor é gerado um relatório com 19 itens. Cada estabelecimento será avaliado em cada item cuja pontuação só poderá ser 10 ou zero. O máximo em pontuação poderá ser até mil pontos.

Para receber o certificado é preciso que a loja atinja no mínimo 800 pontos. Para os Shoppings ganharem o certificado é preciso que tenham, no mínimo, 80% das suas lojas certificadas, seguir a mesma pontuação das lojas em uma análise de serviços como estacionamento, fraudário e segurança. “O sucesso do programa depende do consumidor, pois ele tem que inserir estes itens no seu cardápio de exigências”, ensina Alexandre Diogo, Presidente do IBRC.

Consumidor tranqüilo X Preocupação das lojas
O Selo Loja Amiga do Cliente está sendo visto como mais uma carga de pressão para cima do OutBack, segundo o Gerente de Marketing, Christiano Londres. Para ele, o cliente do restaurante está acostumado com o serviço de atendimento de qualidade e se algo está fora do padrão, o consumidor é o primeiro a reclamar. “O nosso cliente é sensível e exigente. O resultado do Selo será uma cobrança cada vez maior e uma tolerância cada vez menor do consumidor”, pondera Londres. “O Selo não deixa o cliente satisfeito, mas sim a qualidade do serviço que é oferecido. Nós é que adquirimos uma responsabilidade maior de manter a qualidade”, diz.

Para Alexandre Diogo, do IBRC, o Selo é uma arma para o consumidor identificar estabelecimentos que o respeitarão, caso contrário, haverá um canal de denúncia. “Nosso sonho é que o consumidor queira fazer o Selo dar certo e que ele não entre em um estabelecimento não-certificado”, acredita.

De acordo com Mônica Orcioli, Superintendente do Shopping Leblon, o consumidor percebe a preocupação do shopping com a qualidade dos serviços. Antes deste projeto, a executiva lembra que o Shopping Leblon foi o primeiro a implementar um programa para facilitar o acesso de moradores de outros bairros, funcionários do SAC que falam três línguas, direcionados aos turistas da cidade, além de colaboradores que fazem linguagem de sinais, telefone público para deficientes auditivos e visuais. “Já fizemos uma série de iniciativas e o investimento que é feito gera o retorno”, afirma Mônica.

quinta-feira, 6 de março de 2008

Saraiva compra livraria Siciliano por R$ 60 milhões



Com a aquisição, o grupo passa a deter 99 lojas próprias em sua rede.Como parte da transação, a Saraiva assumiu a dívida líquida da Siciliano.

A livraria Saraiva anunciou nesta quinta-feira (6) que fechou a compra da concorrente Siciliano por R$ 60,030 milhões. As empresas vinham negociando formalmente a negociação desde agosto do ano passado.

Com essa aquisição, o grupo Saraiva, que já possuía 36 lojas próprias, passa a deter 99 lojas em sua rede.

Como parte da transação, a Saraiva assumiu a dívida líquida da Siciliano, que em 31 de dezembro de 2007 somava R$ 13,6 milhões, segundo dados não auditados. O preço de compra ainda está sujeito a ajustes, em função de eventuais variações que possam ocorrer no endividamento e da posição atual de capital de giro da Siciliano.

A Siciliano teve em 2007 faturamento consolidado bruto (não auditado) de aproximadamente R$ 156 milhões, dos quais R$ 151 milhões são provenientes das atividades de varejo e R$ 5 milhões são resultado das atividades editoriais representadas pelos selos Arx, Futura, Caramelo e Arxjovem.

No fato relevante, a Saraiva informa que, com a compra da Siciliano, "amplia sua base de clientes com o objetivo de lhes proporcionar uma ótima experiência no relacionamento com o Grupo Saraiva e a satisfação no momento da compra; busca ganhos de escala e diluição dos gastos gerais e administrativos; e reforça sua posição de destaque no mercado brasileiro de varejo ligado a cultura e entretenimento".

terça-feira, 4 de março de 2008

Camiseteria subverte o mercado da moda ao vender o que consumidor quer

Por Bruno Mello
bruno@mundodomarketing.com.br

A música de Gilberto Gil pergunta com que roupa eu vou e diz que o dinheiro não é fácil de ganhar. Sem capital, uma idéia de Fabio Seixas e Rodrigo David deu samba. Pela Internet, eles vendem camisetas e estão faturando mais de R$ 1 milhão por ano. O modelo é simples. Os próprios consumidores sugerem as estampas, os internautas votam nas que mais gostam e as que têm melhor posição no ranking são produzidas.

O negócio surgiu quando o designer Rodrigo Davi participou de um concurso nos mesmos moldes no site Threadless em 2004. Um ano depois, ele e seu amigo colocavam no ar o site de comércio eletrônico Camiseteria.com. Na época, eles trabalhavam no Ibest. O estoque era na casa de Fabio. Tiravam os pedidos durante a madrugada e entregavam na hora do almoço.

No início, eles tinham menos de R$ 10 mil para tocar o novo negócio. Para financiar o empreendimento, criaram o que chamaram de financiamento criativo. “Criamos um Clube Vip”, conta Fabio Seixas. “Chamamos os nossos amigos, mostramos o projeto e oferecemos os produtos antes de lançar pela metade do preço. A pessoa comprava o vale compras de um produto que ele não tinha visto, não sabia como seria, mas tinha confiança no que estávamos fazendo. Com isso, vendemos 230 kits com seis peças que financiaram o negócio”, explica o sócio em entrevista ao Mundo do Marketing.

 Agora, em menos de três anos, eles vestem a camisa do sucesso com um modelo de negócio sonhado por muitas empresas. “Praticamente não temos risco, uma vez que não produzimos algo que o consumidor não queira”, diz Seixas (foto). “É uma subversão do mercado de moda atual porque o consumidor cria e diz o que quer”, afirma. Assim, praticamente não há encalhe de estoque do Camiseteria.

Modelo de negócio subversivo
Por mês, são produzidas até 12 modelos de camisetas, o que deve saltar para 16 ao longo deste ano. Isso quer dizer que a marca lança praticamente uma coleção a cada 30 dias. O que sai da fábrica terceirizada é colocado nas prateleiras virtuais a cada 15 dias. Se uma grife passa sempre pelo dilema de saber o que vai ou não vender, no Camiseteria a história é diferente. Uma vez que os consumidores votam nas melhores peças, eles vendem apenas o que o consumidor quer.

Por isso, o modelo de negócio do Camiseteria é subversivo, como diz Fabio Seixas. Enquanto as marcas tradicionais investem em pesquisas de mercado, ficam de olho nas tendências, contratam estilistas a peso de ouro e fazem uma aposta num produto, o Camiseteria coloca o próprio cliente para fazer o produto, pergunta ao consumidor o que ele acha do modelo e só produz o que for aprovado pela comunidade. O resultado são vendas de mais de 2 mil peças por mês.

Arte e Moda em Camiseta

“O Camiseteria vem questionando diversos conceitos. Uma camiseta é um veículo para mostrar uma arte. Seja em uma tela pendurada num quadro, seja em uma estampa de camiseta, é uma forma de levar um trabalho artístico para as pessoas. Já a moda acontece quando conseguimos atender o que o mercado está querendo e passa a seguir. O Camiseteria não define nada. Quem define é o público e quem faz a moda são as pessoas que usam”, diz Fabio.

Sim, o modelo de negócio é simples assim, mas como todo comércio eletrônico, a operação é complexa. No Camiseteria há uma estrutura de logística e estoque próprios para trabalhar o despacho via Correio. Detalhe: apenas cinco pessoas trabalham diretamente no negócio enquanto os dois sócios tocam outros projetos. Durante os dois anos de vida, o maior problema enfrentado foi o crescimento da demanda no começo de 2007. “Estávamos colocando menos produtos no mercado do que ele demandava”, pondera Fabio Seixas.

Estratégia de Marketing
Como o Camiseteria é uma marca que não tem estilista, o consumidor é tratado como um agente do negócio. “O usuário é parte central do projeto”, ressalta Seixas. A participação do consumidor em todo o processo é reconhecida com promoções, descontos e até remuneração em dinheiro, sem contar a experiência única de ver a sua criação vestindo as pessoas nas ruas.
Para ganhar novos consumidores, o site também patrocina eventos ligados ao mundo digital, faz parcerias com outros sites, links patrocinados, tem um programa de fidelidade, mas a principal forma de divulgação é o usuário e as ações de viralização. “Os próprios usuários divulgam e chamam os amigos”, informa Fabio Seixas, outro divulgador da marca que só veste camisa do Camiseteria.

Como funciona o modelo do Camiseteria

O consumidor cria uma estampa, coloca no site e a comunidade vota.
O criador passa a chamar seus amigos para votar na sua estampa. O site ganha novos usuários.
O design que ganhar as melhores notas vai para a produção.
O Camiseteria coloca poucas peças à venda e não fica com encalhe.
Se uma estampa tiver grande demanda, o site produz novas edições.


Números
:: Lançado em agosto de 2005 depois de oito meses de estudos
:: 15 mil estampas enviadas por consumidores
:: Cerca de 150 modelos produzidos
:: 70 mil usuários cadastrados, dos quais 30 mil ativos
:: 15 mil visitas diárias
:: O consumidor tem em média 22 anos
:: Apenas 7 pessoas operam o negócio
:: Cada camiseta custa R$ 55,00
:: Vende 2,5 mil camisetas por mês
:: Faturamento chega a R$ 137 mil por mês

O fato de ser uma empresa jovem, operacionalizada por jovens, faz o site realizar até promoções com mecânicas inusitadas. “Queremos fugir do comum”, conta o sócio. Ações fora do comum significam fazer o escritório parar para realizar o sorteio de um iPhonne. Nesta, um funcionário gira numa cadeira, coloca o papel com os números dos participantes na parede, outro colaborador gira e prega um grampo no vendedor. Quem filma tudo e coloca no Youtube é o próprio Fabio.

Neste clima é fácil entender porque os consumidores estão satisfeitos com o Camiseteria. Para este ano, os sócios estudam vender para quem ainda não compra pela Internet em pequenas lojas multimarcas e em uma loja conceito exclusiva da marca. O site também espera se internacionalizar e participar da Semana de Moda do Rio em breve. E você, com que roupa vai?
Acesse
www.camiseteria.com

Mundo do Marketing : Publicado em 3/3/2008

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Vendas no varejo do Brasil têm maior alta desde 2001

Fonte: O Globo Online

As vendas do comércio varejista brasileiro tiveram no ano passado o maior crescimento desde 2001, início da série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O volume de vendas subiu 9,6 por cento em relação a 2006, informou o IBGE nesta segunda-feira.

Em dezembro, as vendas ficaram estáveis na comparação com novembro e saltaram 9,0 por cento frente a dezembro de 2006.

Em 2007, os segmentos de Tecidos, vestuário e calçados e Livros, jornais, revistas e papelaria também registraram a melhor performance da série histórica, com expansão de 10,7 e 7,1 por cento, respectivamente.

Jobek do Brasil, dá Show de Criatividade

Jobek

O Boneco "Alecrim" gigante sentado numa rede de puro algodão instalada entre duas palmeiras imperiais é o grande lance de marketing da Jobek do Brasil em Fortaleza - Ceará - Brasil.

A Jobek do Brasil - Industria de redes e acessórios de decoração para casa e jardim está inaugurando no próximo mês de março / 2008 sua primeira unidade piloto do projeto de expansão utilizando o FRANCHISING  como o canal de distribuição no mercado interno brasileiro.

A Jobek exporta para mais de 40 países no mundo e agora está incrementando seu mix de produtos para desenvolver sua franquia e conquistar definitivamente o mercado interno. A Jobek do Brasil aposta no mercado interno e acredita que em breve estará presente em todos os estados. O projeto de expansão vem aproveitar os momentos de sazonalidade do mercado externo que em muitos países são comuns devido o clima, principalmente no inverno dos países europeus.

Jobek (15)As ações de marketing estão sendo desenvolvidas e adequadas as datas comemorativas. A primeira foi o "Papai Noel" gigante no final do ano passado quando ainda em testes na frente de sua unidade fabril (veja AQUI). A segunda é este boneco gigante colocado em exposição neste último carnaval.

Segundo o gerente da unidade fabril Sr. Clayton, para o próximo dia das mãe será apresentado uma grande surpresa que chamará a atenção de todos que estiverem passando pelo local, além de contar com uma grande massificação na mídia depois da inauguração oficial da loja piloto.

A Jobek conta hoje com produtos desenvolvidos tanto para uso em ambientes internos como externo, produtos que possuem uma grande durabilidade e podem ficar expostos ao sol e a chuva.

 Jobek (2) Jobek (9) 

Contatos:

Germany

Brazil

JOBEK Gmbh

Füssener Str. 32

D-87645 Schwangau - Germany

Phone             +49(0)8362/929-0       

Fax +49(0)8362/929-200

E-Mail: info@JOBEK.com

Internet: http://www.jobek.com/

JOBEK do Brasil Indústria Têxtil Ltda

Rua 05A, nr. 200 - Conjunto Novo

Maracanaú - Ceará - Brazil

Phone             +55 (85) 3371.4455       

Fax +55 (85) 3371.0220

E-Mail: info@JOBEK.com

Internet: http://www.jobek.com/

Glossário de termos da Terminologia Internacional da Administração:

1. Administração geral

Agreement – acordo, acerto, convênio

Average - média, proporção, avaliação.

Benchmarking - estratégia de copiar o que os concorrentes estão fazendo de melhor e, se possível, ainda inovar. Encaixa-se em uma estratégia de competição empresarial que visa economizar tempo, dinheiro e trabalho.

Business - empreendimento, negócio, transação comercial.

B to B (business to business) - transação entre empresas no mercado eletrônico.

B to C ( businesso to consumer) - transação entre as empresas e os consumidores no mercado eletrônico.

By pass - ultrapassagem; ocorrência comum no ambiente de trabalho que se caracteriza quando o subordinado contorna seu chefe direto e fala com o superior deste, indevidamente. E vice-versa.

Copyrights - direitos autorais.

E – business - negócios no mercado eletrônico, comércio eletrônico, transação via Internet.

Entrepreneur – empreendedor, pessoa dotada de iniciativa.

Follow up - acompanhamento, controle.

Leader - líder, comandante, dirigente.

Leadership – liderança, comando.

Management - gerência, administração, gestão.

Manager - gerente, administrador, gestor.

Quality control - controle de qualidade.

Ranking - cotação, posição, colocação, classificação.

Trend - tendência, perspectiva.

2. Marketing

Advertising - propaganda, publicidade, anúncio.

Brainstorm - tempestade cerebral; fluxo de idéias; reunião de publicitários dedicada à geração espontânea de idéias para uma campanha publicitária; reunião de criatividade de um grupo qualquer de interessados.

C I F (cost, insurance and freight) – custos diversos, seguro e valor do frete por conta do vendedor. Mercadoria adquirida na condição de chegar ao destino sem nenhuma despesa adicional para o comprador.

Customer care - concepção avançada de mercado, na qual o mais importante para as empresas é o nível de relacionamento mantido com os clientes.

Customer share - visão do mercado na qual as empresas enfatizam o prestígio ou o grau de preferência pelo produto que existe na mente do consumidor.

Delivery - entrega de mercadorias no local combinado ou no endereço do comprador .

Design - projeto visual, configuração estética de um produto.

Designer - profissional do design; programador ou projetista visual.

E – commerce – comércio eletrônico, transações via Internet.

Feeling - percepção, visão, intuição. Faro para negócios ou para boas idéias.

Free sample - amostra grátis, cortesia.

FOB ( free on board) - condições de compra em que o vendedor despacha a mercadoria e, daí em diante, as despesas de frete, seguro e custos diversos ficam por conta do comprador.

Market share - visão tradicional do mercado, na qual as empresas enfatizam mais as dimensões desse mercado.

Marketing – termo que designa a função gerencial voltada para o amplo relacionamento da empresa com o seu mercado. Inclue-se nesta função um conjunto de subfunções, como pesquisa mercadológica, concepção de produtos, propaganda, publicidade, relações públicas, comercialização e distribuição.

Dependendo do tipo de empresa e do ramo de negócio, algumas dessas subfunções podem alcançar grande visibilidade e importância. Muitas delas costumam ser terceirizadas. O termo mercadologia é a alternativa para tradução de marketing na língua portuguesa, porém, com um alcance limitado, o que contribui mais ainda para a popularização do termo inglês em nosso meio.

Marketing mix - composto de marketing; trabalho de marketing no qual são contempladas várias das subfunções mercadológicas.

Merchandising - exposição de produtos; exposição de produtos sugerindo uma aparição espontânea em um determinado cenário; exposição elaborada; vitrine.

Media - mídia; conjunto dos meios de comunicação ou de empresas de comunicação.

Telemarketing - atividades de marketing desenvolvidas através das telecomunicações;

vendas e propaganda por telefone.

Webdesigner - projetista visual de sites para o mercado eletrônico; criador dos elementos

gráficos para os sites na Internet .

3. Produção (industrial)

Break-even-point - ponto de nivelamento; ponto de equilíbrio; na análise financeira dos projetos empresariais, corresponde ao momento em que os resultados obtidos pela empresa igualam-se aos custos. A partir daí, começam os lucros.

Commodity - mercadoria, artigo, utilidade, produto.

Just-in-time - sistema de produção e abastecimento no qual os componentes são produzidos e distribuídos no momento certo, no lugar certo, na quantidade certa. Depende da exata sincronização entre quem produz e entrega e quem utiliza. É também conhecido como sistema kanban ou sistema Toyota, por ter sido desenvolvido por essa empresa japonesa desde os anos 30, porém, adquirindo expressão a partir dos anos 50 e 60, mantendo-se até os dias de hoje como uma técnica imbatível para a administração econômica de estoques.

Know-how - conhecimento; técnica de realizar alguma coisa; experiência.

Made (in) - fabricado (em); produzido (em) .

Plant - Planta (empregada no sentido de estabelecimento fabril); fábrica.

Quality control - controle de qualidade.

Schedule - plano, esquema, programa, roteiro.

Standard - padrão, modelo básico.

Stock - Estoque, sortimento, abastecimento. Emprega-se ainda como ações ou aquisição de ações.

This side up - este lado para cima; instrução para guardar ou posicionar um determinado produto de forma segura.

Warning - Advertência; aviso de perigo.

4. Finanças

Asset management - gerenciamento de rendas; gestão de investimentos pessoais; administração de poupança; gestão de fundos.

Blue chip - ação valorizada no mercado.

Bridge loan - adiantamento de empréstimo; empréstimo preliminar, antecedendo empréstimo de maior valor.

Budget - orçamento, estimativas de recursos.

Controller - controlador, executivo financeiro.

Exchange rate - taxa de câmbio.

Home banking - serviços bancários via internet ou por telefone.

Inflation target - meta inflacionária.

Leasing - arrendamento; aluguel com opção de compra.

Libor (London interbank offered rate) - taxa preferencial do mercado britânico.

Reflete o mercado financeiro das moedas européias.

Open market - mercado livre; mercado aberto.

Prime rate - taxa preferencial do mercado norte-americano. Reflete o ambiente mercadológico do dólar.

Smart card - cartão inteligente; cartão de crédito com o qual pode-se realizar variadas operações bancárias.

Stand by - disponibilidade; pronto para ser usado.

Spread - sobretaxa; adicional cobrado sobre um empréstimo. Ágio.

Take over - compra de ações de uma empresa, tomando-lhe o controle.

5. Organização

Cartel - grupamento de empresas independentes, mas do mesmo ramo, que se combinam para atuar visando interesses comuns no mercado. Geralmente, interesses lesivos aos consumidores. O termo cartel, em seu significado original, refere-se a arranjos no plano internacional. Nos planos local ou regional, essas associações são, originalmente, traduzidas com trustes ou sindicatos. A mídia, entretanto, tem insistido na popularização do termo cartel para a designação dessas associações em todas as dimensões.

Corporation - corporação, companhia, sociedade anônima.

Downsizing - redução do tamanho da estrutura das empresas; enxugamento; atualização da tecnologia com ganhos de espaço e otimização de funções.

Enterprise - empresa; empreendimento.

Franchising - sistema de representação por franquias; forma de representação na qual o representante tem o direito de uso da marca ou nome comercial, recebendo assistência técnica para manutenção dos padrões originais e pagando em troca os royalties ou franquia.

Flowchart - fluxo, esquema, diagrama.

Holding company - empresa gestora; empresa criada para administrar outras empresas das quais possui a maioria das ações.

Joint venture - união entre pessoas ou empresas para realizar um empreendimento. Normalmente, são associações envolvendo riscos característicos das aventuras de negócios.

Layout - arranjo físico; representação gráfica da racionalização do espaço de trabalho.

Learnig organization - organização que aprende; visão da organização moderna que está sempre se modificando em razão das mudanças ambientais; organização que aprende e se ajusta ao ambiente.

Partner - sócio, parceiro.

Reengeneering - reengenharia, reforma radical da empresa; transformação.

System - sistema; conjunto integrado de partes interagentes formando um todo.

6. Pessoal

Background - retaguarda; respaldo; currículo; história.

Boss - chefe; dirigente.

Chairman - presidente, dirigente principal. Feminino: chairwoman.

Employment - emprego; empregabilidade; função; utilização.

Gap - espaço vazio; hiato, intervalo.

Headhunter - caçador de talentos profissionais, recrutador de pessoal.

Job - trabalho, emprego, tarefa.

Managerial grid - grade gerencial ; técnica desenvolvida por Blake e Mouton para classificação dos estilos gerenciais, tendo como referências as ênfases nas pessoas ou na produção como indicadores predominantes daqueles estilos.

Part time - tempo parcial; meio expediente.

Score - pontuação; avaliação.

Staff - pessoal de apoio especializado; estado maior; assessoria.

Senior - profissional experiente.

Trainee - profissional em treinamento; estagiário; iniciante.

7. Alguns termos de origem japonesa que vêm se destacando no uso internacional

Keindanren - federação de empresas.

Kokusai - títulos públicos.

Furoshiki - trabalho barato ou de graça.

Kitani - sujo

Kiken - perigoso

Kitsui - pesado.

Obs. Esses termos são usados para fazer referência aos trabalhos mais rudimentares que se submetem a essas características.

Kaizen - processo de mudança.

Zaibatsu - grupo empresarial.

Termos componentes dos Cinco Esses, que servem como recomendações de abertura para os programas de qualidade total:

Seiri - senso de utilidade.

Seiton - senso de ordem, organização.

Seiso - senso de limpeza.

Seiketsu - senso de conservação, zelo, saúde.

Shitsuke - senso de autodisciplina.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Declínio da Motorola é sinal de alerta à indústria de telefonia celular


O rápido declínio da Motorola nos últimos anos causou forte abalo no setor de comunicação sem fio e serve como um sério lembrete de que o produto da moda hoje pode sofrer profunda rejeição amanhã.

A notícia de que a Motorola talvez se veja forçada a vender sua divisão de celulares serve como alerta para qualquer fabricante de aparelhos que não se mantenha desenvolvendo modelos e tecnologias para manter o interesse dos consumidores, disseram executivos do setor na maior feira mundial de telefonia móvel, o Mobile World Congress.

"Temos de trabalhar com afinco e de maneira inteligente. De outro modo, uma empresa que esteja no segundo posto do mercado pode enfrentar sérias dificuldades em prazo muito curto", disse Chang Soo Choi, executivo de marketing da Samsung Electronics, que superou a Motorola no ano passado e se tornou a segunda maior fabricante mundial de celulares.

Três anos atrás, a Motorola, responsável pelo primeiro telefonema feito por celular, em 1973, parecia estar no topo do mundo. A empresa havia criado o Razr, um modelo ultrafino que ditou tendências ao setor e parecia muito distante de seu primeiro aparelho comercial, lançado em 1984 e posteriormente apelidado de "tijolo".

O Razr se tornou o celular mais comentado do mundo e gerou uma nova moda de aparelhos finos. A Motorola chegou a mencionar em público a possibilidade de superar a líder do setor, a Nokia, por volta da metade de 2006.Mas o Razr envelheceu e nenhum de seus sucessores se provou original o bastante para convencer os consumidores que se deixaram atrair pelos recursos de música e vídeo, fotos ou email de aparelhos como os da Nokia, o Blackberry, da Research in Motion ; e, mais recentemente, o iPhone, da Apple.

Em janeiro de 2007, a Motorola estava se desculpando diante dos investidores pela queda nas vendas de seus celulares, que continuou ao longo do ano. No quarto trimestre, sua fatia de mercado havia praticamente caído à a metade, 12 por cento, dos 23 por cento que detinha no ano anterior.

O presidente-executivo da Motorola Ed Zander deixou o posto e no mês passado seu sucessor, Greg Brown, anunciou uma revisão estratégica que segundo ele pode levar à separação da deficitária divisão de aparelhos móveis do restante dos negócios da companhia.

Analistas interpretaram o anúncio como indício de que a Motorola está buscando a venda de sua divisão de celulares, apesar de Brown afirmar esta semana em Barcelona que a companhia continua comprometida totalmente em obter uma recuperação puxada por produtos.

Enquanto isso, o mercado ainda se lembra de um alerta anterior. A taiuanesa BenQ, conhecida atualmente como Qisda Corp, comprou a deficitária divisão de celulares da Siemens em 2006 e ela acabou entrando em colapso porque não conseguiu competir em um mercado muito disputado.

Per Aspemar, diretor de estratégia da quarta maior fabricante de celulares do mundo, Sony Ericsson, vê as dificuldades da Motorola como reflexo da violenta competição na indústria de telefonia global, que tem empresas da China à Finlândia brigando por participação de mercado.

"É um lembrete para todos sobre a velocidade da indústria e o qual importante é ter um forte catálogo de produtos", disse ele.

Fonte: Reuters

Varejo brasileiro tem melhor ano desde 2001

As vendas do comércio varejista brasileiro tiveram no ano passado a maior expansão desde 2001, confirmando a força da demanda interna que vem sendo o motor do crescimento do país.
O estímulo às compras veio do aumento do emprego e da renda do trabalhador, além da maior oferta de crédito e da estabilidade da economia, que gera confiança, segundo analistas.

O volume de vendas subiu 9,6 por cento em relação a 2006, a melhor leitura desde o início da série histórica, em 2001, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta segunda-feira.

Em dezembro, as vendas ficaram estáveis na comparação com novembro e saltaram 9,0 por cento frente a dezembro de 2006.Em 2007, as vendas de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo avançaram 6,4 por cento, respondendo por um terço do crescimento do comércio no período. "Este desempenho refletiu as melhoras da renda e do emprego e a expansão do crédito", apontou o IBGE em nota.

O setor de Móveis e eletrodomésticos teve o segundo principal impacto no resultado de 2007, com alta das vendas de 15,4 por cento.Os setores de Tecidos, vestuário e calçados e de Livros, jornais, revistas e papelaria também tiveram o melhor desempenho da série histórica, com expansão de 10,7 e 7,1 por cento, respectivamente.

No ano, as regiões com maiores taxas de crescimento nas vendas foram Alagoas, Maranhão, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Mato Grosso.


RECEITA CRESCE
O IBGE acrescentou que a receita nominal do comércio aumentou 14,1 por cento em 2007 sobre o ano anterior. Na comparação entre dezembro e novembro do ano passado, a receita cresceu 0,4 por cento. Frente a dezembro de 2006, a alta foi de 13,1 por cento.
Fonte: Reuters

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Criação e evolução da Marca Ortobom

A nova logomarca da Ortobom foi concebida para ser única, buscando horizontalidade, força e suavidade em uma mesma logomarca mais atualizada.

Horizontalidade pela utilização de uma tipologia que transmite esse conceito; força pelo peso e pelo equilíbrio dos elementos; suavidade pelo acabamento arredondado da tipologia e pelas barras sinuosas abaixo do nome Ortobom.

A tipologia usada no novo nome concebeu mais peso. Passamos então a utilizar o "O" inicial maiúsculo, dando sentido de nome próprio, único. Na letra "b" usou-se um pequeno artifício gráfico que diminui sutilmente a linearidade da tipologia, criando um ponto focal central e fazendo com que o cliente se prenda a esse detalhe, percebendo a marca com mais personalidade e exclusividade.

A palavra "colchões" sofreu uma inclinação suave, de forma que não interferisse na soberania da palavra Ortobom, na marca. A palavra passa a ser, então, um acessório positivo para a marca Ortobom.

Abaixo das palavras "colchões" e "Ortobom" , foram criadas duas barras sinuosas, suaves e flutuantes, que remetem a um sono tranquilo e de bons sonhos que os colchões Ortobom proporcionam.

O resultado é uma logomarca forte, com características próprias, moderna, limpa e de fácil percepção, memorização e aplicação.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

GRUPO SAMBAR&LOVE, o pagode cearense em busca do sucesso!

O Grupo de samba e pagode, Sambar&love, animou neste último dia 27/01/2008. o aniversário de 15 anos de Kamille Maria Linhares Calado (minha filha). Até aí tudo normal, se não fosse um pequeno detalhe percebido por este blogueiro colunista, a nominação do grupo com a junção da palavra Sambar e love (amor em inglês). Sabemos que as grandes empresas de sucesso prezam por ter uma marca bem constituída, inteligente, comercial e fácil de ser absorvida pelo mercado. Achei uma grande sacada o nome Sambar&love, torço agora pelo seu crescimento e sucesso.

O Grupo Sambar&love é composto de jovens instrumentistas que moram na periferia de Fortaleza mais privilegiada próximo a Praia do Futuro e a Av. Beira Mar. Jovens que tem um perfil musical bem definido "o pagode". Seu show foi prestigiado por mais de 150 pessoas presentes ao aniversário que ficaram maravilhados com o toque musical do "pessoal" da Praia do Futuro. O Grupo foi formado há dez anos, porém com esta nova formação há três anos vem procurando seu espaço musical no cenário cearense.

Segundo o líder do Grupo Claudemir também conhecido como "negão do cavaco" o principal objetivo do grupo é terminar a gravação do seu primeiro CD autoral.

Deixamos aqui registrado a excelente apresentação da moçada do SAMBAR&LOVE e agradecemos a boa performance!

Contatos para show ou patrocínios para a produção do CD do Grupo SAMBAR&LOVE: Claudemir pelo telefone (85) 8784-4094 / (85) 9955-5502 ou envie-nos um e-mail.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Confiança do consumidor é a menor desde março de 2007

RIO DE JANEIRO (Reuters)

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), da Fundação Getúlio Vargas, teve queda de 2,6 por cento entre dezembro de 2007 e janeiro de 2008, menor resultado desde março do ano passado.
O índice, que é composto por cinco quesitos contidos na Sondagem de Expectativas do Consumidor, passou de 120,3 pontos em dezembro para 117,2 pontos em janeiro.
De acordo com a FGV, a diminuição da confiança foi motivada por expectativas menos otimistas em relação aos próximos meses.

"O consumidor está com uma pulga atrás da orelha. Embora ele pretenda comprar bens duráveis nos próximos meses, avalie que a situação de emprego está mais favorável e ache que a sua situação financeira está boa, ele está incomodado com os últimos acontecimentos", disse o economista da FGV, Aloísio Campello.

Segundo Campello, "a crise americana e seus efeitos sobre a economia brasileira, as ameaças de racionamento e de inflação mais alta estão abalando o humor do consumidor brasileiro".
Para ele, houve um aumento da incerteza em relação à possibilidade de a economia brasileira manter o ritmo de crescimento do fim de 2007.
O Índice de Expectativas reduziu-se em 4,4 por cento, passando de 119,7 para 114,4 pontos, enquanto o Índice da Situação Atual avançou 0,5 por cento sobre dezembro, alcançando o recorde histórico de 122,3 pontos.

O levantamento mostrou ainda que, em janeiro, os consumidores avaliaram melhor a situação econômica da cidade em que vivem. A parcela dos que consideram estável ficou praticamente inalterada, em 19,3 por cento, e os que consideram ruim caiu de 32,5 por cento para 29,3 por cento.

Para os próximos meses, contudo, a parcela da população que acredita numa melhora da situação econômica local caiu de 27,6 para 25,8 por cento.

A Sondagem de Expectativas do Consumidor é realizada com base numa amostra de 2.000 domicílios em sete principais capitais. A coleta de dados desta sondagem foi realizada entre os 28 de dezembro de 2007 e 21 de janeiro de 2008.
Fonte: Reuters

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

A estratégia de negócios e as perspectivas da Hering

A Cia Hering (BOVESPA: HGTX3), uma das maiores empresas de varejo e design de vestuário do Brasil, divulgou seu plano estratégico para os próximos 4 anos, prevendo crescimentos médios anuais de venda de 25% para a marca Hering e de 6% para as marcas PUC e Dzarm.

Esse resultado será obtido, de acordo com dados divulgados pela empresa, a partir da forte expansão do número de lojas Hering Store (151 no final de 2006 para 325 lojas em 2010); ampliação do número de pontos de vendas multimarcas; reposicionamento de preços e aumento de crédito via o lançamento do cartão co-branded Hering previsto para novembro deste ano.

Este cartão de crédito será em parceria com o banco HSBC e a financeira Losango e a meta é emitir 175 mil cartões até o final de 2008 e 970 mil até 2010. A introdução de oferta de crédito nas Hering Store é um dos pilares fundamentais de seu plano estratégico para os próximos quatro anos.

Segundo a companhia, a estratégia de crescimento está fundamentada nas seguintes vantagens competitivas:
(1) modelo de negócio diferenciado que combina eficazmente os três processos da cadeia de valor do setor de vestuário –supply chain, gestão de marca e varejo;
(2) marcas fortes – o reconhecimento da marca Hering ultrapassa os 90% em todos as classes sociais;
(3) canais de distribuição capilares –presença em 20 estados brasileiros e 7 países e
(4) experiência de compra diferenciada –fidelização 70% maior.

Fonte: Hering Portal HSM On-line

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

NOTEBOOK MAIS FINO DO MUNDO É DA APPLE.

EUA: Apple lança o notebook mais fino do mundo

Como muitos já suspeitavam, a Apple realmente lançou o serviço de aluguel de filmes on-line. O serviço vai custar 3,99 dólares por título e o cliente terá um prazo de 24h para assistir. Os títulos mais antigos custarão 2,99 dólares.Mas a grande novidade anunciada na MacWorld, ficou por conta do MacBook Air. É o novo notebook da Apple, o mais fino do mundo, tem apenas quatro milímetros na parte mais fina e 1,94 centímetros na mais espessa, uma tela de 13 polegadas, pesa de 1,8 kg e o preço será de 1.799 e 3.098 dólares, dependendo das especificações. O produto só estará no ponto-de-venda daqui duas semanas, mas já pode ser ecomendato via internet.
Fonte: Mundo do Marketing

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Lojas de R$ 1 movimentaram R$ 3,3 bi

Fonte: Diário do Grande ABC

As lojas de produtos populares – em que os preços variam de R$ 1 a R$ 20 – movimentaram R$ 3,3 bilhões em 2007. A expectativa é que neste ano, o mercado cresça 15%, elevando o faturamento para R$ 3,79 bilhões, de acordo com levantamento feito pela ABIPP (Associação Brasileira dos Importadores de Produtos Populares).

Segundo a mesma instituição, os produtos importados representam hoje 30% dos comercializados no País. São cerca de cinco mil itens vindos especialmente da China. No total, são cerca de 130 milhões de unidades vendidas. Com a manutenção do dólar abaixo dos R$ 2 e o aumento de poder aquisitivo das classes C, D e E, a previsão é que a importação cresça 10% em 2008 e sejam comercializados 180 milhões de unidades.

“Os importados populares são na maioria das vezes produtos sem concorrência nacional”, explica o presidente da ABIPP, Gustavo Dedivitis. Entre os itens mais procurados estão as utilidades domésticas (como pratos, copos e talheres), que representam 30%; artigos de decoração (porta-retratos, vasos, entre outros), respondem por 25%.

Os produtos de época, como Carnaval e Natal representam 25% dos itens mais vendidos durante o ano. Segundo o atacadista de produtos populares, Rodrigo Mouwad, que possui lojas populares na Capital e muitos clientes do Grande ABC, no Carnaval, a maioria dos produtos são nacionais. “Enquanto isso, no Natal mais de 90% do que comercializamos é importado”, explica.
Brinquedos representam 15% das vendas e ferramentas, cerca de 8%.
Ele afirma que as vendas em 2007 superaram as expectativas. “Foi um ano muito bom e acredito que em 2008 teremos crescimento de 30%”, comemora.

Qualidade - De acordo com Gustavo Dedivitis, a venda de produtos nacionais terá crescimento entre 10% e 15%. “Será um bom ano para este segmento. Os produtos populares que antes eram vistos como de qualidade ruim hoje estão sendo mais bem aceitos pela população”, afirma.
Ele garante que produtos importados encontrados em lojas a partir de R$ 1 tem qualidade. “É fácil checar. Eles têm que ter gravado na embalagem um selo de qualidade e origem da ABIPP, além da certificação do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial).”

De acordo com a ABIPP há no País cerca de 50 mil lojas de variedades populares. Juntas, elas empregam 250 mil pessoas. O estado de São Paulo detém metade dos pontos de venda.

Gualber Calado faz palestra no 1 Franchising Nordeste - Recife 2009